sábado, 15 de abril de 2023

Capitão Wagner e o Bloco Partidário: PSB, Solidariedade e PDT

 




O presidente da Câmara, o deputado federal Arthur Lira (PP), é o responsável pela criação do maior bloco partidário do Congresso Baixo (Câmara), com quase 180 parlamentares: União Brasil, Progressistas, PSDB- Cidadania, PDT, PSB, Patriota e Solidariedade. Arthur Lira indiretamente pode ter ajudado o ex-deputado federal Capitão Wagner (UB) a se aproximar da futura federação partidária entre o PSB-Solidariedade e o PDT, para o pleito eleitoral de Fortaleza, em 2024.

A Consultoria LCFB acredita que é uma oportunidade única para o presidente estadual do União Brasil, o ex-deputado federal Capitão Wagner, abrir uma relação de convivência institucional, com o presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB), o ex-deputado federal Denis Bezerra, e com o presidente estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT), o deputado federal André Figueiredo, nos próximos dias. A saída do ex-ministro Ciro Gomes do PDT, já é considerada uma certeza.

A Consultoria LCFB defende a tese que o presidente estadual do União Brasil, Capitão Wagner, já podia convidar o presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Denis Bezerra, para conversar com o prefeito de Maracanaú, Roberto Pessoa (UB), em relação ao pleito eleitoral de 2024, na Região Metropolitana de Fortaleza. Denis Bezerra é um importante ator político-eleitoral tanto no município de Maracanaú como na capital cearense, para o próximo ano.

O deputado federal André Figueiredo (PDT) vai ser líder do maior bloco partidário da Câmara daqui a dois meses, com isso haverá uma convivência harmoniosa entre o PDT local e o União Brasil local, em função da política nacional. A futura federação partidária entre PSB-Solidariedade e PDT, já é pró-Governo Federal, porém, não é pró-lulopetista. A Consultoria LCFB defende a tese da saída do prefeito de Fortaleza, José Sarto, do PDT, para a federação partidária Cidadania-PSDB.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor - executivo da Consultoria LCFB


quarta-feira, 12 de abril de 2023

O PT Cearense sem o BNB e sem o DNOCS

 




O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores começará em breve a ocupar os principais espaços do Governo do Estado do Ceará. A Consultoria LCFB acredita que o lulopetismo cearense não terá espaço político-administrativo nos principais órgãos do Governo Federal, em terras alencarinas.

A não indicação de um provável, petista à presidência do BNB, já foi um balde de água fria no diretório estadual do Partido dos Trabalhadores. A Consultoria LCFB acredita que não haverá indicação de qualquer membro do Partido dos Trabalhadores seção cearense, para a chefia do DNOCS (Departamento Nacional de Obras Contra as Secas) o que é quase fato consumado politicamente pelo Governo Federal.

O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores vai sem dúvida avançar no segundo escalão e no terceiro escalão do Governo Estadual, para a indicação de filiados petistas, para os cargos ainda disponíveis. O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores esperava que o lulopetismo ocupasse a maioria dos principais cargos de confiança das autarquias federais, porém, isso não vai e nem acontecerá no terceiro mandato presidencial do Lula (PT), nos próximos anos.

A Consultoria LCFB acredita que o governador Elmano de Freitas (PT) vai somente trabalhar com a perspectiva de acomodação dos aliados de primeira ordem, a nível de vitória no primeiro turno do pleito eleitoral estadual do ano passado. Elmano de Freitas não deve provavelmente acomodar os aliados do segundo turno da sucessão presidencial do ano passado, na política cearense.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor - executivo da Consultoria LCFB


quinta-feira, 6 de abril de 2023

Ciro Gomes e o Anti-Fernando Haddad

 




O ex-ministro Ciro Gomes deve em breve trocar a sua atual agremiação partidária, o PDT pelo PSDB, numa recolocação natural para se tornar uma liderança de oposição ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT). O papel de pai dos pobres, do presidente Lula (PT), com certeza o torna uma liderança blindada aos comentários do Ciro Gomes, já não é o caso do Fernando Haddad.

A Consultoria LCFB alerta aos seus clientes e associados que o ministro da Fazenda, o petista Fernando Haddad, já vem há muito tempo fazendo esse processo de aproximação com o mercado financeiro e com o agronegócio. Fernando Haddad manteve um bom diálogo com o núcleo paulista do mercado financeiro e com o setor paulista do agronegócio, no pleito eleitoral paulista de 2022, pois o próprio foi candidato ao cargo de governador, com uma ótima votação no primeiro turno e no segundo turno.

