sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

O Silêncio Ruidoso do Geraldo Alckmin / O PSB e o Pós-Lulismo



O vice-presidente da República, o paulista Geraldo Alckmin (PSB), mantém um silêncio ruidoso em relação à crise de credibilidade do presidente Lula (PT) perante a opinião pública brasileira. Geraldo Alckmin não saiu em defesa do Lula, e nem vai sair caso não seja chamando para a mesa de negociação do Palácio do Planalto. 


O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, defende essa tese, no próximo boletim da Consultoria LCFB aos cliente, que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) compreendeu o fracasso redundante da frente ampla popular-liberal formada no primeiro turno do pleito eleitoral presidencial de 2022, que apenas seria uma peça publicitária do marketing eleitoral do lulopetismo. Geraldo Alckmin aceitou o seu papel de coadjuvante no início do governo Lula 3, pois o real sócio do Governo Federal é o Partido dos Trabalhadores (PT) em parceria com o Centrão fisiológico e patrimonialista: PSD, Progressistas, Republicanos e União Brasil.


A Consultoria LCFB acredita que o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) deve sair candidato a deputado federal pelo estado de São Paulo no pleito eleitoral de 2026. Geraldo Alckmin não pensa muito diferente no campo ideológico pós-liberal do governador paulista, Tarcísio de Freitas (Republicanos) e do governador paranaense, Ratinho Júnior (PSD), pois ambos são pré-candidatos à presidência da República. 


A direção nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB) vai tentar passar pela cláusula de barreira no pleito eleitoral de 2026. Num segundo momento vai atrair a nível nacional o Cidadania e o Solidariedade para a formação de uma federação partidária nacional ou médio partido na política brasileira. A agremiação partidária socialista não deseja afundar com o presidente Lula (PT), e sim vai agir do mesmo modo que o Centrão e se distanciará do lulopetismo.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 





quarta-feira, 29 de janeiro de 2025

Cid Gomes esvazia o Ciro Gomes e a si próprio



O senador Cid Gomes (PSB) caminha para se autodestruir politicamente, quando serve de instrumento tutelado pelo lulopetismo para esvaziamento do grupo político-partidário do ex-ministro Ciro Gomes (PDT). A corrente lulopetista cearense não diferencia o que é cirismo-trabalhista do que é o cidismo sem sentido político-eleitoral.


O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, no próximo relatório aos clientes da Consultoria LCFB, já aponta a recuperação política-eleitoral do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) como candidato a presidente da República, com a crise de imagem do presidente Lula (PT) perante a opinião pública. Luiz Cláudio Ferreira Barbosa também afirma neste mesmo relatório da Consultoria LCFB que a liderança política-eleitoral regional ou na política cearense do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) ainda ficará eclipsada pelo fator político-administrativo chamado de ex-prefeito fortalezense José Sarto (PDT).


A Consultoria LCFB defende a tese de que o crescimento político-eleitoral, nas próximas pesquisas estimuladas, via  os institutos de opinião pública para o cargo de presidente da República do ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com certeza vai acelerar o sentimento anticidista da cúpula estadual do lulopetismo sob a liderança do governador Elmano de Freitas (PT) e do deputado federal, José Nobre Guimarães (PT), pois o cirismo-robertista pode eleger um senador no pleito eleitoral de 2026 numa aliança informal com o pós-bolsonarismo alencarino. 


O presidente Lula tenta atrair o ministro da Previdência Social, o trabalhista Carlos Lupi, para levar o Partido Democrático Trabalhista (PDT) para a federação partidária nacional lulopetista (PT, PC do B e PV) nas eleições de 2026. O governador Elmano de Freitas (PT) deve receber um pedido do presidente Lula (PT) para diminuir a pressão em cima do diretório estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT) em relação a mudança de vários deputados estaduais trabalhistas para o diretório estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB).


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 





segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Capitão Wagner e o Campo Neutro da Política Cearense

 



A direção estadual do União Brasil (UB) decidiu participar do primeiro escalão da prefeitura de Fortaleza, com isso caminha para ser uma agremiação partidária não oposicionista ao Governo Estadual ou partido neutro em relação ao lulopetismo cearense. Este é apenas um posicionamento político-eleitoral intermediário ou político-administrativo provisório para adesão total ao palanque de reeleição do governador Elmano de Freitas (PT).


A essência política-ideológica dos parlamentares do União Brasil (UB) secção cearense é de direita moderada com tendência acentuada de adesismo a esfera de influência do lulopetismo sob a liderança política-administrativa do ministro Camilo Santana (PT) e do governador Elmano de Freitas (PT). A direção estadual do União Brasil (UB) deve retirar-se definitivamente do espectro político-ideológico da direita cearense pós-bolsonarista.


O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, acredita que o ex-deputado federal Capitão Wagner (UB) tem pouca influência no eleitorado da direita alencarina. Capitão Wagner tentará diminuir o processo de encolhimento do seu próprio grupo político-partidário, todavia, os parlamentares cearenses do União Brasil (UB) na sua grande maioria vão conseguir a reeleição no pleito eleitoral de 2026. Interessante que o acentuado discurso ideológico antipetista do ex-deputado federal Capitão Wagner não tem eco na sua própria agremiação partidária (União Brasil).


