domingo, 31 de julho de 2022

DENIS BEZERRA (PSB) E A CAMPANHA DO ROBERTO CLÁUDIO (PDT) AO GOVERNO DO CEARÁ

 


https://www.ocafezinho.com/2022/07/28/denis-bezerra-e-a-campanha-do-roberto-claudio-ao-governo-do-ceara/

Nesta quarta-feira, 27, o deputado federal e dirigente do PSB cearense, Denis Bezerra, oficializou durante a convenção socialista o apoio da sigla a candidatura do ex-prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), ao governo do Ceará.


“O maior capital político do deputado federal, Denis Bezerra, não é somente a presidência estadual do PSB, é sem dúvida a capacidade de construir um palanque pró-Lula”, destaca o consultor político Luiz Cláudio Ferreira Barbosa.


Além do PSB, a campanha de RC ao Palácio da Abolição também conta com o apoio do diretório estadual do Cidadania, presidido pelo empresário Alexandre Pereira. Não há dúvidas de que PSB e Cidadania são as espinhas dorsais da candidatura pedetista ao executivo cearense.

Artigo - Alexandre Pereira e a campanha de Roberto Cláudio

 



https://mais.opovo.com.br/colunistas/eliomar-de-lima/2022/07/22/artigo-alexandre-pereira-e-a-campanha-de-roberto-claudio.html

A escolha do ex-prefeito fortalezense, o médico Roberto Cláudio, como o candidato pedetista-cirista ao cargo de chefe do Executivo do Governo do Ceará, é sem dúvida o tema do momento na imprensa tradicional e nas redes sociais. Alguns detalhes, porém, são muito pouco analisados pelos comentaristas políticos cearenses. Na minha opinião, um fato importante é sem dúvida o papel do presidente estadual do Cidadania, o empresário Alexandre Pereira, em relação à defesa dessa agremiação partidária à candidatura de Roberto Cláudio, como a primeira defesa midiática contra os ataques do lulopetismo. Alexandre Pereira antecedeu o que eu iria chamar do novo condomínio político -administrativo cirista-pedetista sem o Partido dos Trabalhadores. É preciso frisar que o Cidadania não atacou o ex-governador Camilo Santana (PT) e nem a governadora Izolda Cela (PDT), mas apenas defendeu a capacidade técnica e administrativa do ex-chefe do executivo do maior município do Ceará.


No pleito eleitoral de 2012, para prefeito de Fortaleza, no segundo turno, o governador Cid Gomes foi responsável pela vinda de três agremiações partidárias com histórico de anti-petista: PPS (Cidadania), Democrata e o PDT. A administração pública do então recente prefeito eleito de Fortaleza, o socialista Roberto Cláudio, já nasceu com viés de agregador de várias forças políticas, porém, segue refém do instinto dominador do lulopetismo, na política local. O PPS-Cidadania sempre foi a agremiação partidária da base governista robertista-cirista, com a característica de defender a administração municipal da capital. Com bastante ênfase, nesse aspecto o PPS-Cidadania sempre foi embrionário do robertismo sem o lulopetismo, pois o PDT a nível estadual não podia fazer essa tarefa, em função da sua aliança regional e da aliança nacional, com o Partido dos Trabalhadores. Em síntese, o robertismo sem o lulopetismo não vai nascer durante esse pleito eleitoral, no primeiro turno, para o Governo Estadual. O próprio já existe via o PPS-Cidadania.


O presidente estadual do Cidadania fez uma aliança com o então deputado federal Moroni Torgan (DEM) para a sua indicação ao cargo de vice-prefeito, na chapa majoritária de reeleição do prefeito Roberto Cláudio (PDT), no pleito eleitoral de 2016. O papel do Cidadania sempre foi muito relevante para o projeto administrativo de Roberto Cláudio, quando o mesmo era chefe do Executivo da capital cearense; e agora como candidato pedetista-cirista ao cargo de governador do Ceará. Roberto Cláudio sabe da disponibilidade da direção estadual do Cidadania de lhe fazer uma defesa convincente, com outrora fogo amigo do lulopetismo. O novo papel do Cidadania é, sem dúvida, demonstrar que não há isolamento partidário por parte do Partido Democrático Trabalhista, para o pleito eleitoral de 2022. É necessário frisar o também importante papel do PSB sob o comando do deputado federal Denis Bezerra a favor da candidatura própria do trabalhismo cearense.


