terça-feira, 8 de novembro de 2022

Queda no poder de compra pode influenciar o voto para presidente

 

https://www.brasildefatoce.com.br/2022/10/26/queda-no-poder-de-compra-pode-influenciar-o-voto-para-presidente


César Maia tem 48 anos e vem de uma família de agricultores que viveu épocas difíceis no interior do Ceará. Ele relembra com orgulho a trajetória do pai, meeiro de uma propriedade em Itapiúna, onde a família de 8 irmãos viveu por 23 anos. Mas também recorda da primeira eleição de Lula em 2002 e de como a vida aos poucos se modificou durante os governos do PT. “As duas cisternas que eu tenho foram dadas por Lula, a luz também. A minha casa também foi ele que deu e ele me deu poder de compra pra eu aumentar ela e encher de eletrodoméstico. Tudo que eu conquistei foi graças a ele”, diz emocionado o agricultor que mora em um assentamento Curimatã em Ibaretama, distante 115 quilômetros de Fortaleza.


César é pai de cinco filhos e todos foram criados no assentamento. Hoje, ele mora com a esposa e uma filha menor, plantando, colhendo e fazendo um movimento de resistência e consciência política, protagonizando sua própria história. “Criei todos os meus filhos sem as dificuldades que passei. Quando eu era jovem sofri pra comprar uma bicicleta, juntava o dinheiro e nunca dava. Com o PT, comprei três motos, paguei minha terra e não devo nada ao banco porque Lula e Dilma perdoaram muitas dívidas, quase todas. Com esse governo não consigo nem comprar o portão da casa. O óleo, açúcar, leite, tudo caro e dificultoso e não é só pro pobre do interior não, na capital é pior”, conta o agricultor.


Gilson não quer dizer o sobrenome porque tem medo de ser identificado no prédio onde trabalha, mas conta que está sendo difícil se manter e cuidar da família nos últimos anos. “No governo Lula eu consegui comprar meu carro, mas eu tive que vender e passei a andar de bicicleta. Eu comecei a construir minha casa, mas com o preço do material de construção eu tive que parar também. Tudo caro, ninguém consegue fazer nada nesse governo”, lamenta.


César e Gilson fazem parte de um movimento iniciado com o fim da recessão econômica em 2003, primeiro ano do governo Lula e que se seguiu até 2014, quando diversas articulações políticas e institucionais culminaram no golpe da presidenta Dilma, em 2016. Época onde houve crescimento da renda das pessoas acima do crescimento do PIB, a redução contínua da desigualdade e o avanço da economia. “A política econômica do PT vê o estado como um agente ativo que deve interferir na economia em casos de crises estruturais. É um governo que propõe maior investimento em políticas sociais, com oferta de crédito para micro e médios empresários, com créditos rurais e fortalecimento das empresas públicas, isso acaba influenciando no crescimento econômico. De forma mais ampla há uma diferença enorme entre a visão do papel do estado na economia”, analisa o economista e professor da Universidade Estadual do Ceará, André Lima, ao comparar a política econômica dos governos do PT e a do presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL).


A redução dos gastos do governo, inclusive os sociais, impacta no consumo agregado que interfere diretamente no PIB. Quem precisa de auxílio tem propensão a consumir tudo que recebe de renda. Eles não conseguem economizar porque têm baixa renda. Mais quatro anos de governo Bolsonaro vai agravar ainda mais a situação da classe trabalhadora, sobretudo, baixa e média”, reflete Lima.


Dados do Banco Central mostram que o endividamento das famílias representava 56% da renda anual em dezembro de 2020, patamar recorde da série estatística iniciada em 2005. Um ano antes, em 2019, estavam em 49%. Desemprego e queda na receita familiar causados pela política estabelecida na pandemia; perda dos auxílios e a alta dos preços compõem o retrato atual do Brasil. É com essa pauta econômica que se preocupa boa parte da classe média, uma parcela numerosa da população brasileira que está na mira dos presidenciáveis durante as eleições. “A classe média baixa e mediana, que ganha entre 2 e 5 salários, não é beneficiada diretamente pelo governo e também não ascendeu economicamente como a classe média alta. É um grupo que ainda sente os efeitos da crise econômica, mas que ideologicamente é contra a interferência do estado na economia”, analisa o consultor político Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, que complementa, “Estão polarizadas. No Nordeste, Bolsonaro precisa conquistar a classe média das capitais e Lula precisa ser ouvido pela classe média dos pequenos e médios municípios do Sul e Centro-Oeste”.