A Consultoria LCFB defende a tese de que a saída do grupo político-partidário do ex-prefeito Acilon Gonçalves e do deputado federal, Júnior Mano, do Partido Liberal (PL) para o Partido Socialista Brasileiro (PSB) criou um efeito de espelho para maioria dos membros do União Brasil (UB) cearense, pois cada subgrupo interno do União Brasil (UB) fez acordo paralelo com o Governo Estadual e a prefeitura de Fortaleza.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 





terça-feira, 21 de janeiro de 2025

Os Sinais Trocados do Evandro Leitão: abraça o PDT e repudia o José Sarto

 


O prefeito fortalezense, o ex-deputado estadual Evandro Leitão (PT), foi militante do Partido Democrático Trabalhista (PDT) por mais de uma década, com direito a fazer parte da campanha do candidato a chefe do executivo da capital cearense no pleito eleitoral de 2020: o prefeito eleito José Sarto (PDT). Evandro Leitão perde uma certa credibilidade em parte da opinião pública fortalezense quando traz o pedetismo não cirista para a base aliada do executivo-legislativo, mas mantém uma crítica feroz ao pedetismo-cirista que é oposição a sua gestão pública, pois isso é uma contradição verbal-midiática. 


O grupo político-partidário e familiar da vice-prefeita Gabriella Aguiar (PSD) fez parte da administração pública do ex-prefeito José Sarto (PDT) até o início do primeiro semestre de 2023.


O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, no último boletim aos associados da Consultoria LCFB chamou atenção para os sinais trocados das ações político-administrativas do prefeito Evandro Leitão (PT) em reatar com o trabalhismo não mais sob a influência do ex-ministro Ciro Gomes, porém, o próprio se torna um algoz do cirismo-robertista na figura do ex-prefeito fortalezense José Sarto (PDT). O setor da opinião pública da alta classe média tem um aguçado senso crítico das contradições dos movimentos político-administrativos do chefe do executivo da capital cearense.


A Consultoria LCFB acredita que o núcleo de estratégia do prefeito de Fortaleza, o neopetista Evandro Leitão, tem uma posição confortável pois tem os principais veículos de comunicação tradicionais (Jornal, Televisão, Blog, Rádio) dependentes dos recursos publicitários da prefeitura de Fortaleza e do Governo Estadual, todavia, a maioria da opinião pública da capital cearense é somente consumidora das informações, em contrapartida muita crítica as informações desses veículos de comunicação quase oficial do status quo do lulopetismo local. 


As pesquisas de opinião pública que a Consultoria LCFB teve acesso, após a suspensão da fiscalização da Receita Federal sobre o PIX, vai trazer uma queda acentuada da popularidade do presidente Lula na baixa classe média fortalezense, e como efeito colateral o prefeito (Evandro Leitão) da capital cearense ser afastado da arena política do debate público, pois seria obrigado a enfrentar a voz fortalecida do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) ou a voz fortalecida do deputado federal André Fernandes (PL), pois ambos vão bater muito forte no condomínio político-administrativo do presidente Lula (PT) e do governador Elmano de Freitas (PT).


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 





segunda-feira, 20 de janeiro de 2025

Heitor Férrer e a sua segunda vida política-parlamentar

 


O retorno do médico Heitor Férrer para o parlamento estadual é muito importante para a bancada do União Brasil (UB) na Assembleia Legislativa do Ceará, todavia, é quase nulo para o eleitorado oposicionista conservador-liberal e antipetista da política local. Heitor Férrer precisa se reinventar como uma liderança política-eleitoral.


O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, prestava assessoria a um determinado candidato a deputado federal do Partido Liberal que não queria pedir voto para a reeleição do presidente da época, o ex-deputado federal Jair Bolsonaro (PL), no pleito eleitoral de 2022. Luiz Cláudio Ferreira Barbosa levantava a hipótese ou exemplo didático de que a grande maioria do eleitorado cativo do candidato a reeleição a deputado estadual, Heitor Férrer (UB), já iria votar no candidato a presidente antipetista, enquanto, o próprio parlamentar subia no muro e  então era uma provável derrota a sua recondução a Assembleia Legislativa do Ceará, o candidato federal também seguiu o exemplo do Heitor Férrer. Ambos não tiveram êxito eleitoral.




A Consultoria LCFB acredita que o deputado estadual, Heitor Férrer (UB), perdeu a capacidade de fazer a leitura do humor político-eleitoral do seu eleitorado cativo , a grande maioria dobrou a direita e se tornou antipetista. Heitor Férrer era uma espécie de social-democrata na política, porém, um liberal-conservador no campo dos costumes morais, todavia, sempre manteve uma boa convivência com o lulopetismo cearense.


A direção estadual do União Brasil (UB) na figura do ex-deputado federal Capitão Wagner tenta recuperar o espaço ideológico no eleitorado conservador-liberal ou direitista moderado ocupado pelo pós-bolsonarismo sob a liderança política-eleitoral do deputado federal André Fernandes (PL), sem dúvida não é o campo ideológico do deputado estadual Heitor Férrer (UB). 


