quinta-feira, 22 de maio de 2014

Artigo no Jornal O Estado: Terceira Via - Pra onde Eduardo Campos (PSB)

O artigo que foi publicado na quinta - feira, 21 de Maio de 2014, no Caderno Opinião do Jornal O Estado:
http://www.oestadoce.com.br/noticia/terceira

As últimas pesquisas eleitorais atestaram a polarização entre a pré-candidatura da situação e a principal pré-candidatura da oposição, para presidência da República. O clássico duelo político – eleitoral dos últimos vinte anos tendo como principais atores sociais: Partido dos Trabalhadores e o Partido da Social Democracia Brasileiro.
A presidente Dilma Rousseff (PT) começa a compreender que o seu principal oponente será o presidenciável Aécio Neves, ainda nesse período de pré- campanha eleitoral, com isso, já prepara a munição, contra o adversário tradicional: o PSDB. Aécio Neves começa a ser o principal beneficiado, como escolha natural do eleitor oposicionista ou neo-oposicionista nas pesquisas de opinião pública.

A terceira via na corrida sucessória da presidência da República nesse ano, será o presidenciável Eduardo Campos (PSB), que ainda não adquiriu uma marca política, entre os formadores de opinião pública. Eduardo Campos é reconhecido por parte dos meios de comunicação, como uma espécie de dissidência do bloco governista da presidente Dilma Rousseff (PT), que chamo de Lulismo sem Lula.
O presidente nacional do PSB, o ex-governador pernambucano Eduardo Campos (PSB), teve uma mídia forte no final do ano passado, por dois motivos, primeiro o abandono da base governista do Planalto; e o segundo a filiação da ex-senadora Marina Silva na sua agremiação partidária. Eduardo Campos foi apresentado, como a novidade do pleito eleitoral para presidente da República, que irá impedir a polarização entre petista e tucano, no cenário político nacional.
O crescimento da pré-candidatura do presidenciável tucano Aécio Neves, como principal liderança de oposição à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), já mostra uma polarização de ideias nos principais fóruns das mídias tradicionais: Rádios, Canais (Abertos) e Jornais. A pré-candidatura do presidenciável Eduardo Campos começa a disputar o eleitor oposicionista no debate midiático, com o PSDB, para isso, usando, a sua companheira de chapa, a ex-senadora Marina Silva (PSB), como crítica dessa polarização eleitoral.
O processo político-eleitoral da corrida presidencial desse ano, já começa a caminhar para consolidação de uma alternativa oposicionista entre os eleitores, o presidenciável tucano Aécio Neves, contra uma candidatura natural do Partido dos Trabalhadores, que ainda poderá ser o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O eleitor-cidadão que decidir não votar no continuísmo político- administrativo, não tende a optar por uma espécie de candidatura dissidente do bloco governista, quase sempre a sua opção é por um candidato oposicionista.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

O Realinhamento do Anti - Lulismo no Ceará

O governador Cid Gomes (PROS) está totalmente refém do palanque de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), na esfera eleitoral estadual. Cid Gomes vai entregar uma parte da chapa majoritária do seu pré-candidato ao Governo do Ceará, para um membro do Partido dos Trabalhadores: Governador ou Senador.

A decisão de alinhamento do Palácio da Abolição aos interesses eleitorais do Planalto, por si só, vai criar um efeito político colateral, que seria a saída de aliados do palanque construído pelo governador Cid Gomes (PROS). A maioria dos partidos oposicionistas, na esfera nacional, ao Planalto, são situacionistas no plano local. As seguintes siglas partidárias: PPS – DEM – SOLIDARIEDADE – PPL – PHS.

O segundo turno do pleito eleitoral de Fortaleza de 2012, foi o principal responsável do realinhamento desses partidos na base governista do futuro prefeito Roberto Cláudio e do governador Cid Gomes, em função de enfrentarem, um inimigo comum no plano nacional e no plano municipal: Partido dos Trabalhadores. Cid Gomes absorveu o anti-lulismo nas fileiras do seu grupo político, em convivência, com os principais partidos (PT – PC do B) da base governista do Planalto, no Estado do Ceará.

O prefeito Roberto Cláudio (PROS) montou a sua equipe administrativa, sem a participação do Partido dos Trabalhadores, por isso é a maior liderança anti-petista da política cearense. O cidismo sem lulismo tem na Prefeitura de Fortaleza o seu modelo administrativo de convivência pacifica, entre os vários partidos aliados do governador Cid Gomes (PROS), sem a participação do Partido dos Trabalhadores.

