segunda-feira, 13 de abril de 2026

A Desaprovação do Lula - Análise dos dados do Instituto Veritá



A Desaprovação do Lula - Análise dos dados do Instituto Veritá


O Instituto Veritá fez uma consulta eleitoral sobre a sucessão presidencial e a avaliação do presidente Lula entre os dias 13/03 e 04/04, com 40.500 entrevistas utilizando um questionário eletrônico desenvolvido especificamente para esta pesquisa. 


O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, analisou especialmente a pergunta do questionário de número dezessete: o(a) sr(a) aprova ou desaprova a maneira como o presidente Lula vem administrando o país? O resultado:


Aprova - 39%


Desaprova - 61%


Observação: a pergunta do questionário da consulta eleitoral do Instituto Veritá só tem duas respostas válidas (Aprovo ou Desaprovo). Então o entrevistado toma um posicionamento político-administrativo em relação ao presidente Lula, isso é independente do grau do seu interesse no pleito eleitoral de 2026 para presidente da República. 


A Consultoria LCFB defende a tese de que o Instituto Veritá detectou a ampliação da democracia digital nos rincões brasileiros, pois a publicidade do Governo Federal é contestada pelos grupos nas redes sociais. É um fenômeno de movimento horizontal independente das brigadas pró-Flávio Bolsonaro (PL) ou das brigadas Pró-Lula (PT).


A Consultoria LCFB acredita que seja um cansaço profundo com o presidente Lula (PT), onde o principal celeiro social é o espaço privado do cidadão comum. A retórica lulopetista não convence uma parte maciça da sociedade civil dos benefícios político-institucionais de um quarto mandato ao presidente Lula (PT). 


O perfil socioeconômico do eleitorado que reprova o modelo político-administrativo do atual chefe do executivo do Governo Federal:


Sexo Masculino (Desaprovação 51%)


Faixa Etária 35 a 54 anos (Desaprovação 46%)


Acima de cinco salários-mínimos (Desaprovação 60,5%)


Evangélica (Desaprovação 73%)


Raça Branca (Desaprovação 62,5%)


A reprovação da administração do presidente Lula (PT) deve ser creditada ao cansaço de parte majoritária da sociedade brasileira em relação à retórica do marketing eleitoral (Novo período de bonança) do lulopetismo oriunda do pleito eleitoral presidencial de 2022. O partido digital pró-Flávio Bolsonaro somente amplia esse sentimento de descontentamento do homem simples que foi apresentado recentemente à democracia digital via redes sociais. 


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e consultor político 





Um comentário:

  1. Sua análise está corretíssima. Chamo isso de "Fadiga Dissonante do Poder". Trocando em miúdos, é a estafa produzida pela tensão insustentável entre o que o povo tem como expectativa e o Poder está entregando de fato. Principalmente quando o Poder reitera, através de narrativas, que está contemplando essas expectativas da população.
    Já vivenciei isso por três dolorosas experiências. E aprendi, na própria carne, que não tem marketing que dê jeito!
    Parabéns pela análise e um Grande abraço!

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