terça-feira, 12 de junho de 2018

Jair Bolsonaro já derrotou Geraldo Alckmin e o PSDB? Sim!


O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) é a maior força política-eleitoral do espectro ideológico de direita do Brasil. Jair Bolsonaro expulsou o presidenciável Geraldo Alckmin do eleitorado conservador de cunho moralista cristã, assim como os jovens ultraliberais começaram a abandonar os  presidenciáveis liberais ( João Amoêdo e Flávio Rocha), em função do apoio do economista, Paulo Guedes, ao candidato presidencial do Partido Social Liberal. A direita cristã e parte da direita liberal vão manchar juntas, com o presidenciável Jair Bolsonaro e  bem distante do tucanato.

O presidenciável tucano, o ex-governador Geraldo Alckmin, já procura polarizar de maneira artificial via as redes sociais, com o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), num debate em tempo real pelos meios de comunicação tradicionais (Rádio, Televisão e Jornal), sem obter muito sucesso. Geraldo Alckmin e o PSDB não têm como propagar o discurso de moralização e renovação da política brasileira nesse pleito eleitoral, deste modo a maioria do eleitorado de centro-direita já rejeitou o tucanato como porta-voz dessa cruzada moralista nas eleições de 2018. 

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso já compreendeu o fracasso do presidenciável Geraldo Alckmin entre os eleitores anti-Lula-PT, como também existe contigente altíssimo dos eleitores evangélicos que rejeitam os parlamentares e os governantes tucanos. FHC procura construir a união do PSDB nacional na campanha da presidenciável Marina Silva (REDE), pois somente essa coligação eleitoral poderia evitar que uma parte significativa dos eleitores moderados ou  centristas passe a apoiar no primeiro turno, o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). 

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) deverá receber o apoio do eleitorado ultraliberal e de setores organizados dos evangélicos,  caso não haja viabilização competitiva eleitoral da presidenciável Marina Silva (REDE). Jair Bolsonaro compreendeu o naufrágio político-eleitoral do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB), como principal representante do eleitorado brasileiro de centro-direita, com o discurso moralista cristã e o discurso ultraliberal na economia.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político 

Fortaleza, 12 de Junho de 2018 




sábado, 19 de maio de 2018

Ciro Gomes e a aliança eleitoral com Partido Socialista Brasileiro (PSB)


O presidenciável Ciro Gomes deve concentrar os seus esforços políticos na aliança política-eleitoral entre o Partido Democrático Trabalhista e o Partido Socialista Brasileiro, para o pleito eleitoral de 2018. Ciro Gomes precisa literalmente somente se concentrar na construção da coligação partidária, com a direção nacional do PSB, pois não adiantaria muito nesse momento o diálogo com a direção nacional do Partido Comunista do Brasil que deseja manter aliança, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para a sucessão presidencial desse ano.


O presidente nacional do PDT, o ex-ministro Carlos Lupi, já iniciou a primeira rodada de negociação, com o presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, mas isso ainda não é o início do projeto de uma aliança eleitoral rápida e objetiva para reconstrução do bloco progressista pós-lulismo. O PSB não tem pressa para o fechamento do acordo com o PDT, pois é coadjuvante perante o atual cenário político-eleitoral, sem grande preocupação num primeiro momento. O presidenciável Ciro Gomes deverá procurar com urgência as principais lideranças socialistas brasileiras, pois a consolidação definitiva do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), numa vaga do segundo turno da corrida presidencial, pode ser responsável pela unificação das forças fisiológicas de centro-direita (DEM-MDB-PSDB), numa única candidatura. A segunda vaga do segundo turno poderia ir para candidatura presidencial de centro-direita.


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a direção nacional do Partido dos Trabalhadores desejam a todo custo a desestabilização do presidenciável Ciro Gomes (PDT) entre os eleitores lulistas não ideológicos ou não simpatizantes do campo popular brasileiro (centro-esquerda), com o discurso de que o mesmo não é o seu sucessor natural, na corrida presidencial desse ano. No segundo momento, o próprio Lula vai atrair o Partido Comunista do Brasil (PC do B) e os governadores socialistas nordestinos para o seu arco de alianças, para apoiar o seu presidenciável saído dos quadros do Partido dos Trabalhadores. 


O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) já pode comemorar a desarticulação total do presidenciável Geraldo Alckmin (PSDB) e dos seus aliados governistas (DEM-MDB-PP-PSD), nessa véspera de início do primeiro turno da sucessão presidencial. Jair Bolsonaro não precisa nem atacar o presidenciável Ciro Gomes (PDT), pois essa tarefa é feita pelo ex-presidente Lula e a cúpula nacional do Partido dos Trabalhadores. A luta insana no antigo bloco partidário progressista (PT-PSB-PC do B e PDT) pode cobrar alto preço, que seria a não ida de nenhum presidenciável de centro-esquerda ao segundo turno contra o presidenciável Jair Bolsonaro (PSL). 