O Partido Popular Socialista já demonstrou que não será refém da dependência política dos irmãos Gomes, aos interesses eleitorais do palanque nacional de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), em solo cearense. O presidente estadual do PPS e secretario estadual, o empresário Alexandre Pereira, não deseja o rompimento, com o Palácio da Abolição, mas somente quer a  ampliação do espaço político do PPS, na futura chapa majoritária do PROS.


Esse efeito cascata ocorreria no DEM do ex-deputado federal Moroni Torgan, como também, no Solidariedade do deputado federal Genecias Noronha, que não poderiam ficar nulos, em relação a coligação nacional pró – Aécio Neves, em território alencarino. O prefeito Roberto Cláudio (PROS) não poderá permitir o rompimento dessas agremiações partidárias da base governista cidista - robertista, pois serão obrigados a criar uma nova frente de partidos de oposição no plano estadual e no município de Fortaleza.  


sexta-feira, 16 de maio de 2014

Artigo no Jornal O Estado: Fator Aécio Neves

O artigo que foi publicado na quinta - feira, 15 de Maio de 2014, no Caderno Opinião do Jornal O Estado:
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso convenceu os seus pares internos do Partido Social Democrático Brasileiro, a eleger o senador Aécio Neves, como o novo presidente nacional, para biênio de 2013-2014. A estratégia política- eleitoral era de tornar o futuro presidenciável tucano, a principal voz e rosto da oposição ao Planalto. O PSDB acredita que o fator Aécio Neves já é realidade, para a opinião pública, em relação a disputa presidencial de 2014
A cúpula nacional do PSDB sempre defendeu uma radicalização do PSDB, em relação à política econômica da presidente Dilma Rousseff (PT). Alguns pontos criticados são o aumento dos juros, a alta da inflação dos alimentos e também a perspectiva do crescimento do Produto Interno Bruto, sempre bem abaixo dos nossos vizinhos de fronteira. O novo presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, era o porta voz dessas críticas negativas ao Planalto.

No final do segundo semestre de 2013, o senador Aécio Neves (PSDB), é escolhido, como único presidenciável do ninho tucano, sem espaço de disputa interna, com o ex- governador paulista José Serra, para não dividir as fileiras do Partido Social Democrático Brasileiro. Fato inédito na história recente dessa agremiação partidária, nas duas últimas disputas para presidente da República.
O aparecimento da dissidência lulista na base aliada da presidente Dilma Rousseff (PT), com a saída do Partido Socialista Brasileiro, no final do ano passado, com a entrega dos cargos na Esplanada dos Ministérios: Integração Nacional e Portos. O presidente nacional do PSB, o ex-governador pernambucano Eduardo Campos, será o provável concorrente a presidência da República, na mesma faixa eleitoral de oposição do presidenciável Aécio Neves (PSDB).
Assistimos a construção de um bloco de oposição política-administrativa à presidente Dilma Rousseff (PT), com duas pré-candidaturas presidenciais já estabelecidas: Aécio Neves (PSDB - DEM) e Eduardo Campos (PSB - PPS). Essas duas frente partidárias sempre trabalharam em conjunto, nos últimos meses, no parlamento para fazer uma nova oposição crítica ao Governo Federal. O resultado foi que as duas lideranças oposicionistas possuem a mesma pauta de soluções aos principais problemas na área administrativa, em relação ao mandato da presidente Dilma Rousseff (PT).
Nas últimas semanas os principais veículos de comunicação, já anunciaram a queda de popularidade da presidente Dilma Rousseff (PT), com a diminuição de seus índices de intenção de votos entre o cidadão-eleitor de todo Brasil. O principal beneficiado na oposição, com a perda de capital política da provável candidata petista a reeleição, foi o presidenciável Aécio Neves (PSDB), pois obteve um crescimento substancial de suas intenções de votos nas últimas pesquisas eleitorais:  MDA, Sensus e Datafolha.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Artigo no PoliticaBook: Cid Gomes refém da estratégia do PT - Ceará

O artigo que foi publicado na segunda - feira, 12 de Maio de 2014, no Portal do PoliticaBooK:
http://www.politicabook.com/profiles/blogs/cid-gomes-ref-m-da-estrat-gia-do-pt-cear

O governador Cid Gomes (PROS) precisa impedir o ímpeto do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores de lançar uma pré-candidatura ao Governo Estadual, em detrimento do Partido Republicano da Ordem Social. Cid Gomes já lançou mantinha a pré-candidatura do deputado estadual Camilo Santana (PT), como única opção fora do seu próprio partido.
O deputado federal José Nobre Guimarães (PT) e o deputado estadual Camilo Santana (PT) fazem parte da mesma corrente petista, por isso o trabalho em conjunto para ocuparem as duas principais vagas, na chapa majoritária do PT - PROS:  Governador e Senador. O PT local tem noção dos problemas burocráticos entre a direção nacional do PROS e o governador Cid Gomes, com isso tenta impor nova agenda de prioridades eleitorais ao condomínio político-administrativo (PT – PROS – PSD – PP – PDT e outros) do Governo do Estado. 
O senador Eunício Oliveira (PMDB) começa a montar o palanque local da presidente Dilma Rousseff (PT), sem a presença do PT - PROS, com a construção de uma aliança com o Partido da República e com o Partido Republicano Brasileiro. O governador Cid Gomes poderá perder a primazia de ser o principal representante do Planalto, na política local.

