domingo, 31 de maio de 2015

A Revista Veja e o Dossiê de Obras Inacabadas de Cid Gomes



A Revista Veja e o Dossiê de Obras Inacabadas de Cid Gomes – As Pautas Negativas da Imprensa Nacional e Local da Era Cid Gomes (2007-2014).






segunda-feira, 11 de maio de 2015

A Fusão PPS e PSB no Ceará: Favorável ou Contrário ao Cid Gomes



A Fusão PPS e PSB no Ceará: Favorável ou Contrário ao Cid Gomes. Ciro Gomes procura criar um partido para o grupo Ferreira Gomes.  






segunda-feira, 13 de abril de 2015

Dilma Rousseff é contra a mudança da idade da Maioridade Penal ou contra Michel Temer?



O vice-presidente Michel Temer (PMDB) esperava iniciar nessa semana, a reorganização da base aliada, como sobrevida ao segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). Michel Temer esteve na última quinta-feira, com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para os acertos finais do Lulismo – Peemedebista.

O primeiro-ministro informal da República, o vice-presidente Michel Temer, não esperava nenhum conflito de gerenciamento político-administrativo, com a presidente Dilma Rousseff (PT). A chefe do executivo do Planalto quase nunca posta pessoalmente no Facebook e Twitter, mas nessa tarde de segunda-feira (13/04), a mesma fez uma defesa aberta contra a Redução da Maioridade Penal – Comissão Especial da Câmara Federal.

A maioria dos deputados participantes da comissão especial que vai analisar a redução da maioridade penal é favorável a que apenas adolescentes entre 16 anos e 18 anos que cometerem crimes considerados hediondos (homicídio, estupros, latrocínios e sequestros) sejam punidos como adultos. O presidente da Câmara, o Eduardo Cunha (PMDB), é o principal apoiado da PEC 171/93, para a modificação da maioridade penal.

O vice-presidente Michel Temer tem noção que o núcleo duro do Planalto, foi responsável por essa nota que vai de confronto, com a maioria da opinião pública brasileira, que é favor da redução da maioridade penal, para 16 anos. A presidente Dilma Rousseff (PT) já sofre o primeiro desgaste midiático, que será agravado com a exibição do programa profissão repórter dessa semana que irá debater o tema em rede nacional.

Os programas policiais irão abordar também a mensagem da presidente Dilma de maneira negativa, com repercussão nas redes sociais. Os movimentos anti-Dilma Roussef vão aproveitar o momento e criar uma nova cruzada. O lulismo-peemedebista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva já tem o seu inimigo na figura do ministro da Casa Civil que não vai dar trégua ao esvaziamento de suas funções.


                              Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político 


domingo, 5 de abril de 2015

O movimento 12 de Abril em Fortaleza – Existe perigo na certeza do sucesso?




No próximo final de semana, na cidade de Fortaleza, no bairro da Aldeota na Praça Portugal, poderemos ter a maior manifestação pública anti-Dilma Rousseff (PT). O movimento  do dia 15 de Março de 2015,ocorrido também na praça Portugal, foi enorme sucesso de público, mídia alternativa e  meios de comunicação tradicionais (Televisão, Rádio e Jornal).

O quase consenso da rejeição da administração da presidente e do seu segundo mandato pode gerar em algumas pessoas o sentimento de que não seja necessária a participação no ato público de desagravo ao Planalto. A manifestação de 15 de Março foi realizada um mês após o feriado do Carnaval, já a manifestação do dia 12 de Abril, será logo depois do feriado da Páscoa, isso irá causar uma desmobilização social-política, natural após um longo período de descanso.


O desaparecimento da militância pró-Dilma Rousseff nas redes sociais pode ser outra armadilha para os ativistas digitais do movimento 12 de Abril, por haver quase um pensamento único no Facebook, Twitter e outros aplicativos de interação social. O excesso de chamativo para o protesto pode ocasionar uma rejeição em alguns usuários das redes sociais pela maneira da repetição do convite ao ato público nas suas timelines. 

          Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político


quinta-feira, 26 de março de 2015

Cid Gomes rompeu com Lula – Dilma?


O ex-ministro da Educação, o cearense Cid Gomes (PROS), começa a colher um capital político oriundo das manifestações das redes sociais (Facebook, Twitter e outros), que é reproduzido pela mídia tradicional (Televisão, Rádio e Jornal). Cid Gomes enfrentou o presidente da Câmara, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), em relação ao seu discurso político-administrativo que reprovava a conduta nada republicana dos parlamentares, agravada com a crise de popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT) e o seu pacote de Ajuste Fiscal.

O evento da última quarta-feira (18/03) no qual o ainda ministro da Educação, o engenheiro Cid Gomes, não retirou ou reiterou as suas afirmações negativas no púlpito do Congresso Baixo (Câmara), com o dedo sempre apontado para o presidente da Casa, o deputado federal Eduardo Cunha (PMDB), que não esboçou reação do corpo, mas apenas uma reação político-partidária que foi atendida no mesmo dia pela presidente Dilma Rousseff (PT) e o ministro da Casa Civil, o economista Aloizio Mercadante, resultando na demissão do Cid Gomes, em tempo recorde, que foi noticiada pelo próprio presidente da Câmara aos meios de comunicação.

O ex-governador Cid Gomes (PROS) tem alma governista por natureza política-administrativa, sem o apoio do Governo Federal, o seu próprio grupo poderá se desidratar nos pleitos eleitorais dos municípios cearenses, em 2016, onde o seu irmão e deputado estadual, Ivo Gomes (PROS), deverá ser candidato na cidade de Sobral, com apoio do Partido dos Trabalhadores. O atual prefeito de Fortaleza, o médico Roberto Cláudio (PROS), precisa manter a aliança com o governador Camilo Santana do Partido dos Trabalhadores, para garantir um bom tempo de televisão e rádio na sua reeleição. Cid Gomes não deverá alimentar por muito tempo essa fantasia de pré-candidato presidencial, nas redes sociais e nas mídias tradicionais, o seu caminho deverá ser o autoexílio: Estados Unidos ou Europa.

Os ativistas digitais estão usando o discurso do ex-ministro Cid Gomes (PROS) para atacar o Legislativo Federal na figura do presidente da Câmara, o parlamentar Eduardo Cunha (PMDB), numa projeção de imagem não real aos interesses políticos e administrativos do político cearense.  O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) e a presidente Dilma Rousseff (PT) vão conversar com as lideranças petistas cearenses, em relação a uma aliança estadual com os irmãos Ferreiras Gomes (Cid e Ciro), sem dúvida deverão dar espaço político ao atual governador Camilo Santana (PT) de negociação direta, com o Governo Federal, sem a intermediação do ex-ministro Cid Gomes.

                                         Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político.


Artigo no Ceará Em Off: Pesquisa Datafolha - Dilma Rousseff e o Fim da Era Lula.



Artigo publicado no portal de notícia Ceará Em Off. Quarta - feira, 18 de Março de 2015. Titulo: Pesquisa Datafolha - Dilma Rousseff e o Fim da Era Lula. 
http://cearaemoff.com.br/politica/309-pesquisa-datafolha-dilma-rousseff-e-o-fim-da-era-lula


A presidente Dilma Rousseff (PT) tem a maior taxa de rejeição administrativa da história política brasileira, nos últimos vinte anos. A pesquisa Datafolha desta quarta-feira (18/03) trouxe o tamanho político-administrativo do Planalto: 62% ruim e péssimo, 24% regular e 13% bom e ótimo. A pesquisa foi feita com 2.842 eleitores logo após as manifestações de Domingo (15/03), que foram contra Dilma Rousseff.
A pesquisa Datafolha tem margem de erro de 2% para baixo ou para cima, o levantamento mostra a deterioração da popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT), em todos os segmentos analisados pelo Instituto. Os indicadores econômicos estão batendo recordes negativos, a rejeição de Dilma Rousseff subiu 18% desde  fevereiro: saiu de 44% para 62%.
A presidente Dilma Rousseff (PT) tem no sentido oposto, a taxa de aprovação com pontuação mais baixa desde do inicio do seu primeiro mandato. Os que aprovam o seu governo como ótimo e bom somam apenas 13%. O tradicional eleitor Lula-Dilma na faixa de renda de dois salários até cinco salários, somente 10% destes eleitores aprovam a gestão púbica da atual mandataria do Palácio do Planalto.
Na região Nordeste onde a presidente Dilma Rousseff (PT) tinha o mais fiel eleitor, o seu índice de impopularidade ou rejeição quase que dobrou de 30% no levantamento de fevereiro, para 55%. O índice de bom e ótimo da administração petista despencou de 28% (fevereiro) para 16% (março), em apenas um mês. Dilma Rousseff pode ser ainda mais impopular se olharmos para as capitais nordestinas e nas cidades acima de 200 mil habitantes no interior.
A pesquisa Datafolha mostra que somente os simpatizantes dos eleitores do PT e de seus próprios eleitores ( lulista-dilmista) aprovam o governo, todos os demais segmentos socioeconômicos, políticos ou demográficos reprovam o desempenho administrativo da presidente Dilma Rousseff (PT). As pesquisas mostram que mesmo nos grupos sociais mais beneficiados pelas políticas econômicas do Planalto, a rejeição disparou; pela primeira vez também  a maioria dos que têm menor renda e menor escolaridade, já classifica a administração como ruim e péssima. Estes índices de desaprovação são significativos pois acontecem nas regiões Norte e Nordeste onde o governo tinha uma boa aceitação.
O segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) chega aos patamares de reprovação equivalente à instabilidade do governo Sarney (1985-1990) e os últimos dias do governo Fernando Collor (1990-1992) antes da sua renúncia. O Partido dos Trabalhadores viu a sua estratégia de lutas de classes sociais ir por água baixo entre os seus eleitores tradicionais. O Fim da Era Lula (2003-2010) e o início de uma nova fase da política brasileira. 

   Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político.