Classe média no Brasil


De acordo com a pesquisa Ipec, divulgada na última segunda (24), entre os eleitores de Bolsonaro, 54% estão na faixa de renda entre dois e cinco salários mínimos. Entre os eleitores de Lula, 40% estão dentro dessa renda. Essa população representa 34% dos cidadãos brasileiros. Controversa, não existe uma classificação consensual para a classe média no Brasil, mas especialistas são unânimes em apontar a queda monetária do grupo.


Critérios econômicos avaliam a renda das famílias, mas aspectos sociais e culturais também entram nas estatísticas. Para o professor de Economia e Economia Ecológica da Universidade Federal do Ceará, Fábio Sobral, cidadãos que recebem entre dois e cinco salários mínimos foram formados na ideia do empreendedorismo e quem teve relações formais com uma empresa, de modo geral, não compreende o papel da organização sindical coletiva. “Há a percepção do estado como inimigo, uma aceitação da ideia de que basta a vontade individual ou esforço próprio para vencer no mundo. Existe a ideia do sucesso como recompensa do esforço individual ou até mesmo da força divina. Bolsonaro expressa esse conservadorismo na compreensão religiosa e esse liberalismo extremado do ponto de vista econômico, eis o motivo da adesão ao projeto dele”, analisa.

 


Edição: Camila Garcia

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

A Vitalidade da Frente Ampla pró - Lula. No Ceará: PSB e Cidadania

 




 

A frente ampla pró - Lula (PT) é uma realidade em todo Brasil, contudo, no Ceará, já temos uma dinâmica muito própria, com a construção de um polo centrista ou social liberal através das seguintes agremiações partidárias: Cidadania e PSB.

 

O presidente estadual do Cidadania, o empresário Alexandre Pereira, e o presidente estadual do Partido Socialista Brasileiro, o deputado federal Denis Bezerra, já criaram uma parceria política-eleitoral pró-Lula, com uma enorme perspectiva de atrair os setores progressistas da classe média tradicional cearense.

 

O governador eleito petista, Elmano de Freitas, e o senador petista eleito, Camilo Santana, sem dúvida estão fazendo  uma maratona nos principais municípios cearenses. O prefeito de Caucaia, Vitor Valin, faz o papel de principal articulador da frente ampla de caráter popular pró - Lula, na região metropolitana de Fortaleza.

 

O candidato à vice-presidente da chapa majoritária PT e PSB, o ex-governador Geraldo Alckmin, tem na figura do deputado federal Denis Bezerra o seu principal representante ou porta-voz na política local. O presidente nacional do Cidadania, Roberto Freire, e a senadora emedebista, Simone Tebet, têm no presidente estadual do Cidadania, Alexandre Pereira, o principal interlocutor na política cearense. Denis Bezerra e Alexandre Pereira precisam vocalizar a frente ampla moderada ou centrista pró - Lula, na classe média tradicional cearense.

 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB 

 


quarta-feira, 19 de outubro de 2022

Vitor Valin contra a Onda Bolsonarista

 



 

O processo eleitoral do segundo turno já entrou nos seus últimos dias, com a polarização entre o populismo de centro contra o populismo de direita, num grau elevado de enfrentamento de ativistas digitais, nas redes sociais. A Consultoria LCFB acredita numa boa votação do presidente Jair Bolsonaro, na capital cearense e na Grande Fortaleza, contudo, sem uma previsão de sua vitória, na cidade chave de Caucaia. A disputa do voto é através da blogosfera e dos veículos tradicionais de comunicação (Rádio, Televisão e Jornal), em detrimento dos espaços públicos. 

 

O prefeito de Fortaleza, o ex-deputado estadual José Sarto (PDT), e o presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, o vereador Antônio Henrique (PDT), não foram absorvidos pelo comitê lulopetista do senador eleito, Camilo Santana (PT), e do governador eleito, Elmano de Freitas (PT), nos últimos dias. Temos a construção de várias frentes partidárias pró -Lula (PT, PDT e PSB), isso somente na capital cearense. A Consultoria LCFB viu a unificação de um único comitê regional pró - Jair Bolsonaro (PL) sob a liderança dos seguintes parlamentares: André Fernandes (PL) e o Carmelo Neto (PL). 

 

O prefeito de Caucaia, Vitor Valin, vai se tornar o único paredão lulista contra uma onda silenciosa que é oriunda das redes sociais pró-Jair Bolsonaro, na Região Metropolitana de Fortaleza. Na região de fronteira entre o município de Caucaia e o município de Fortaleza há um enorme contingente da classe média baixa ou classe C, segmento social com renda de até dois salários mínimos e  ensino médio completo. É em síntese o eleitorado mais propício na região Nordeste a fazer a mudança de voto, para presidente da República, podemos então ter um aumento da votação do presidente Jair Bolsonaro (PL), pois o índice de aprovação do Governo Federal já melhorou nessa clivagem social.