A Consultoria LCFB defende a tese que é somente uma questão de tempo do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), conseguir a aprovação do Arcabouço Fiscal e da Reforma Tributária, com ajuda do Congresso. Fernando Haddad deve em breve manter uma boa relação com o presidente do Banco Central, o economista Roberto Campos, no biênio 2023-2024.

O presidente Lula (PT) tem noção da necessidade da diminuição da extrema pobreza na população brasileira via as políticas públicas do Governo Federal, nos próximos dois anos. Lula vai provavelmente recriar um novo pacto social, com o repasse de dinheiro público ao cidadão comum bem ao estilo do repasse do período da Covid-19, no colapso da economia nacional.

O ex-ministro Ciro Gomes (PT) não poderia nesse primeiro momento se colocar contra o novo pacto social lulopetista, todavia, o próprio ainda tem espaço para as suas críticas diretas e objetivas ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), nos próximos meses. Ciro Gomes acredita num certo fracasso momentâneo da equipe econômica do Governo Federal sob a chefia do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), pois parte do staff do presidente Lula (PT) é contra o sucesso do próprio nos próximos meses: Gleici Hoffmann, Rui Costa, Aloísio Mercadante e outros.

A Consultoria LCFB defende a tese que há um embate no núcleo político do lulopetismo à revelia do presidente Lula (PT), porém tem a sua própria omissão como a principal liderança do Partido dos Trabalhadores e chefe do executivo do Governo Federal. O núcleo da área econômica do Partido dos Trabalhadores mantém um posicionamento contrário às políticas públicas com viés ultraliberal de controle dos gastos públicos, todavia, não tem uma visão clara de um modelo econômico alternativo, pois não aprendeu com o fracasso da matriz econômica dos governos Dilma 1 e Dilma 2.

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), talvez consiga convencer os setores conservadores do Congresso sobre as necessidades das reformas econômicas, em contrapartida há um certo boicote suicida do lulopetismo.

O ex-ministro Ciro Gomes vai num primeiro momento criticar o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), e, num segundo momento o seu ataque verbalmente será ao núcleo político-econômico do lulopetismo, com isso evita um embate direto, com o atual presidente da República. 

A recomendação da leitura do artigo anterior a esse no Blog do Luiz Cláudio Ferreira Barbosa:https://luizclaudioferreirabarbosa.blogspot.com/2023/04/sarto-divide-novamente-o-pdt-e-exonera.html?m=1


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor - executivo da Consultoria LCFB


quarta-feira, 5 de abril de 2023

Sarto divide novamente o PDT e exonera aliados de RC

 




Dividir para conquistar. Cerca de 2.030 anos depois, o prefeito Sarto tenta dar um novo sentido à estratégia de guerra do general romano Júlio César, ao provocar mais um “cisma” no PDT, dessa vez para a disputa à Prefeitura de Fortaleza, quando começa a “derrubar” aliados do ex-prefeito Roberto Cláudio, até então um pré-candidato mais forte ao Paço Municipal do que o próprio prefeito de plantão.


Apesar de não ter participado da batalha do primeiro cisma pedetista, há pouco mais de oito meses, quando parte do PDT acompanhou a candidatura Elmano, do PT, em detrimento à própria candidatura do partido, diante de uma reação pela não escolha da então governadora Izolda Cela para uma reeleição, Sarto foi o pivô do rompimento, justamente pela sua ausência, assim como mostrou o artigo “O general no front”, desta mesma autoria. O detentor do cargo de prefeito de Fortaleza, independente de quem quer que seja, teria a obrigação de conduzir o processo entre os pré-candidatos, com a liderança que o próprio cargo carrega. Sim, com direito a ter preferência.


Com a ausência de Sarto, assim como mais uma vez mostrou o artigo “O general no front”, Ciro Gomes teve que assumir o papel. O “general” Ciro acabou vulnerável e teve a sua liderança questionada no front que não lhe cabia. E o resultado todos acompanhamos, inclusive no pífio resultado do PDT nas urnas do ano passado, tanto ao Palácio da Abolição quanto ao Palácio do Planalto.


Ao exonerar o então titular da Sepog, Marcelo Pinheiro, da cota de Roberto Cláudio, substituído por João Marcos Maia, da cota de Mauro Filho/Ciro Gomes, Sarto mostra que “pegou corda” para tentar viabilizar uma candidatura à reeleição, sem atentar que o time que fracassou na última temporada é o mesmo a entrar em campo, enfraquecido agora com a ausência do atacante Roberto Cláudio.


Um a um, os aliados de RC vão deixando a gestão Sarto, por força da caneta. O ex-deputado estadual Barroso, por exemplo, teria se negado a conduzir a pré-candidatura Sarto. Exonerado, antes mesmo de passar pela porta, na saída da reunião. Igualmente leais a RC, Valternilo Costa e Isabella Faheina. Já Natália Rios... bem, cada qual é cada qual.


Ao tentar se livrar de RC, Sarto se volta agora para um poderoso e cruel adversário: o tempo. O prefeito de Fortaleza não possui uma marca de gestão, mesmo com mais de dois anos à frente do Paço Municipal. As trapalhadas são decorrentes, principalmente na Saúde, mesmo Sarto tendo a Medicina como formação. O fechamento abrupto do Gonzaguinha da Messejana, o então maior hospital de atendimento à mulher, sem laudo técnico e sem estudo de impacto, impõe todos os dias às gestantes da Grande Messejana um deslocamento desumano no transporte público de Fortaleza, em viagens de até 25 quilômetros, sem climatização nos ônibus e com passagem mais cara, o maior índice de aumento na tarifa do País. Outros atropelos são o encerramento no atendimento de emergência em unidades de saúde e a falta de medicamentos nos postos e nos Centros de Referência da Assistência Social.


Sarto acredita que poderá resgatar uma imagem que nunca teve, quando da entrega do novo Gonzaguinha da Messejana, em ano eleitoral. Não percebe que poderá não contar com os recursos necessários, diante dos entraves em Brasília, após não poder contar mais com os senadores Cid Gomes (PDT) e Augusta Brito (PT), além de ser um prefeito crítico do presidente Lula. O mesmo desprestígio recai sobre os deputados federais ciristas, a exemplo de Mauro Filho, que ficou no “vácuo” quando tentou aproximação de Lula e do ministro Fernando Haddad.


Mas Sarto quer ir à luta pela reeleição, sem carisma, sem marca positiva de gestão, sem ao menos uma comunicação. Sarto não consegue ter empatia e as marcas da gestão são “descaso para com a saúde”, a “taxa do lixo” e o “exorbitante aumento de 15.5% no preço da passagem do ônibus”. Já a comunicação... é o resultado de tudo isso.


Com o pensamento do ainda presidente da Assembleia Legislativa, quando ao lado da mesma equipe detinha o poder absoluto sem a necessidade de ser questionado, Sarto acredita que poderá chegar ao segundo turno pela força do cargo e, assim, melhorar as possibilidades de vencer o candidato apoiado por Elmano/Camilo/Lula.


E aqui, mais uma vez, cabe a Sarto a lição do general Júlio César: "Era preferível ser o primeiro numa aldeia a ser o segundo em Roma".


O link da matéria no Blog do Eliomar de Lima - Jornal O Povo: https://mais.opovo.com.br/colunistas/eliomar-de-lima/2023/04/04/artigo-sarto-divide-novamente-o-pdt-e-exonera-aliados-de-rc.html


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e diretor-gerente da Consultoria LCFB

segunda-feira, 3 de abril de 2023

Elmano de Freitas e a popularidade do Lula

 



 

O governador Elmano de Freitas (PT) compreendeu a necessidade da construção da sua marca política- administrativa, nos próximos dias, sem depender muito da popularidade do presidente Lula (PT), perante a opinião pública cearense. A região do nordeste ainda mantém o índice de aproximadamente 51% ótimo e bom na avaliação do terceiro mandato do presidente Lula (PT), segundo a última pesquisa do Datafolha. Elmano de Freitas teme que esse sentimento otimista do nordestino seja um estado de fé, devido a idealização do retorno dos dias de pleno emprego e da capacidade de consumo que existiam no final do segundo mandato de Lula (2007-2010).

 

A Consultoria LCFB acredita que o governador Elmano de Freitas (PT) parte da premissa de que a popularidade do presidente Lula (PT) seja algo em torno de mais de 60% de ótimo e bom entre os cearenses, nas pesquisas de opinião pública. Elmano de Freitas também tem noção que o quadro econômico não é muito favorável para a manutenção de uma alta perspectiva de dias melhores para a maioria dos cearenses, em relação ao terceiro mandato do presidente Lula (2023-2026). O choque de realidade mais profundo deve acontecer no segundo semestre deste ano.

 

A Consultoria LCFB defende a tese de que a popularidade do presidente Lula (PT) entre os cearenses vai com certeza sofrer uma queda substancial com a manutenção desse quadro inflacionário e com esse alto índice de desemprego na população ativa economicamente. A classe média tradicional da Região Metropolitana de Fortaleza está muito endividada: cartão de crédito, empréstimo, plano de saúde e outras despesas. O setor econômico que mais cresce na economia cearense é o agronegócio, porém, a sua mão de obra principal é qualificada, e, boa parte vem da região centro-oeste. O governador Elmano de Freitas precisa se organizar para uma provável queda de popularidade do presidente Lula entre os cearenses, no segundo semestre de 2023.