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político 
Fortaleza, 19 de Maio de 2018 



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segunda-feira, 14 de maio de 2018

A Estabilidade de Jair Bolsonaro e a Instabilidade de Geraldo Alckmin: DataFolha, Paraná Pesquisa e CNT - MDA


A pesquisa CNT-MDA trouxe um dado muito interessante, que é a estabilidade política-eleitoral do presidenciável Jair Messias Bolsonaro (PSL), na opinião pública brasileira. O presidenciável tucano, o ex-governador Geraldo Alckmin (SP), já perdeu a condição de principal representante dos partidos governistas (MDB-PSDB-DEM). O espectro ideológico da direita, já contaria com o apoio dos eleitores, para participar no segundo turno da sucessão presidencial de 2018. O nome viável é o do presidenciável Jair Messias Bolsonaro.


O presidente Michel Temer (MDB) já não acredita na concretização da aliança política-eleitoral do MDB e do PSDB, para sucessão presidencial desse ano. Michel Temer contabilizou que a sua rejeição popular e a própria rejeição eleitoral do presidenciável tucano Geraldo Alckmin, já sinalizam uma derrota antecipada do condomínio político-administrativo que administra a política brasileira nos últimos anos: 2016-2017-2018. Os chamados partidos (MDB-PSDB-DEM-PSD-PP-PR) de centro-direita são coadjuvantes diante do excelente desempenho do presidenciável Jair Messias Bolsonaro (PSL), entre os antigos eleitores anti-lulistas-petistas.

O ex-governador Geraldo Alckmin esperava no mínimo uma estabilização nos seus índices de votos estimulados nas pesquisas eleitorais: DataFolha, Paraná Pesquisa e MDA. Geraldo Alckmin tem clara noção de sua substituição como presidenciável tucano nas próximas horas. O PSDB nacional compreendeu que o cidadão-eleitor paulista não daria o voto de confiança ao seu ex-governador por quatro mandatos. O presidenciável do Podemos, o senador Álvaro Dias (PR), já poderá receber nas próximas horas o apoio informal do PRB e do Bloco partidário DEM-PP, com a formalização de uma chapa majoritária somente no mês de agosto desse ano.

As últimas três pesquisas eleitorais (DataFolha - Paraná Pesquisa - MDA) já trouxeram a estabilidade política-eleitoral do presidenciável Jair Messias Bolsonaro (PSL), com algo em torno de 13% nas pesquisas espontâneas e 20% nas pesquisas estimuladas, sem a presença da candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Jair Messias Bolsonaro tem um eleitorado muito fiel, em qualquer pesquisa eleitoral e a sua metodologia específica. A ida do presidenciável do bloco conservador popular é quase certeza após o colapso do único presidenciável de centro-direita, nas últimas pesquisas de opinião pública. 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político 

Fortaleza, 14 de Maio de 2018 


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terça-feira, 8 de maio de 2018

Adeus Joaquim Barbosa - O Fim do Anti-Político 2018


O ex-ministro Joaquim Barbosa (PSB) foi a última tentativa, do marketing eleitoral, de produzir um presidenciável que não fosse político profissional, para a opinião pública. Joaquim Barbosa estava sendo preparado para representar o novo líder nacional, sem os vícios fisiológicos da nossa classe dirigente. O marketing eleitoral já havia reproduzido os seus maiores sucessos políticos  que se tornaram também grandes fracassos administrativos: o ex-presidente Fernando Collor (1989) e a ex-presidente Dilma Rousseff (2010). 

No final do ano passado (2017) tivemos a tentativa de criação da pré-candidatura presidencial do apresentador global, Luciano Huck, como o protótipo perfeito do anti-político nas eleições de 2018. A situação financeira da Rede Globo, não deu condições de repetir o cenário vitorioso das eleições de 1989, pois o presidente Michel Temer (MDB) não tem a mesma relação política, que o ex-presidente José Sarney (1985-1990) tinha com o maior grupo de comunicação do Brasil, nos final dos anos 1980. Portanto sem novo Fernando Collor nas eleições 2018.



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no seu penúltimo ano (2009) do seu segundo mandato (2007-2010), decidiu eleger a sua ministra da Casa Civil, como o novo protótipo do anti-político oriundo da burocracia do primeiro escalão do Governo Federal. Luiz Inácio Lula da Silva montou a maior equipe de marketing eleitoral, com os recursos públicos disponíveis na época, para eleger a sua candidata, a ex-ministra Dilma Rousseff, no pleito presidencial de 2010. O resultado final de qualquer reengenharia eleitoral artificial é o fracasso administrativo.

A direção nacional do Partido Socialista Brasileiro e os setores organizados da grande imprensa brasileira fizeram uma aliança informal, em torno do quase presidenciável Joaquim Barbosa. É importante frisar que é legítima essa união dos meios de comunicação tradicionais, com um representante partidário de tradição na política. O ex-ministro Joaquim Barbosa sempre teve noção do seu papel, como o representante oficial do mercado financeiro na área de telecomunicação, e também como a segunda via artificial contra a classe dirigente de políticos brasileiros, como uma espécie de Jair Messias Bolsonaro, com apoio de setores progressistas da sociedade civil. O ex-ministro Joaquim Barbosa teve medo de ser o novo Fernando Collor ou a nova Dilma Rousseff, repetindo tanto o ápice como a queda colossal.

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Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político 



Fortaleza, 08 de Maio de 2018