terça-feira, 31 de outubro de 2023

Evandro Leitão vai se filiar ao Partido dos Trabalhadores

 



O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, o deputado estadual Evandro Leitão, vai se direcionar para o Partido dos Trabalhadores, assim como a maioria dos parlamentares quando saírem do PDT para o PT, para disputarem a reeleição nos parlamentos. Evandro Leitão compreende que a sua competitividade ao cargo de prefeito de Fortaleza, é totalmente dependente do capital político-eleitoral do lulopetismo cearense, em síntese da necessidade do número treze na campanha durante o primeiro turno do pleito eleitoral da capital cearense. 


Os deputados estaduais e os deputados federais que saírem do PDT cearense, com certeza vão preferir ir para o Partido dos Trabalhadores ou a federação partidária lulopetista (PT, PC do B e PV), todavia, as suas lideranças municipais irão para as seguintes agremiações partidárias: PSB, Podemos e Republicanos. O principal interesse comum do senador Cid Gomes (PDT) e do ministro Camilo Santana (PT) é o de substituir o papel que poderia ser do PDT para a governabilidade institucional do governador Elmano de Freitas (PT), para um conjunto de agremiações partidárias camilista-cidista: PSB, Podemos e Republicanos. 


O único ponto comum entre o deputado estadual Evandro Leitão (PDT) e o senador Cid Gomes (PDT) é a ida da agremiação brizolista-trabalhista definitivamente para a base de apoio do condomínio político-administrativo lulista-elmanista. Evandro Leitão deseja ser o candidato a prefeito de Fortaleza do presidente Lula (PT) e do governador Elmano de Freitas (PT), na sigla partidária de ambos (Partido dos Trabalhadores). Cid Gomes precisa fortalecer o bloco partidário (PSB e Podemos) do ministro Camilo Santana (PT), pois o Republicanos sob a liderança do empresário Chiquinho Feitosa tem raia própria e independente da filiação de vários prefeitos e lideranças oriundas do PDT seção cearense. 


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 




segunda-feira, 30 de outubro de 2023

Elmano de Freitas deseja a maioria dos prefeitos do PDT Cearense

 



O governador Elmano de Freitas (PT) começou um trabalho de fortalecimento da federação partidária lulopetista (PT-PC do B e PV), em detrimento dos aliados de primeira hora ou primeira ordem: MDB (Eunício Oliveira), Progressistas (Zezinho Albuquerque), Republicanos (Chiquinho Feitosa) e PSB (Eudoro Santana). Elmano de Freitas não vai fortalecer o subgrupo lulopetista sob a liderança do ministro Camilo Santana (PT) e a colaboração do senador Cid Gomes (PDT) nas seguintes agremiações partidárias locais ou cearenses, sob controle do camilista-cidista: PSB, Podemos e Republicanos. 


A Consultoria LCFB acredita que o núcleo político do Governo Estadual tentará com certeza direcionar vários prefeitos pedetistas e lideranças cirista-trabalhista para a federação partidária lulopetista (PT-PC do B e PV), pois o movimento político-institucional não é despercebido pelo jornalismo político cearense e pela maioria dos analistas políticos locais. É um esquecimento proposital na visão analítica da Consultoria LCFB.  


A Consultoria LCFB defende a tese de que o subgrupo lulopetista sob a liderança do ministro Camilo Santana (PT) numa ação política-institucional que pode ser chamada de segunda onda política-eleitoral contra o cirismo-trabalhista, todavia, o principal alvo é a liderança do deputado federal André Figueiredo como o único empecilho para a cooptação do PDT local ao camilista-cidista. E somente num segundo momento ao lulopetismo cearense via o Governo Estadual. 


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 




domingo, 29 de outubro de 2023

Cid Gomes deve sair do Partido Democrático Trabalhista (PDT ) - Parte 01

 



O pleito eleitoral de 2022 teve um fenômeno fora da curva no campo político-ideológico, pois o lulopetismo cearense adotou o cirismo-trabalhista como o seu principal adversário, com isso o wagnerismo-bolsonarista se tornou um adversário secundário durante o processo eleitoral do primeiro turno. 


O atual expediente do grupo interno cidismo-camilista no diretório estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT) é apenas o continuísmo do movimento político-institucional do lulopetismo cearense contra o cirismo-trabalhista. É um movimento pós-eleitoral de esvaziamento do PDT local. 


A vitória da candidatura petista do deputado estadual, Elmano de Freitas, para a chefia do executivo do Governo Estadual no primeiro turno do pleito eleitoral de 2022, por si só evitou o confronto entre o lulopetismo cearense contra o wagnerismo-bolsonarista, num eventual segundo turno. A primeira onda do lulopetismo foi contra o cirismo-trabalhista, já a segunda onda foi adiada ou suspensa, porém, a Consultoria LCFB acredita que o subgrupo lulopetista do senador Cid Gomes (PDT) e do ministro Camilo Santana (PT) fizeram uma segunda onda anti-trabalhista ou anti-André Figueiredo. 


A Consultoria LCFB defende a tese de que o esfacelamento do bloco partidário entre o União Brasil e o Partido Liberal na política cearense, sem dúvida foi um fenômeno político-institucional muito rápido. O resultado final foi a criação de vários subgrupos oriundos das agremiações partidárias citadas neste parágrafo: o subgrupo Roberto Pessoa - Capitão Wagner (Neo Governista), o subgrupo Acilon Gonçalves-Júnior Mano (Pós-Governista); e o subgrupo oposicionista pós-bolsonarista ( André Fernandes e Carmelo Neto). A oposição se tornou multipolar ou sem núcleo aglutinado político-ideológico contra o lulopetismo cearense.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 




sexta-feira, 27 de outubro de 2023

Evandro Leitão transcende ao Cirismo-Trabalhista

 






O deputado estadual Evandro Leitão (PDT) se colocou distante do imbróglio político-institucional do diretório estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT), num processo de transcender ao cirismo-trabalhista para se deslocar para o Partido dos Trabalhadores do Ceará. Evandro Leitão deseja ser a nova liderança do lulopetismo fortalezense. 


O problema interno do diretório estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT) tem uma grande probabilidade de terminar numa diáspora de várias lideranças trabalhistas outrora no campo ideológico cirista sob a liderança do senador Cid Gomes, nos últimos anos. A maioria dos parlamentares pedetistas vão esperar a janela partidária que ocorre à véspera do pleito eleitoral de 2026, contudo, os próprios devem a apoiar a pré-candidatura do deputado estadual Evandro Leitão ao cargo de prefeito de Fortaleza que poderá ser pelo Partido Socialista Brasileiro (PSB) ou pelo Partido dos Trabalhadores, sendo mais provável a segunda opção (PT). 


O presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, o deputado estadual Evandro Leitão, se afastou primeiro do ex-ministro Ciro Gomes, pois num segundo momento se afastaria da cúpula estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT); e por último do senador Cid Gomes. Evandro Leitão é ex-cirista, assim como ex-pedetista; e agora ex-cidista. A nota da Consultoria LCFB é somente para chamar atenção da total desvinculação do Evandro Leitão do cirismo-trabalhista e do subgrupo do cidismo-trabalhista. 


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 


terça-feira, 24 de outubro de 2023

O Eleitorado Conservador Fortalezense

 




O surgimento do eleitorado conservador fortalezense como força política-eleitoral aconteceu com a candidatura a prefeito de Fortaleza do deputado federal, Moroni Torgan, pelo PFL, no pleito eleitoral de 2000. Moroni Torgan teve aproximadamente 20% dos votos válidos no primeiro turno. No pleito eleitoral de Fortaleza de 2004, o candidato a prefeito do PFL teve quase 30% dos votos válidos, no primeiro turno, mas perdeu o segundo turno. Na terceira candidatura a prefeito de Fortaleza de Moroni Torgan ao executivo da capital cearense, o próprio teve quase 30% dos votos válidos no primeiro turno do pleito eleitoral de 2008, não tivemos segundo turno.  


O eleitorado conservador fortalezense na primeira década dos anos 2000, em sua grande maioria era do sexo masculino, com renda econômica de dois até cinco salários mínimos, e com nível educacional de ensino médio, e morador da periferia da capital cearense. A grande classe média baixa que não era apolítica e nem de extrema direita, contudo, não se sentia mais representada pelo MDB do prefeito Juraci Magalhães e nem se sentia representada pelo polo progressista fortalezense (PC do B e PT). A classe média tradicional local foi a grande responsável pela vitória da candidata petista, Luizianne Lins, nas eleições de 2004 e 2008. A baixa classe média representa politicamente o conservadorismo cristão e não segue os interesses políticos da classe média tradicional.  


A primeira campanha do Capitão Wagner para o cargo de prefeito de Fortaleza, no pleito eleitoral 2016, já trouxe uma grande frente partidária de oposição à reeleição do prefeito Roberto Cláudio (PDT), com os seguintes partidos: PR, MDB e PSDB. Capitão Wagner recebeu apoio da classe média tradicional e da classe média baixa, num discurso bem mais moderado do que o ex-deputado federal, Moroni Torgan, na década anterior. A votação de quase 33% dos votos válidos no primeiro turno, sem dúvida é uma consolidação no campo social do conservadorismo cristão (Católico e Evangélico). A extrema direita foi ator político coadjuvante.  


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 

domingo, 22 de outubro de 2023

O Momento Político da Centro-Direita Cearense: Capitão Wagner, Eduardo Girão e Acilon Gonçalves





O grupo político do ex-deputado federal Capitão Wagner mantém uma enorme aproximação com o grupo político do prefeito de Maracanaú, o empresário Roberto Pessoa, com isso há consenso na executiva estadual do União Brasil de não ser uma oposição radical ao governador Elmano de Freitas (PT), porém, não é equação política-administrativa totalmente fechada. Capitão Wagner poderia vir a representar o antipetismo como candidato a prefeito de Fortaleza, no próximo ano. 


O senador Eduardo Girão se distanciou da executiva nacional do Podemos, já num movimento silencioso político-institucional fez a sua filiação ao Novo do Romeu Zema. Eduardo Girão se tornou direitista não centrista a nível nacional e a nível local. O diretório estadual do Novo adotou uma agenda política de conservadorismo liberal, todavia, sem a agenda de costumes da direita radical pós-bolsonaristas. Na avaliação da Consultoria LCFB o senador Eduardo Girão (Novo) vai em direção da agenda de costumes dos radicais bolsonaristas. O diretório estadual do Novo não tem interesse em apoiar o ex-deputado federal Capitão Wagner (UB), no primeiro turno do pleito eleitoral de 2024, na capital cearense.


O presidente estadual do Partido Liberal, o prefeito do Eusébio Acilon Gonçalves mantém uma aliança informal com o governador Elmano de Freitas (PT) através do deputado federal, Júnior Mano (PL). É preciso uma certa compreensão de que o presidente do PL seção cearense tem uma aliança formal com o prefeito de Fortaleza, o médico José Sarto (PDT), em detrimento ao diretório fortalezense do PL que é oposição ao poder executivo da capital cearense. 


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-executivo da Consultoria LCFB 

sexta-feira, 20 de outubro de 2023

Evandro Leitão precisa do número 13 do Partido dos Trabalhadores

 



A Consultoria LCFB defende a tese que o atual presidente da Assembleia Legislativa do Ceará, o deputado estadual Evandro Leitão (PDT), com certeza deverá se filiar ao diretório municipal de Fortaleza. 


Evandro Leitão precisa do número 13 para se tornar viável no pleito eleitoral do próximo ano, pois o número mencionado é o mesmo no imaginário popular usado pelo presidente Lula (PT) e o governador cearense, Elmano de Freitas (PT), assim como já foi o número da eleição e da reeleição do ex-governador e atual ministro da Educação (Camilo Santana). 


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é diretor-gerente da Consultoria LCFB