quarta-feira, 25 de julho de 2012

O protesto silencioso do eleitor – cidadão, que foi detectada na pesquisa Datafolha – O Povo


O eleitor fortalezense deseja mudança no comando do executivo da Prefeitura de Fortaleza, o mesmo rechaçou os candidatos governistas. O protesto silencioso do eleitor – cidadão em relação aos seus dirigentes políticos, que ficou perceptivo na pesquisa Datafolha – O Povo.
A prefeita Luzianne Lins montou uma estratégia interna no Partido dos Trabalhadores. Saiu vitoriosa na indicação do seu candidato, o advogado Elmano de Freitas, que foi o seu ex – secretario da Educação. Até agora não mostrou competitividade na opinião pública, os seus baixos índices, na última pesquisa divulgada, já é um sinal das dificuldades futuras. Elmano de Freitas já foi exposto durante vários dias nas mídias tradicionais ( TV, Rádio, Jornais ), e nas novas mídias (Facebook, Twitter).
O governador Cid Gomes refez o seu arco de aliança para construir uma coligação partidária ao redor do seu candidato, o presidente da  Assembleia Legislativa Roberto Cláudio. O senador Eunício Oliveira (PMDB) entregou o seu partido, com sua bancada de sete vereadores, para uma aliança nada vantajosa para essa agremiação, por outro lado há um pré- acordo político – eleitoral para o pleito estadual de 2014, o PMDB espera liderar a chapa majoritária para o Governo estadual.
Roberto Cláudio (PSB) tem estrutura financeira e de suporte técnico, como também de logística de rua, bem superior aos dos seus adversários, os seus parcos percentuais, já acendeu a luz amarela no staff do governador Cid Gomes.
O senador Inácio Arruda (PC do B) precisa refazer a sua campanha, a sua queda na perspectiva de votação, foi sinal claro de perda de capital político.
O deputado estadual Heitor Férrer (PDT) deverá sentir essa queda nos percentuais de votos, a sua candidatura depende das pesquisas de opinião pública.
O advogado Renato Roseno (PSOL) mantém sua marca histórica de 5% até 8%, isso demonstra certa estabilidade do seu capital político.
Moroni Torgan foi grande vitorioso na pesquisa Datafolha – O Povo, já saiu de sua invisibilidade midiática entre os formadores de opinião pública. O candidato demista dividiu até aceitação (27%) e a rejeição (27%) do eleitorado fortalezense no questionário do Datafolha.

segunda-feira, 23 de julho de 2012

domingo, 22 de julho de 2012

Por que Moroni Torgan? A consolidação como candidato da oposição.


Por que Moroni Torgan? A consolidação como candidato da oposição.

Moroni Torgan não caiu na pesquisa Datafolha – O Povo, pelo contrário, teve um crescimento de 5% em relação a pesquisa Datafolha – PSB: 22%. Os 27 (vinte e sete) pontos percentuais nessa última pesquisa, apenas reforça a ideia de que já não é simplesmente o recall.

Na campanha eleitoral de 2004 o candidato derrotado do PFL, deixou de ser prefeito de Fortaleza, por uma série de erros estratégicos, mas saiu com o discurso político – eleitoral anti – Luzianne Lins. No pleito seguinte, para Prefeitura de Fortaleza, foi o principal candidato de oposição na avaliação da opinião pública fortalezense. Saiu derrotado de novo, dessa vez havia sedimentado o seu discurso ideológico contra a atual prefeita, que foi reeleita naquele pleito eleitoral.

O candidato demista representa o voto de oposição, que era antes um candidato invisível no debate público. Moroni Torgan talvez não se desidrate no horário político eleitoral da televisão e rádio. As suas chances de ir para o segundo turno são extraordinárias em relação aos outros candidatos das oposições.

O voto de oposição concentrado no discurso do Moroni Torgan

A ausência do ex–senador Tasso Jereissati nas articulações da chapa majoritária tucana, talvez tenha ajudado na romaria dos votos tassistas para Moroni Torgan. Marcos Cals não representou até agora o neo – tucano como candidato de oposição aos executivos públicos ( Federal, Estadual, Municipal) para opinião pública fortalezense.

A candidatura do Heitor Férrer ainda não encontrou um discurso coerente como opositor da atual administração municipal, o seu forte talvez seja como crítico parlamentar do Governo estadual, qualquer tentativa de reproduzir um discurso de última hora contra a administração municipal de Fortaleza, talvez como marketing eleitoral, esta postura de candidato anti-Luizianne , não traga resultados positivos para sua campanha.

A dissolução do consórcio governista cidista – petista em várias candidaturas

O bloco partidário (PMDB – PSB – PT – PC do B) fora vitoriosos nas ultimas eleições majoritárias (2006 – 2008 – 2010). Na eleição de 2008, o marketing eleitoral do realinhamento das máquinas administrativas públicas (Federal, Estadual, Municipal), seria responsável por uma nova Era política – administrativa para Prefeitura de Fortaleza. As oposições não destruíram essa mensagem durante o período eleitoral de 2008, como também durante o segundo mandato da prefeita Luzianne Lins.

A implosão da aliança do PT com o PSB, foi a grande responsável pelos baixos índices dos votos dos seus candidatos.

O médico Roberto Cláudio sofre com a dificuldade de montar um discurso como opositor a atual gestão municipal, pois o rompimento foi recente perante a opinião pública. PSB faz campanha de volume ao olhar do eleitor – cidadão, sem conseguir anular a antiga idéia dos valores positivos da aliança PT – PSB. Moroni Torgan avança para dominar o discurso de candidato oposicionista, sem espaço para o socialista.

O advogado Elmano de Freitas ainda não construiu a sua imagem política, como candidato do Partido dos Trabalhadores. O mesmo sofre uma enorme dificuldade para ser aceito como candidato do continuísmo, sem consenso dentro das fileiras do seu próprio partido. O candidato dos Democratas deve centralizar as suas críticas negativas no candidato petista, será uma polarização natural para o eleitor fortalezense.

O senador Inácio Arruda tem 14% dos votos na pesquisa Datafolha – O Povo, o candidato do bloco PT – PMDB só tem 5%, como também o representante do PT – PR só alcançou o patamar eleitoral de 3%. Os três candidatos do antigo consórcio governista cidista – petista tem aproximadamente juntos 22% dos votos. Algo próximo á rejeição de 27% do eleitorado fortalezense ao candidato dos Democratas.

O governador Cid Gomes e a prefeita Luzianne Lins até agora não saíram vitoriosos nessa guerra pelo controle do bloco governista cearense de apoio ao Planalto. A subida da candidatura do Moroni Torgan, por si só, esvazia o candidato tucano, onde o demista poderia ultrapassar o patamar eleitoral de 30% nas próximas pesquisas eleitorais, o que seria possível com ajuda do eleitorado tassista, essa ameaça real ao domínio político – administrativo do PT e do PSB na política cearense.  

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Na manhã dessa segunda - feira fiz uma entrevista para o Jornal Aqui Ceará - Na cafeteria Três Corações - Livraria Cultura.




Agradeço a equipe do Jornal Aqui Ceará, foi aula de competência e educação desses jovens profissionais. Na manhã dessa segunda - feira fiz uma entrevista na cafeteria Três Corações - Livraria Cultura.

domingo, 8 de julho de 2012

Moroni Torgan tem eleitorado fiel



O ex-deputado federal Moroni Big Torgan já participou de vários pleitos eleitorais, para deputado federal nos anos 1990, 1998 e 2002, em todas saiu vitorioso; foi eleito como candidato a vice – governador na chapa do Tasso Jereissati no ano de 1994, já nas disputas municipais em Fortaleza nos pleitos eleitorais: 2000, 2004 e 2008, não alcançou êxito, mas sempre manteve uma boa média, nos primeiros turnos: 19% ( 2000 ) e 27% ( 2004, 2008).

No ano de 2006 foi derrotado para o Senado na última semana do calendário eleitoral, por força da onda lulista no Ceará.

A base social do eleitorado moronista já tem mais de 21 anos de fidelidade política – eleitoral, isso é quase três gerações de votantes (avôs, avós, pais, mães, filho(a)s). Constatamos nesses processos a sedimentação desse eleitorado em todos os estratos da sociedade civil de Fortaleza, não somente nas classes populares.

Democratas têm uma candidatura competitiva com chance de ir para o segundo turno. O seu principal adversário é o candidato tucano – tassista: o ex-deputado estadual Marcos Cals.

O PSDB precisa derrotar o discurso popular do Moroni Torgan no subconsciente do eleitorado cativo, como também no eleitorado anti – Moroni que precisa de um candidato confiável, para esse propósito de derrotar o postulante do DEM. 

Área de Saúde da Prefeitura de Fortaleza é alvo de críticas dos candidatos das oposições



Quase todos os candidatos das oposições serão críticos do Sistema de Saúde da cidade de Fortaleza. O debate público será pelos meios de comunicações tradicionais ( televisão, rádio, jornais ), como também pelas novas mídias sociais: Facebook , Twitter.

A maioria das equipes de campanhas dos partidos contrários a atual administração municipal, já fizeram as suas pesquisas qualitativas e quantitativas nas áreas: Saúde, Mobilidade Urbana, Educação, Segurança Pública. 

A rejeição ao modelo administrativo na área de Saúde da Prefeitura de Fortaleza é fato, pois fica latente pelos altos índices negativos de aprovação perante a opinião pública. 

quinta-feira, 5 de julho de 2012

PTC retorna para coligação do PSB – PMDB





O Partido Trabalhista Cristão retorna para o leito da oposição ao executivo municipal. A bancada trabalhista cristã na Câmara Municipal de Fortaleza sempre manteve uma posição crítica  a atual prefeita de Fortaleza.


O presidente estadual Marcelo Mendes iniciou processo lento e gradual de aproximação com base partidária do governador Cid Gomes. PTC dará o tom radical de críticas ao atual modelo administrativo municipal fortalezense, como membro do condomínio administrativo – político cidista. 


O vereador Ciro Albuquerque como presidente do diretório municipal do PTC, simplesmente repete o modelo do seu mandato como parlamentar oposicionista na presidência da agremiação trabalhista cristão.


O PTC vai fazer parte da coligação do PMDB – PSB neste pleito eleitoral do município de Fortaleza. Marcelo Mendes consegue impor o seu programa de gerenciamento, da máquina pública da capital cearense, feito nos preparativos internos (Palestras e Seminários) do Partido Trabalhista Cristão, para disputa eleitoral de Fortaleza, como um apêndice no plano de governo do candidato Roberto Cláudio (PSB).