domingo, 23 de agosto de 2015



O meu artigo no Portal de Notícias Ceará em Off. Doming, 09 de Agosto de 2015. Título: Ronaldo Caiado e o Ativismo Digital Anti-Dilma Rousseff.

A presidente Dilma Rousseff (PT) sofre a maior crise política-administrativa no início do seu segundo mandato (2015-2018), com alto índice de reprovação da sua imagem e do seu governo. O Planalto espera nos próximos dias uma grande onda de manifestações nas redes sociais antecipando a grande manifestação pública nas principais cidades brasileiras. O senador Ronaldo Caiado (DEM) será o principal porta-voz dos ativistas digitais anti-Dilma Rousseff no Congresso, para o movimento do dia 16 de Agosto de 2015.
No pleito eleitoral de 2010, a candidata petista Dilma Rousseff, enfrentou um enorme grupo de ativistas digitais contra a sua postulação nas redes sociais, principalmente no segundo turno. O Partido da Social Democracia Brasileira não criou vinculo com a militância anti-petista no espaço público interativo (redes sociais) nos últimos anos. O PSDB repetiu o mesmo processo de afastamento dos ativistas digitais após o segundo-turno do pleito eleitoral de 2014. O senador Ronaldo Caiado (DEM) faz o caminho inverso quando cria um vinculo de discurso, com os movimentos Anti-Dilma Rousseff: Movimento Brasil Livre, Vem Pra Rua e Revoltados Online.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa - Entrevista na TV Fortaleza - Segunda - feira, 17 de Agosto de 2015
A equipe de comunicação do senador Ronaldo Caiado (DEM) produz uma série de propagandas para redes sóciais que são aproveitadas pelos principais movimentos digitais anti – Dilma Rousseff (PT), com o aumento de visitas às suas páginas institucionais no site do Congresso. Ronaldo Caiado interage em tempo real nas votações do Senado e da Câmara, divulgando quando ocorre uma estrondosa derrota do Governo Federal ou quando há uma aprovação das emendas do Pacote de Ajuste Fiscal, com aumento de impostos ou cortes de políticas públicas (Educação e Saúde).

O senador José Serra(SP) e o senador Aécio Neves (MG) foram os presidenciáveis tucanos derrotados nos pleitos eleitorais de 2010 e 2014 pela presidente Dilma Rousseff (PT). O ativismo digital Anti-Dilma Rousseff não identificou os candidatos presidenciais do PSDB, como os seus representantes fora das disputas eleitorais, por isso esses movimentos sociais cresceram à margem dos partidos oposicionistas, isso justifica o sentimento apartidário de suas grandes manifestações públicas nas grandes metrópoles. O senador Ronaldo Caiado (DEM) teve uma participação ativa nas redes sociais, a favor das manifestações públicas que ocorreram em 15 de março e 12 de abril contra a presidente Dilma Rousseff (PT), com as suas mensagens digitais sendo compartilhadas pelos simpatizantes anti-petistas-lulistas de todo Brasil.

O senador Ronaldo Caiado (DEM) não caiu na tentação do isolamento da classe política, em relação ao descontentamento da população brasileira com os erros administrativos do Planalto. Os parlamentares oposicionistas não compreenderam a força dos grupos digitais anti-Dilma Rousseff (PT) nas grandes manifestações do primeiro semestre de 2015, como exemplo clássico o senador Aécio Neves (PSDB) fez uma gravação de vídeo nas redes sociais de apoio aos manifestantes, mas não participou de nenhum ato público. O senador Ronaldo Caiado (DEM) não somente gravou uma mensagem como participou da grande manifestação na Avenida Paulista no dia 15 de março, com total interação, com os manifestantes de todo Brasil, via as redes sociais.

O PSDB e os partidos oposicionistas (DEM, PPS, PSB e Solidariedade) apoiarão o movimento público de manifestação de 16 de agosto, nas principais cidades brasileiras, contra a presidente Dilma Rousseff (PT). O senador Ronaldo Caiado (DEM) faz parte do imaginário popular como sendo o único parlamentar a manter uma linguagem e comunicação digital legitima com os movimentos sociais anti-petistas nas redes sociais.

                Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político




Artigo publicado no portal de notícia Ceará Em Off. Quarta - Feira, 05 de Agosto de 2015. Título: Genecias Noronha e a Nova Responsabilidade Cívica dos Jovens Brasileiros. 


A reforma política tem vários pontos polêmicos, mas há um ponto especifico que é a grande novidade do debate no plenário do Congresso: a proposta do deputado Genecias Noronha (Solidariedade-CE) que reduz de 21 anos para 18 anos a idade mínima para a pessoa se candidatar a deputado federal, estadual e distrital. Essa nova medida dará maior responsabilidade cívica ao jovem, que  poderá participar mais ativamente da vida pública.
A redução da maioridade penal de 18 anos para 16 anos foi o grande debate midiático do primeiro semestre de 2015, nos principais fóruns da sociedade civil, tema quase sempre polêmico e radical entre seus defensores e os que são contrários às mudanças da responsabilidade penal. O deputado Genecias Noronha (Solidariedade-CE) compreendeu a necessidade de aumentar a responsabilidade do jovem brasileiro, em relação aos seus próprios direitos e deveres, como também, a sua participação efetiva na política com a diminuição da idade mínima exigida para a posse como parlamentar estadual ou federal.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa
A necessidade de impulsionar um debate positivo em relação ao jovem cidadão-eleitor é o principal objetivo da emenda apresentada pelo congressista cearense (Genecias Noronha) à proposta de reforma política, em análise no Plenário (PEC 182/07). Atualmente, a idade mínima para eleição de deputados é 21 anos nas casas legislativas (Assembleias, Câmara Federal e Distrital). O aumento da participação dos jovens na política partidária deverá renovar os quadros dos principais partidos brasileiros em 2018.
A responsabilidade cívica deverá ser o principal avanço do jovem cidadão-eleitor desde a promulgação da Constituinte Federal de 1988, com aumento da participação política dos adolescentes na esfera pública. Essa medida traz a tona um debate propositivo em relação aos brasileiros que hoje são menores de 18 anos e que estão a margem de uma cidadania com participação efetiva na sociedade civil, pois em 2018 eles surgirão como futuros parlamentares e homens públicos nos legislativos: Assembleias, Câmara Federal e a Distrital.
O deputado federal Genecias Noronha (Solidariedade-CE) acredita que aumentando a responsabilidade cívica do adolescente de hoje, com certeza vai moldar o parlamentar de amanhã, com a probabilidade do aumento da participação política dos brasileiros de todas as idades. A construção do único debate propositivo referente ao jovem cidadão-eleitor nos últimos anos no Congresso Nacional, já é o grande legado do congressista Genecias Noronha as futuras gerações de parlamentares brasileiros.

            Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político




Cid Gomes e o Grupo Familiar: Caucaia e Sobral



Cid Gomes e o Grupo Familiar: Caucaia e Sobral – O prefeito Roberto Cláudio é Aliado ou Agregado da Família Ferreira Gomes.

terça-feira, 21 de julho de 2015

Em pesquisa CNT-MDA, 85% acham que Dilma não sabe lidar com crise econômica

A condução da economia pela presidente Dilma Rousseff é desaprovada pela maior parte da população brasileira, aponta a pesquisa CNT-MDA de avaliação de governo divulgada nesta terça-feira, 21. Dos entrevistados, 84,6% consideram que a presidente não está sabendo lidar com a crise econômica. Apenas 12,4% acham que Dilma está conduzindo bem a gestão da crise. Do total, 3% não souberam ou não responderam.

Questionados sobre o tempo em que consideram que será possível resolver a crise em que o País se encontra, 61,7% acreditam que seria em longo prazo (três anos ou mais), 25,5% em médio prazo (um a dois anos) e 6,8% em curto prazo (até um ano). Não souberam ou não responderam, 6%.

Sobre o ajuste fiscal promovido pelo atual governo, 61,7% das pessoas acham que os cortes não estão ajudando a economia, contra 18,9%, que acham que ajudam. Do total, 19,6% não souberam ou não responderam.

A maioria dos consultados afirma que reduziu despesas por causa da atual crise econômica. Entre os entrevistados, 86,9% fizeram cortes de gasto, muito ou moderadamente. Apenas 12,8% não reduziram as despesas e 0,3% não souberam ou não responderam.

Ainda com relação a gastos, 75,9% acreditam que o custo de vida em 2015 vai aumentar, contra 18,7% que acham que ficará igual e 4% que esperam uma diminuição nos custos. Para essa questão, 0,9% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Foram entrevistadas 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 unidades federativas entre os dias 12 e 16 de julho de 2015. A margem de confiança é de 2,2 pontos porcentuais para cima ou para baixo.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, Sociólogo e Consultor Político


Fonte: Pesquisa CNT-MDA | Jornal O Estado de São Paulo 

sexta-feira, 17 de julho de 2015

Cid Gomes será prefeito de Sobral - O retorno necessário para a micropolítica cearense




Artigo publicado no portal de notícia Ceará Em Off. Quinta - Feira, 16 de Julho de 2015. Título: Cid Gomes será prefeito de Sobral | O retorno necessário para a micropolítica cearense.



O ex-governador Cid Gomes comunicou aos seus correligionários as dificuldades de permanência no Partido Republicano da Ordem Social (PROS), por isso a necessidade da mudança, para as fileiras do Partido Democrático Trabalhista até o final do mês de setembro de acordo, com o calendário do Tribunal Superior Eleitoral. Cid Gomes deverá ser candidato a prefeito de Sobral no próximo ano, fechando assim um ciclo de duas décadas do seu grupo político à frente da administração municipal: Cid Gomes (1997-2004), Leônidas Cristino (2005-2010) e Veveu Arruda (2011-2016).
A prefeitura de Sobral precisa ficar sobre o comando do ex-governador Cid Gomes, para ser a nova base política cidista-cirista, que irá possibilitar a reconstrução do mito de bom gestor público à frente de um cargo do executivo, após sua saída do Ministério da Educação. Cid Gomes começou uma peregrinação política-eleitoral na maior cidade da região Norte do Ceará, com o interesse de reorganizar a base aliada do atual prefeito, pois, já temos muitos sinais de desgastes da atual gestão pública. Os avanços sociais e as grandes obras na infraestrutura já foram absorvidas no cotidiano do cidadão-eleitor sobralense que procura uma renovação na figura do chefe do executivo, que não seja um correligionário de Cid Gomes, mas somente o próprio ou outro candidato de oposição.
O sociólogo e consultor político Luiz Cláudio Ferreira Barbosa
O pleito eleitoral da cidade de Sobral vai unificar as lideranças estaduais adversárias do ex-governador Cid Gomes, numa grande frente de agremiações partidárias: Tasso Jereissati (PSDB), Lúcio Alcântara (PR), Eunicio Oliveira (PMDB) e Roberto Pessoa (PSB). Os senadores Tasso Jereissati e Eunício Oliveira vão criar uma agenda política-eleitoral de unificação dos grupos oposicionistas sobralenses, num planejamento estadualizado, com a liderança do ex-prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa, que tem condição de se deslocar para o município, mais de uma vez por semana. O ex-governador Lúcio Alcântara deverá permitir a participação do Partido da República na frente partidária oposicionista no município de Sobral.
A pré-candidatura de Cid Gomes poderá renovar o animo de sua própria base aliada na cidade de Sobral, para derrotar essa frente oposicionista local que tem o apoio das principais lideranças estaduais, com o desejo de reviver o anti-cidismo, no pleito eleitoral municipal de 2016. Cid Gomes não deverá pedir o apoio da presidente Dilma Rousseff (PT), como não usará também a boa avaliação administrativa do governador do Estado do Ceará, Camilo Santana (PT), para não fica dependente do Partido dos Trabalhadores, em função do desejo de demonstrar que ainda é a maior liderança local, sem apoio de qualquer força politica-eleitoral de fórum externo da cidade.
A micropolítica sobralense deverá ter uma dimensão bem maior, com a pré-candidatura de Cid Gomes ao cargo de prefeito do município, mas por outro lado é o único espaço possível de reagrupamento político-eleitoral dos irmãos Gomes, com redução gradual na esfera estadual, sem nenhum espaço de atuação real na macropolítica nacional. Cid Gomes precisa ser prefeito de Sobral, para continuar atuante como a maior liderança do cenário político cearense, o mesmo ainda corre o risco de não poder indicar ou interferir na reeleição do governador Camilo Santana (PT), no pleito eleitoral de 2018.

    Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político


quarta-feira, 15 de julho de 2015

Tasso Jereissati, Lúcio Alcântara & Roberto Pessoa – A Oposição Moderada Cearense ao Camilo Santana – Dilma Rousseff



Artigo publicado no portal de notícia Ceará Em Off. Terça - Feira, 14 de Julho de 2015.Tasso Jereissati, Lúcio Alcântara & Roberto Pessoa – A Oposição Moderada Cearense ao Camilo Santana – Dilma Rousseff .

http://www.cearaemoff.com.br/politica/314-tasso-jereissati-lucio-alcantara-roberto-pessoa-a-oposicao-moderada-cearense-ao-camilo-santana-dilma-rousseff


O senador Tasso Jereissati (PSDB) e o novo presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro, o ex-prefeito de Maracanaú Roberto Pessoa, vão construir um novo bloco partidário de oposição ao condomínio administrativo-político do governador Camilo Santana (PT). O novo grupo oposicionista não tem interesse de repetir o estilo agressivo dos últimos blocos oposicionistas da política cearense: Anti-Tasso Jereissati (1987-2006) e o Anti-Cid Gomes (2007-2014).
O outro líder oposicionista da política cearense é o presidente estadual do Partido da República, o ex-governador Lúcio Alcântara, que saiu de um posicionamento de pura antítese ao grupo político-administrativo dos irmãos Gomes (Cid-Ciro), para uma postura moderada em relação ao atual governador do Estado do Ceará, o agrônomo Camilo Santana, do Partido dos Trabalhadores. Lúcio Alcântara deverá ser aliado pontual da aliança política entre o senador Tasso Jereissati (PSDB) e o presidente estadual do PSB, o ex-prefeito de Maracanaú Roberto Pessoa, mas a sua real estratégia deverá ser a de montar um bloco partidário oposicionista entre o seu Partido da República e o PMDB do senador Eunício Oliveira.
O governador Camilo Santana (PT) tem feito uma nova política de reconciliação, com os antigos setores políticos e com os movimentos sociais que ainda são contrários ao ex-governador Cid Gomes e ao seu grupo político familiar. O resultado prático e positivo desse novo pacto das elites cearense será o de colocar as forças governistas e as forças oposicionistas nas mesas de negociações das áreas problemáticas do Governo do Estado do Ceará. O governador Camilo Santana será o mediador da participação dos vários atores políticos nas soluções administrativas das crises : Saúde, Segurança Pública, e Educação.
O presidente estadual do Partido da República, o ex-governador Lúcio Alcântara (2003-2006), já fez um elogio à conduta política de conciliação do atual chefe do executivo do Governo do Estado do Ceará, o mesmo processo foi repetido pelo ex-governador Tasso Jereissati (PSDB) que é parlamentar da Câmara Alta ou Senado. O novo presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro, o ex- prefeito Roberto Pessoa, sempre manteve uma aliança com o Partido dos Trabalhadores no município de Maracanaú, com liberação de verbas públicas do Governo Federal nas suas duas administrações (2005-2012). As três lideranças citadas de oposição ao governador Camilo Santana (PT) não têm interesse na desestabilidade política e administração da sua l gestão do executivo estadual.
A oposição moderada cearense já é um fato, para o governador Camilo Santana (PT), em função da responsabilidade administrativa das principais lideranças contrárias ao Governo Estadual: os ex-governadores Lúcio Alcântara (PR) e Tasso Jereissati (PSDB) e o ex-prefeito Roberto Pessoa (PSB). Camilo Santana procura no campo privado estreitar o laço de relacionamento, com os seus atuais oposicionistas, por sua conduta pessoal de valorização da comunicação ininterrupta, com todas as forças políticas do Estado do Ceará.
O senador Tasso Jereissati (PSDB) procura criar um clima de boa convivência, com o governador Camilo Santana (PT) na intenção de garantir uma transição administrativa-política, em caso de queda da presidente Dilma Rousseff (PT) a frente do Governo Federal. A política cearense entrou num processo de moderação política que só foi possível em função do chefe do executivo estadual sempre fazer a consulta aos lideres oposicionistas sobre as principais ações administrativas do Governo do Estado do Ceará.

               Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político




domingo, 12 de julho de 2015

Geraldo Alckmin e os Aliados Cearenses: Alexandre Pereira e Genecias Noronha




Artigo publicado no portal de notícia Ceará Em Off. Sexta - feira, 10 de Julho de 2015. Geraldo Alckmin e os Aliados Cearenses: Alexandre Pereira e Genecias Noronha. 

http://www.cearaemoff.com.br/politica/312-geraldo-alckmin-e-os-aliados-cearenses-alexandre-pereira-e-genecias-noronha

A presidente Dilma Rousseff (PT) entrou num processo latente de corrosão do seu capital político-administrativo no inicio do seu segundo mandato. O índice de popularidade da atual chefe do executivo do Governo Federal, não chega a ultrapassar os dois dígitos, pois é somente 9% de acordo, com o levantamento feito pelo Instituto Ibope, em parceria com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), enquanto, o índice de desaprovação é de 70%, na mesma pesquisa de opinião pública.
O governador de São Paulo, o médico Geraldo Alckmin, começa a acreditar na antecipação do processo político-eleitoral no Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), para a sucessão da presidente Dilma Rousseff (PT), que pelo cenário politico atual irá acontecer com bastante antecedência, em relação ao calendário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Geraldo Alckmin inicia a construção de uma base aliada paulista, com capacidade de montar uma aliança partidária a nível nacional, a partir de três deputados federais : Paulinho da Força (SDD), José Luiz Penna (PV) e Roberto Freire (PPS). Os parlamentares paulistas citados são os presidentes nacionais das seguintes agremiações partidárias: Solidariedade, Partido Verde e Partido Popular Socialista.
A pré-candidatura do governador Geraldo Alckmin (PSDB) para a presidência da República está sendo gestada nos corredores do Palácio Bandeirantes, com o interesse único da criação de uma imensa frente partidária oposicionista, composta por lideranças paulistas a frente do processo político-eleitoral. Geraldo Alckmin procura garantir a sua sucessão no Governo de São Paulo, com a indicação do vice-governador, Márcio França, que deverá ser a maior liderança nacional do Partido Socialista Brasileiro nos próximos anos. A estratégia do provável presidenciável tucano paulista é também reproduzir nos outros estados , essa frente partidária: PSDB – PPS – PV – SDD  e PSB.
O deputado federal e presidente estadual do Solidariedade, Genecias Noronha, deverá ser a primeira liderança política do Estado do Ceará a fazer um pronunciamento de apoio à pré-candidatura presidencial do governador paulista, Geraldo Alckmin, nos próximos dias ou meses. Genecias Noronha deverá ter um grande aliado na sociedade civil cearense, o vice-presidente da Federação da Indústria e Comércio do Ceará, o empresário Alexandre Pereira, que é o presidente estadual do Partido Popular Socialista. O bloco partidário oposicionista pró-Geraldo Alckmin em solo político cearense deverá iniciar com uma aliança formal do Solidariedade e do Partido Popular Socialista.
O parlamentar cearense Genecias Noronha (SDD) foi o segundo deputado federal mais votado entre os vinte e dois eleitos para Câmara Federal.  O presidente estadual do Solidariedade, Genecias Noronha, foi o deputado federal mais votado, com o apoio de prefeitos, ex-prefeitos, deputados estaduais, lideranças sociais do Estado do Ceará, por isso possui a maior rede de aliados locais ligada a um mandato parlamentar. O presidente estadual do PPS, o empresário Alexandre Pereira, tem a maior rede de contatos entre os setores organizados da Indústria e Comércio do Ceará, em função de sua recente passagem na Secretária Estadual de Desenvolvimento Econômico (2013-2014) e atualmente na coordenação da Parceria Pública e Privada da Prefeitura de Fortaleza. O governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB) deverá reproduzir nos próximos dias, no Estado do Ceará, a sua base de apoio político – partidário já consolidada no Estado de São Paulo. O primeiro passo será  a união dessas duas novas lideranças da política cearense, para num segundo momento aumentar essa rede de aliados que irão lutar pela pré-candidatura do tucano Geraldo Alckmin, para a presidência da República.

                         Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político.