 

A Consultoria LCFB já compreendeu a mudança de postura do comitê pró - Jair Bolsonaro (PL), nas redes, em função da eliminação do discurso dúbio que havia na frente partidária de oposição (PL e União Brasil), no primeiro turno, todavia, não temos essa dualidade verbal, no evento do segundo turno. O discurso único é de defesa da reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL). O prefeito de Caucaia, Vitor Valin, precisa ter a compreensão de que a campanha de volume nas ruas, não reflete quase nada, no espaço privado do cidadão. O debate político-eleitoral de Caucaia é nas redes sociais e nos espaços privados. Vitor Valin precisa produzir um excelente conteúdo para as redes sociais e bons vídeos, em defesa do alinhamento administrativo de Caucaia, com o Governo Estadual e  Governo Federal, na administração do ex-presidente Lula a partir do próximo ano.

 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB 

 

terça-feira, 18 de outubro de 2022

Bolsonarismo 2022

 



O Bolsonarismo é um estilo de governabilidade, porém, há agenda de pautas de direita radical. A grande maioria dos parlamentares eleitos na onda bolsonarista desse pleito eleitoral, não é oriunda das redes sociais, e sim da máquina administrativa ou já fazia parte de alguma instância do legislativo. O antipetismo não foi logicamente o principal discurso programático do eleitor de direita não centrista. O neobolsonarismo depende da máquina administrativa do Governo Federal, assim como de suas políticas públicas, nos estados e nos municípios.

O desaparecimento do campo democrático de centro-direita antibolsonarista, na política brasileira, é um fato consumado. Os seguintes partidos se tornaram médias ou pequenas agremiações partidárias: PSDB, Podemos, Cidadania e outros. O MDB e o União Brasil são representantes do centrão envergonhado. A federação partidária pró - Lula ( PT, PC do B e PV) vai tentar absorver os seguintes partidos de centro-esquerda, o PDT e o PSB, no decorrer do segundo turno, assim como fez em relação ao PSDB-Cidadania pró - Geraldo Alckmin (PSB).O ex-presidente Lula precisa sinalizar positivamente para os palanques regionais tucanos nos seguintes estados: Paraíba, Pernambuco, Espírito Santo e Rio Grande do Sul.

O orçamento secreto é o novo estágio do presidencialismo de compadrio, com a organização do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP), e do ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), pois recriaram o Centrão aliado do Governo Federal. O ex-presidente Lula teve quase 50% dos votos válidos, na sucessão presidencial, contudo, só elegeu um pouco mais ¼ do Congresso. O lulismo é muito reduzido ao carisma do Lula entre os eleitores de renda mais baixa e entre os nordestinos, como as suas principais clivagens eleitorais. Os congressistas pró - Governo Federal vão ser essenciais, nas regiões Norte e Nordeste, para a campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), no segundo turno.

O presidente Jair Bolsonaro precisa provar ao eleitor da classe média baixa de São Paulo e de Minas Gerais, a sua capacidade de governar para eles. A chave da provável vitória do bolsonarismo é o convencimento do eleitor paulista e do eleitor mineiro muito próximo da linha da pobreza extrema. O crescimento da avaliação do Governo Federal pode atrair o eleitorado da classe média alta, para referendar a reeleição do atual chefe do executivo do Palácio do Planalto. O ex-presidente Lula (PT) precisa atrair o eleitorado conservador dos grandes centros urbanos da direita liberal ou direita pró - mercado.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB


Camilo Santana e o Alexandre Pereira

 






O ex-governador Camilo Santana (PT) tem uma característica muito ímpar de reconstruir uma relação política. Camilo Santana compreendeu a necessidade de reatar um bom relacionamento com a direção estadual do Cidadania, na figura do seu presidente estadual, o empresário Alexandre Pereira.

A Consultoria LCFB acredita na necessidade de reconstrução de um polo centro-direita de viés liberal social, com um diálogo permanente, com o Governo Estadual, nesse período de segundo turno presidencial, como também após o término do processo eleitoral. É muito natural essa aproximação na real política do Partido dos Trabalhadores e do Cidadania, no cenário local.

O empresário e presidente estadual do Cidadania, Alexandre Pereira, já tinha essa missão de fazer o comitê local pró-Lula (PT) de acordo com a recomendação da direção nacional do Cidadania, isso é independente do Partido dos Trabalhadores local. O senador eleito petista, Camilo Santana, foi muito hábil em convidar o Alexandre Pereira, para uma visita ao comitê central do lulopetismo cearense. O Cidadania vai fazer parte do comitê camilista-lulista.