A Consultoria LCFB defende a tese de que o deputado estadual Heitor Férrer (UB) pode caminhar para ser aliado do governador Elmano de Freitas (PT) como faz o grupo político-partidário do prefeito de Maracanaú, o empresário Roberto Pessoa (UB), e o grupo político-partidário do deputado federal, Moses Rodrigues (UB), contudo, seria um posicionamento de suicídio político-eleitoral do Heitor Férrer (UB) perante o restante do seu eleitorado cativo.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 





quarta-feira, 15 de janeiro de 2025

Eduardo Girão e a sua marca política-parlamentar

 


O senador Eduardo Girão (Novo) entrou no seu sétimo ano de mandato parlamentar de um total de oito anos. Eduardo Girão se tornou uma referência como líder conservador-liberal no Congresso, com a sua pauta contra o ativismo político do poder judiciário e contra a corrupção na relação institucional entre o poder executivo e o poder legislativo.


O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, classificou uma síndrome de liderança política-parlamentar muito forte a nível nacional, assim como o ex-senador Pedro Simon (MDB), porém, em sua terra natal é uma liderança mediana. Luiz Cláudio Ferreira Barbosa identifica o mesmo caso no parlamentar, como uma referência a nível nacional que não reproduz a mesma dimensão política-espacial na política local: o senador cearense Eduardo Girão (Novo).


A Consultoria LCFB defende a tese de que as bandeiras identitárias conservadoras como o combate da ampliação do direito do aborto na constituição federal sobrepõe o trabalho parlamentar do senador Eduardo Girão (Novo) em defesa do equilíbrio dos três poderes em relação aos superpoderes do poder judiciário via ativismo político do STF. Eduardo Girão tem excelente atuação em defesa de uma administração pública do Governo Federal sem fisiologismo ou loteamento de cargos, numa espécie de presidencialismo de compadrio do presidente Lula (PT) e do Congresso.


O senador Eduardo Girão (Novo) deve se aproximar do diretório estadual do Partido Liberal (PL) sob a liderança política-eleitoral do deputado federal André Fernandes para o pleito eleitoral de 2026. A pré-candidatura de Eduardo Girão ao cargo de chefe do executivo do Governo Estadual é muito provável nos próximos meses, pois ocuparia um vácuo no eleitorado conservador-liberal pós-bolsonarista da política cearense. 


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 





terça-feira, 14 de janeiro de 2025

O desaparecimento político-eleitoral da dupla: Ciro Gomes e Tasso Jereissati

 



A saída quase no anonimato do ex-prefeito fortalezense, o cirista José Sarto (PDT), à frente do poder executivo da capital cearense também é a saída do tassismo-cirista de qualquer esfera política-administrativa. O grupo político-partidário do ex-ministro Ciro Gomes (PDT) não tem mais nenhuma administração pública como vitrine política-administrativa, porém, a maioria dos vereadores fortalezenses pedetistas estão na base governista do prefeito da capital cearense (Evandro Leitão PT).


O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, no último relatório aos clientes da Consultoria LCFB já apontava o desaparecimento político-eleitoral do grupo do ex-senador Tasso Jereissati (PSDB), no início deste ano (2025). Luiz Cláudio Ferreira Barbosa acredita que o entorno político do Tasso Jereissati não existe mais sem os cargos da prefeitura de Fortaleza. Tasso Jereissati será uma referência política-administrativa na história do Ceará, contudo, não é mais nem liderança política regional e nem uma liderança política em Fortaleza.


A Consultoria LCFB defende a tese de que o cirismo-robertista vai se dissolver no União Brasil (UB) nos próximos meses, pois não querem ser uma força auxiliar pós-bolsonarismo sob a liderança política-eleitoral do deputado federal André Fernandes (PL) e da executiva local do Partido Liberal (PL). O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) tem uma nítida noção do voo solo do ex-prefeito de Fortaleza, o pedetista-cirista Roberto Cláudio, para o liberal-conservadorismo não bolsonarista do diretório estadual do União Brasil (UB). Ciro Gomes será uma liderança política-eleitoral regional nula, porém, ainda com uma certa sobrevida à nível nacional, com o enfraquecimento político-administrativo do lulopetismo.


A Consultoria LCFB no seu próximo relatório aos associados já apontará uma provável absorção do PSDB nacional pelo diretório nacional do PSD. O ex-senador Tasso Jereissati ficará sem o fundo partidário e sem o fundo eleitoral do PSDB regional. É o fim do tassismo-cirista como ator político-eleitoral no Ceará.


O prefeito de Fortaleza, o petista Evandro Leitão, já acomodou as seguintes agremiações partidárias: o União Brasil, o Progressistas e o Republicanos, no primeiro escalão da administração pública da capital cearense, com único interesse de criação de vínculo político-administrativo com os próprios. Evandro Leitão tem a essência política-ideológica de Centrão, como também tem o interesse de barrar qualquer movimento político-eleitoral do grupo Roberto Cláudio.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB