Camilo Santana e a militância digital de André Janones
A construção do partido digital pró-Lula ao estilo do partido digital bolsonarista é um marco histórico no segundo turno do pleito eleitoral presidencial. O deputado federal, André Janones (Rede-PSOL), conhecia a essência política-eleitoral da plataforma digital da direita antipetista, pois o próprio era dissidente do antipetismo.
O partido digital pró-Lula ou exército de Lula deve perder o sentido de existir como uma ferramenta de mobilização, pois atingiu o seu objetivo de derrotar o senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da sucessão presidencial.
O partido digital pró-Lula é temporário em relação ao partido digital bolsonarista que atua há quase uma década. O deputado federal André Janones (Rede-PSOL) terá o reconhecimento do presidente Lula (PT), todavia, o partido digital pró-Lula é um corpo estranho para o modelo centralizado e analógico do lulopetismo brasileiro sob égide do personalismo do presidente Lula (PT).
O senador Camilo Santana (PT) se tornou membro do núcleo político-eleitoral da campanha de segundo turno do presidente Lula (PT), em detrimento outras lideranças do lulopetismo cearense:
O governador Elmano de Freitas (PT)
O senador Cid Gomes (PSB)
O ministro José Nobre Guimarães (PT)
A senadora eleita Luizianne Lins (Rede-PSOL)
O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, defende a tese que o camilismo é a única corrente do lulopetismo cearense com espaço garantido na Esplanada dos Ministérios a partir do próximo ano. Luiz Cláudio Ferreira Barbosa acredita que a experiência do exército digital pró-Lula deve ser mantido na política cearense, porém, sob o comando do grupo político-partidário camilista na política cearense.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e consultor político

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