O lançamento de uma candidatura petista ao Governo estadual, no lugar de um candidato indicado pelo governador Cid Gomes (PROS), já poderia ser um processo natural da direção nacional do Partido dos Trabalhadores, com o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Cid Gomes (PROS) perdeu boa parte da condução do processo sucessório da chefia do Governo do Estado do Ceará.
O Partido Republicano da Ordem Social não tem mais uma agenda própria para lançamento de candidatura natural para sucessão do governador Cid Gomes. O deputado federal José Nobre Guimarães tem interesse de aproveitar essa vacância política – eleitoral no bloco PT - PROS, para impor hegemonia petista, em relação ao grupo político dos irmãos Gomes (Ciro – Cid).



domingo, 11 de maio de 2014

Cid Gomes não errou – As circunstâncias políticas mudaram

O governador Cid Gomes (PROS) não fez nenhuma análise política eleitoral, na mudança de domicilio partidário, quando saiu do PSB para o PROS, no mês de setembro de 2013. Cid Gomes procurava espaço vital dentro da base aliada da presidente Dilma Rousseff, num momento de recuperação da popularidade da mesma, com probabilidade de vencer, no primeiro turno do pleito presidencial de 2014, os seus principais concorrentes
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A decisão de ficar no palanque do Partido dos Trabalhadores na sucessão presidencial de 2014, sem dúvida era o melhor dos mundos, naquele momento político de meados do ano passado, para os irmãos Gomes (Ciro /Cid). O PROS era um partido governista por natureza, com o seu DNA peemedebista, na construção dos seus diretórios estaduais. O passaporte para acomodação no condomínio político-eleitoral da presidente Dilma Rousseff, por parte dos ex – socialistas cearenses, era adesão ao novo partido.

O governador Cid Gomes (PROS) não acreditava no crescimento da pré- candidatura do ex-governador pernambucano, o economista Eduardo Campos, no primeiro semestre de 2014, para presidente da República. A saída do Partido Socialista Brasileiro foi um calculo político, com certa margem de dar certo, para os irmãos Gomes, pois por incrível que pareça, o futuro presidenciável socialista, ainda não conseguiu o desempenho esperado nas pesquisas eleitorais. Eduardo Campos cresceu dentro do desempenho de uma terceira via ao confronto PSDB e PT, com média de 9% até 11%, nas pesquisas de opinião pública: Sensus, Datafolha, MDA e Ibope.

A presidente Dilma Rousseff (PT) não manteve o seu crescimento de popularidade no início de 2014. A tendência do Planalto será a de enfrentar uma opinião pública desejosa de mudança na maneira de administrar o Governo Federal. Dilma Rousseff já perdeu parte do seu capital político recuperado no segundo semestre de 2013.

O governador Cid Gomes (PROS) não esperava esse cenário tão negativo, para a presidente Dilma Rousseff (PT), na véspera de uma explosão de manifestações populares contra o mau uso dos recursos público nas obras do Campeonato Mundial de Futebol, com sede no Brasil. A direção nacional do PROS, já procura romper, com o Planalto, nos próximos dias, por isso do confronto direto, com os irmãos Gomes, em relação aos cargos do Ministério da Integração Nacional.

O PROS procura aderir à pré-candidatura presidencial do PSB, em função da aliança no Estado do Rio de Janeiro. Existe uma parceria entre essas duas agremiações, na pré-candidatura do deputado federal Miro Teixeira (PROS) ao Governo estadual, tendo como parceiro na chapa majoritária, o deputado federal Romário (PSB), para vaga de senador.

O governador Cid Gomes (PROS) nunca poderia prever uma mudança tão drástica do cenário político na imagem da presidente Dilma Rousseff (PT), nem também a quase formalização da aliança estadual do PSB e do PROS no Estado do Rio de Janeiro, em detrimento de sua aliança, com o Planalto. O PROS não vê perspectiva no palanque nacional do PT, para os próximos meses, mas deseja criar uma ponte num futuro Governo Federal nas mãos das oposições: PSDB ou PSB.


quinta-feira, 8 de maio de 2014

Artigo no Jornal O Estado: Novo Antônio Palocci

O artigo que foi publicado na quinta - feira, 08 de Maio de 2014, no Caderno Opinião do Jornal O Estado:
http://www.oestadoce.com.br/noticia/novo-antonio-palocci

A presidente Dilma Rousseff nunca esteve tão sozinha no poder, como nesse momento, pois o seu estilo político- administrativo não ampliou o seu grupo de partidários nos últimos quatro anos. Dilma Rousseff está bem dependente do capital político do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesse pleito eleitoral de 2014.