 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor - executivo da Consultoria LCFB 

 


domingo, 2 de abril de 2023

Élcio Batista e o Pós-Tasso Jereissati

 



 

A Consultoria LCFB acredita que o tassismo como corrente política, é apenas um espectro ideológico, e, somente reduzido a figura do ex-senador Tasso Jereissati (PSDB), e os seus assessores do diretório estadual do PSDB. O novo presidente estadual do tucanato, o sociólogo Élcio Batista, não é oriundo do tassismo, como também não será uma extensão do próprio. 

 

A Consultoria LCFB defende a tese de que a federação partidária Cidadania e PSDB será refundada a nível estadual, com a liderança do vice-prefeito de Fortaleza, Élcio Batista (PSDB), e do presidente estadual do Cidadania, o empresário Alexandre Pereira, pois ambos sempre estiveram no campo progressista da política cearense, nas últimas eleições municipais de Fortaleza (2016-2020) e nas últimas eleições estaduais (2018-2022). Élcio Batista e Alexandre Pereira não vão em hipótese alguma jogar a federação partidária Cidadania e PSDB como uma força auxiliar do polo conservador cristão cearense, com dois núcleos: Capitão Wagner (UB) e André Fernandes (PL).

 

A Consultoria LCFB não tem nenhuma dúvida da saída do prefeito de Fortaleza, o médico José Sarto, do PDT para o PSDB, e por consequência a sua entrada na federação partidária Cidadania e PSDB sob a coordenação das seguintes lideranças: Élcio Batista e Alexandre Pereira. 

 

A Consultoria LCFB defende a tese que os escombros dos erros estratégicos, na área política-eleitoral do tassismo- tucano, não irão sob hipótese alguma permitir a fixação dos alicerces do novo condomínio político-administrativo do prefeito fortalezense, José Sarto, no seu próprio processo de reeleição.

 

 

Alexandre Pereira e Élcio Batista não devem neste momento repetir a incongruência ideológica do tassismo ressentido ao lulopetismo cearense. A segunda parte deste artigo em breve. 


Faço a recomendação da leitura deste artigo, com semelhante assunto do atual texto: https://luizclaudioferreirabarbosa.blogspot.com/2023/03/tasso-jereissati-e-o-anti-elmano-de.html?m=1

 

 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor - executivo da Consultoria LCFB 

 


sábado, 1 de abril de 2023

Camilo Santana e o Republicanos (Chiquinho Feitosa e Pastor Ronaldo Martins)

 




A Consultoria LCFB identificou o surgimento do camilismo sem petismo ou bloco de apoiadores do ministro da Educação, Camilo Santana (PT), que não têm inclinação para fazer parte da federação partidária estadual lulopetista (PT, PC do B e PV), nas eleições municipais de 2024, no Ceará. Camilo Santana convidou o empresário, Chiquinho Feitosa, para ser o seu representante à frente da direção estadual do Republicanos, contudo, o processo somente foi a frente com o aval do atual presidente estadual do Republicanos seção cearense, o vereador fortalezense Pastor Ronaldo Martins, nessa nova acomodação interna desta agremiação partidária.

O ministro da Educação, Camilo Santana (PT), já tinha uma compreensão da necessidade de criar um espaço político-partidário para os aliados não petistas, pois a federação partidária estadual lulopetista (PT, PC do B e PV) não é controlada por seu grupo político. Camilo Santana vai com toda certeza fazer a orientação ao seu aliado não petista de se filiar no Republicanos, no município do seu domicílio eleitoral.

A Consultoria LCFB acredita que num primeiro momento o Republicanos deve sem dúvida atrair muitos membros das seguintes agremiações partidárias da base aliada do Governo Estadual: MDB, Progressistas e outros. Num segundo momento o Republicanos vai buscar uma enorme fatia dos filiados pró-Governo Estadual do PSD e da federação partidária Cidadania-PSDB, pois ambas não têm como serem da base governista do governador Elmano de Freitas (PT), para as eleições municipais do próximo ano, em solo cearense. 

Faço a recomendação do seguinte artigo, com a mesma temática: https://luizclaudioferreirabarbosa.blogspot.com/2023/02/camilo-santana-chiquinho-feitosa.html?m=1

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor - executivo da Consultoria LCFB