O Cidadania é um ator político-eleitoral muito importante no contexto de disputa de voto, na classe média tradicional fortalezense. O presidente estadual do Cidadania, Alexandre Pereira, sempre manteve um diálogo franco e aberto, com os setores produtivos da capital cearense. É uma oportunidade única de reduzir o apoio de determinados setores da classe média fortalezense à reeleição do atual presidente da República, neste segundo turno.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB


segunda-feira, 17 de outubro de 2022

André Fernandes e o Bolsonarismo Cearense

 




A Consultoria LCFB foi muito procurada nos últimos dias, em função do interesse de vários empresários e também de vários políticos ciristas, com grande interesse em apoiar o presidente Jair Bolsonaro (PL), neste segundo turno, no Ceará. A nossa principal dica é procurar o comitê do deputado federal eleito, André Fernandes, pois é também o principal ponto de apoio escolhido pelo próprio Jair Bolsonaro, como local aglutinador de novos aliados locais.

É preciso reconhecer a estatura política conquistada pelo atual deputado estadual, André Fernandes (PL), perante o eleitorado cativo bolsonarista cearense, hoje é o núcleo da campanha do presidente Jair Bolsonaro, pois o próprio se tornou o seu principal interlocutor, na política local. É preciso frisar o belíssimo trabalho do atual presidente estadual do Partido Liberal, o médico Acilon Gonçalves, e o deputado federal, Júnior Mano (PL), junto aos correligionários partidários e das adesões de ex-ciristas, na campanha de reeleição do atual presidente da República.

O núcleo bolsonarista do União Brasil literalmente encontrou no comitê do deputado estadual André Fernandes e do presidente Jair Bolsonaro (PL), o seu novo ancoradouro político - eleitoral. É sem dúvida algo quase espontâneo. O deputado federal Capitão Wagner (UB) e a advogada e ativista social, Kamila Cardoso (Avante), vão ter espaço de fala e participação nas últimas duas semanas do segundo turno, da campanha majoritária local pró - Jair Bolsonaro (PL).

A Consultoria LCFB acredita no papel do deputado federal, Doutor Jaziel (PL), e da deputada estadual, Doutora Silvana (PL), como grandes interlocutores junto à classe média tradicional cearense. A dica da Consultoria LCFB seria uma carta assinada de próprio punho pelo casal Jaziel e Silvana ao setor produtivo da economia cearense, com a participação do empresário Tadeu Oliveira, em defesa da reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), pois com certeza abriria um novo canal de interlocução, em relação ao eleitorado moderado, com vontade de participar efetivamente da campanha do atual chefe do Governo Federal, em solo cearense.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB


Denis Bezerra e o Lulismo Liberal

 


https://mais.opovo.com.br/colunistas/eliomar-de-lima/2022/10/13/artigo-denis-bezerra-e-o-lulismo-liberal.html


O ex-governador paulista e candidato a vice-presidente ao lado do ex-presidente Lula, o médico Geraldo Alckmin (PSB), tem sido o grande responsável pela reorganização da campanha presidencial do PT e do PSB, neste segundo turno. Geraldo Alckmin literalmente trouxe o PSDB de Fernando Henrique Cardoso e José Serra para a campanha lulopetista, assim como se tornou o principal interlocutor entre a ex-presidenciável Simone Tebet (MDB) e o ex-presidente Lula.


O núcleo da equipe econômica do Plano Real, nas figuras dos economistas Pedro Malan e Arminio Fraga, somente veio fazer parte da campanha de segundo turno do presidenciável Lula, com a anuência ou interferência do seu companheiro de chapa majoritária, Alckmin.


O tamanho do Geraldo Alckmin e do PSB na campanha de segundo turno de Lula é algo nada fácil de dimensiona


O deputado federal Denis Bezerra vai acompanhar a direção nacional do PSB e o candidato Alckmin no tangente à criação de um comitê local, propício aos lulistas não petistas. É preciso frisar que não é um concorrente do comitê lulopetista do senador eleito Camilo Santana (PT) e do governador eleito Elmano de Freitas (PT), neste período de segundo turno. É na realidade um grande comitê com duas sedes.


A senadora Simone Tebet já lançou uma campanha política-eleitoral do lulismo sem o tom vermelho tradicional, em seu lugar, o tom branco. O comitê pró-Lula da direção estadual do PSB poderia encampar essa proposta de campanha lulista de teor mais liberal de Geraldo Alckmin, Fernando Henrique Cardoso e Simone Tebet.


O deputado federal Denis Bezerra deveria convidar o presidente estadual do Cidadania, Alexandre Pereira, assim como o presidente estadual do PROS, Adilson Pinho, para ambos visitarem o comitê local do PSB - Lula - Geraldo Alckmin.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e gerente-executivo da Consultoria LCFB