O ex-ministro da Casa Civil, o médico Antônio Palocci, assumiu a função de gerente político-administrativo, no início do mandato da presidente Dilma Rousseff (PT), com a missão de dialogar com os setores políticos e econômicos da base de sustentação do Planalto. A chefe do executivo do Governo Federal nunca teve paciência para o jogo de cintura necessário nas barganhas políticas.


A presidente Dilma Rousseff (PT) perdeu seu principal homem forte, logo no início do seu primeiro ano de mandato, com isso foi criada uma enorme lacuna, na negociação entre o executivo e os partidos aliados, como também com os setores produtivos da economia brasileira. Antônio Palocci somente foi substituído fisicamente, mas nunca, por alguém, com semelhante trânsito livre entre os congressistas e os empresários.

O Planalto tinha no ex-ministro da Fazenda da Era Lula, o ex-deputado federal Antônio Palocci, o gerente político para manutenção do legado positivo da administração passada e para criação do novo legado da atual administração. Antônio Palocci dizia que no primeiro momento seria a marca administrativa Lula – Dilma (2011-2012), no segundo momento Dilma-Lula (2013) e por último somente a atual mandataria da Presidência da República: Dilma- Dilma (2014).

A presidente Dilma Rousseff (PT) não seguiu o plano, pois aproveitou a queda do seu principal articulador político, ainda no primeiro ano de seu mandato, quando o ministro Antônio Palocci, não abriu os dados sigilosos de sua empresa de consultoria na área econômica, para o Ministério Público. A saída do homem de confiança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva da Casa Civil, foi a senha, para a presidente Dilma Rousseff começar a impor a sua própria marca administrativa: Dilma por Dilma.

Nos dois primeiro anos (2011-2012) de sua atual gestão administrativa, a presidente Dilma Rousseff obteve alto índices de popularidades, com isso ficou menos dependente da base aliada parlamentar do Planalto. Na área econômica do Governo Federal não havia muito dialogo, com os grupos de interesses do empresariado nacional, isso causou um certo isolamento da presidente, com as demandas desses grupos sociais, que são importantes, para a manutenção da governabilidade. Nos últimos dois anos houve o caminho inverso, com baixa popularidade, por isso assistimos ao movimento Volta, Lula, com força no Congresso e junto aos Empresários. Dilma Rousseff precisa de um novo Antônio Palocci, com urgência.



                                              

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Portal do Ceará Em Off: Eunício propõe a Genecias que vice seja do Solidariedade

Agradeço do publicitário Rafael Cavalcante pela citação de minha tese sobre a "Pacto de Parambu". O Portal do Ceará Em Off publicou à materia: Eunício propõe a Genecias que vice seja do Solidariedade. 

Na noite desta segunda (05/05), o pré-candidato ao governo do estado Eunício Oliveira (PMDB-CE) procurou o deputado federal Genecias Noronha (SDD-CE) para firmar aliança e propor que seu vice seja do Solidariedade.

Liderando todas as pesquisas de intenção de voto para o Governo do Ceará, Eunício busca fortalecer sua base aliada com o Solidariedade, partido recém-criado e presidido no Ceará pelo Deputado Federal Genecias Noronha.

Há algumas semanas atrás, Eunício havia estado com Genecias e Domingos Filho na região dos Inhamuns para a inauguração de uma estrada que liga Parambu ao distrito Monte Sion. Este encontro, inicialmente diplomático, gerou várias especulações de os três estariam firmando uma aliança política.


O Sociólogo e Consultor Político Luiz Cláudio Barbosa batizou o encontro de “Pacto de Parambu“ e acredita na existência de um acordo em que Eunício teria o apoio formal de Genecias e o apoio informal de Domingos Filho.

O nome mais cotato do Solidariedade para concorrer como vice de Eunício é o da empresária Aderlania Noronha, esposa de Genecias. Esta especulação já havia sido feita em nosso site. Confira a matéria que fala da possível candidatura de Aderlania como vice de Eunício.

Em 2010 o filho de Domingos filho foi o Deputado Federal eleito com o maior número de votos e Genecias Noronha ficou em terceiro. Juntos somaram mais de 400 mil votos. 

O link da materia do Portal do Ceará Em Off: