segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Eunício Oliveira e o Leonardo Araújo na construção do novo PMDB-Ceará



O senador Eunício Oliveira quando assumiu o comando do diretório estadual do PMDB cearense no ano de 1998, conviveu com várias correntes. Eunício Oliveira sempre procurou ser a maior corrente interna, mas sem sufocar as outras alas nas últimas duas décadas. O novo líder da bancada PMDB-PSD-PMB na Assembleia Legislativa do Ceará, o deputado estadual Leonardo Araújo, deverá ser a primeira liderança parlamentar do peemedebismo eunicista cearense, sem outra corrente interna.

O presidente do Congresso, o senador Eunício Oliveira, deverá reestruturar a sua agremiação partidária, sem a presença de peemedebistas dissidentes pró-Governo do Estado do Ceará, com isso vai nomear o deputado estadual Leonardo Araújo, como o novo porta-voz das oposições, na Assembleia Legislativa. O deputado estadual Leonardo Araújo não tem nenhuma ligação histórica, com o PMDB do período governista (2007-2014), porém, a sua principal missão será impor uma nova marca partidária no discurso político-parlamentar, no peemedebismo eunicista.

O PMDB deverá adotar um discurso radical em relação ao governador Camilo Santana (PT), assim como também ao prefeito de Fortaleza, o médico Roberto Cláudio (PDT), com essa tática vai atrair os setores  anti-Ferreira Gomes da sociedade civil cearense. O deputado estadual Leonardo Araújo (PMDB) tem compreensão dessa missão política-social de transformar a liderança do bloco PMDB-PSD-PMB, no novo núcleo político puramente anti-Camilo Santana, com a liderança do senador Eunício Oliveira ( PMDB) e do deputado federal Domingos Neto (PSD).

O deputado estadual, Leonardo Araújo (PMDB) deverá construir o elo político-parlamentar, com outro bloco oposicionista (PR-PSDB-SD-PSDC) sob a liderança do deputado estadual Capitão Wagner (PR), no plenário da Assembleia Legislativa do Ceará. Leonardo Araújo construiu uma excelente rede social no seu mandato legislativo, que deverá ser turbinado por vários veículos de comunicações tradicionais (Televisão, Rádio e Jornal),que irão reproduzir quase que diariamente as suas críticas ao atual chefe do executivo do Governo do Estado do Ceará.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político 

Fortaleza, 20 de Fevereiro de 2017


quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

Alexandre Pereira e o Empreendedorismo Político





O empresário Alexandre Pereira começa a desenvolver uma nova militância social junto aos fóruns universitários do Estado do Ceará. Alexandre Pereira foi  palestrante  na Faculdade Luciano Feijão para o curso de administração, na cidade de Sobral, com o seguinte tema: Empreendedorismo e Inovação. O novo modelo de gestor público que procura na eficiência administrativa do setor privado, uma solução para o sistema burocrático do setor estatal. 

A opinião pública tem rejeitado os representantes tradicionais da classe política, como agentes transformadores do modelo de gerenciamento estatal: Município, Estado e  União. A nova geração politica procura construir um novo discurso  condenando as  antigas práticas governamentais,  mas são poucos ainda os que colocam a eficiência da lógica administrativa das empresas privadas nas gestões públicas.


O empresário Alexandre Pereira mostra o caminho de como implantar novas políticas públicas, com a lógica das empresas privadas, com altos níveis de eficiência administrativa. Alexandre Pereira foi secretário de Desenvolvimento Econômico do Ceará, no biênio (2013-2014), com resultados positivos para o estado e o setor privado. O prefeito de Fortaleza, o médico Roberto Cláudio (PDT), foi o responsável pela criação da Coordenação das Parcerias Público-Privadas, com indicação do atual vice-presidente da Federação da Indústria do Estado do Ceará (Alexandre Pereira), pois os resultados foram tão positivos, que o titular da pasta foi transferido no início desse ano, para comandar a Secretaria de Turismo de Fortaleza, com o respaldo do setor empresarial.

Os setores organizados do setor empresarial serão importantes no cenário político nas administrações públicas nos próximos dois anos. O governador Camilo Santana (PT) e o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), já têm noção da necessidade de novos atores políticos no diálogo pertinente, com os empresários, para as eleições de 2018, no Ceará. O empresário Alexandre Pereira deverá ser esse  importante interlocutor perante a sociedade civil, para demonstrar que houve a implantação da eficiência administrativa do setor privado nos serviços públicos.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político
Fortaleza, 15 de Fevereiro de 2017




terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Camilo Santana e as duas almas inconciliáveis: Cirismo e o Lulismo-Petista



O governador Camilo Santana (PT) procura construir a união dos pedetistas e petistas na chapa majoritária presidencial: Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT). Camilo Santana compreende a necessidade da união antecipada das forças democráticas, para que ocorra a diminuição das zonas de atritos nas disputas regionais, como no caso do pleito eleitoral de 2018, no Estado do Ceará.

O futuro presidenciável pedetista, o ex-ministro Ciro Gomes, apenas contaria com a sua agremiação partidária nas eleições de 2018. Ciro Gomes precisa construir o petismo-cirista dentro do Partido dos Trabalhadores, que somente seria possível através do diretório estadual do Ceará e num segundo momento com ajuda dos petistas gaúchos (Olívio Dutra e Tarso Genro), que são favoráveis à renovação do PT e do campo democrático das esquerdas: PT, PDT, PC do B, PSOL e REDE.

O governador Camilo Santana (PT) quando era jovem militante do Partido Socialista Brasileiro no ano de 1999, já foi testemunha da construção da coligação partidária das esquerdas, para prefeito de Fortaleza, no pleito eleitoral de 2000, que com quase 1 ano de antecendência, já foi montada com os seguintes candidatos: Inácio Arruda (Prefeito) e Arthur Bruno (Vice-Prefeito). A mesma quase derrotou a reeleição do prefeito Juracy Magalhães (PMDB). Camilo Santana não é totalmente cirista é muito menos totalmente petista, mas procura ser a primeira liderança petista-cirista do Brasil. O fracasso dessa empreitada pode significar a sua ida para o PSDB, PSB ou PPS.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sempre disputou a liderança do campo democrático, com o falecido ex-governador Leonel Brizola (PDT), nas décadas de 1980 e 1990. O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) procura ser o pós-lulismo da política brasileira, com os votos dos eleitores lulistas que não são petistas, mas há necessidade de atrair os seguidores tradicionais do ex-presidente Lula. O trabalhismo e o lulismo têm o histórico de lutas políticas entre os mesmos, com poucas tréguas ou alianças pontuais. O governador Camilo Santana (PT) não teve apoio dos petistas e dos pedetistas cearenses, na sua tese de união das esquerdas, para o pleito eleitoral nacional de 2018, mas contou com o silêncio solidário dos tucanos cearenses ou tassistas.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político
Fortaleza, 14 de Fevereiro de 2017



quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

Tasso Jereissati é o novo mentor político-administrativo de Camilo Santana – Parte 01



O senador Tasso Jereissati (PSDB) procura construir uma aliança administrativa, com o governador Camilo Santana (PT) através do secretário estadual de Planejamento, Maia Júnior, no biênio 2017-2018. Tasso Jereissati deverá articular a ida de Camilo Santana para uma nova agremiação da base governista do presidente Michel Temer (PMDB), nos próximos dias. As prováveis opções partidárias são: PSB, PPS e PSDB.

O governador Camilo Santana (PT) tem a compreensão de sua responsabilidade política-administrativa, com a população cearense, nesse longo período de estiagem de chuva (Seca), como também da necessidade do apoio ou suporte do erário ou tesouro público do Governo Federal, para  conseguir a mínima manutenção do funcionamento dos serviços básicos do Governo do Estado do Ceará: Segurança Pública, Saúde e Educação.


O ex-governador Cid Gomes (PDT) tem compreensão da necessidade da aliança política-administrativa, com o senador Tasso Jereissati (PSDB), como também do beneficio do governador Camilo Santana (PT) em se tornar parte da base aliada do presidente Michel Temer (PMDB). Cid Gomes já fez o calculo político-eleitoral e concluiu que não vencerá o pleito eleitoral de 2018, sem o apoio do senador Tasso Jereissati (PSDB), pois a oposição tem o apoio irrestrito do Governo Federal, porém com os votos tassistas há chance de até neutralizar a intervenção do Palácio do Planalto, na política local.

O presidente Michel Temer (PMDB) vai aceitar o novo grupo governista sob a liderança do senador Tasso Jereissati (PSDB), pois o diretório nacional do PSDB tem o ex-governador cearense, como um dos seus principais cardeais, por isso não vai abandonar o mesmo à própria sorte política-eleitoral. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) tem o senador Tasso Jereissati (PSDB) como aliado interno tucano e interlocutor junto ao mercado financeiro, não ficaria insatisfeito, com o apoio do governador Camilo Santana (PT) a sua pré-candidatura a presidente da República. 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político

Fortaleza, 09 de Fevereiro de 2017