A direção estadual do Cidadania, na figura de sua liderança regional Alexandre Pereira, e assim como também do seu mais ilustre filiado, o ex-deputado federal Moroni Torgan, com certeza vai manter o discurso de defesa das qualidades administrativas do ex-prefeito Roberto Cláudio, como candidato pedetista-cirista ao cargo de governador do Ceará. Cidadania não vai em momento algum atacar o ex-governador Camilo Santana (PT) e a atual governadora Izolda Cela (PDT), contudo, o discurso contra a tentativa de controle do lulopetismo ao campo progressista local, sem dúvida será sempre uma bandeira do Cidadania, seção cearense. Roberto Cláudio tem noção do papel do Cidadania como o seu aliado primordial ao lado do Partido Socialista Brasileiro, para o pleito eleitoral de 2022.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB

Artigo - O general no front

 


https://mais.opovo.com.br/colunistas/eliomar-de-lima/2022/07/18/artigo-o-general-no-front.html

Há de se passar um tempo, até alguém puxar o debate que o erro na estratégia do PDT na escolha do nome do partido para a disputa ao Governo do Ceará foi a presença do general na linha de frente da batalha. Por certo, os quatro nomes pedetistas - Izolda Cela, Roberto Cláudio, Evandro Leitão e Mauro Filho - nunca teriam formado batalhões se o general Ciro Gomes não tivesse ido para o front e defendido o nome de Roberto Cláudio.


Cabe a um general se posicionar na linha de tiro quando bombas já tiverem estourado, munições praticamente se exaurido e mortos e feridos puderem ser contados.


É o caso da oportuna entrada do general Cid Gomes, que, infelizmente, encontra em ferimento o general Ciro Gomes, atingido por um processo até então desconhecido a qualquer líder e estrategista.


Também há baixas nos batalhões, que sequer deveriam ter sido formados.


Difícil convencer aos componentes das tropas que agora todos são aliados, que sempre foram aliados. Que as baixas e suas dores fazem parte de um... sei lá!.. fortalecimento da aliança.


Difícil, ainda, conter as guerrilhas internas que se estenderão ao longo da grande e única batalha verdadeiramente a ser combatida.


Talvez, nesse “há de se passar um tempo”, ninguém atentará por qual motivo o general Ciro Gomes se colocou no front. Até porque novas batalhas estarão em curso e provavelmente novas patentes terão surgido.


Mas essa discussão poderá evitar a repetição de erros estratégicos gritantes. Como a omissão do prefeito Sarto. Sim, sem reconhecer a importância do cargo de prefeito de Fortaleza e da sua fundamental missão política, diante de 1,8 milhão de eleitores (cerca de 30% do eleitorado do Estado), Sarto jogou Ciro Gomes no front.


Era de Sarto a missão de conduzir ou direcionar o processo das pré-candidaturas, até mesmo com a legitimidade pela defesa do nome de Roberto Cláudio, diante do apoio recebido pelo ex-prefeito de Fortaleza na eleição ao Palácio do Bispo.


Na forma correta, Roberto Cláudio conduziu todo o processo na última eleição em Fortaleza, até ter a sua preferência por Sarto confirmada pelos generais Ciro e Cid Gomes, sem desgaste para as duas maiores lideranças políticas no Ceará.


Tivesse Sarto à frente do atual processo, caberia neste instante a entrada dos dois generais para confirmar a preferência do atual prefeito de Fortaleza. Ou negá-la, novamente sem desgaste para as duas maiores lideranças políticas no Ceará.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e gerente-executivo da Consultoria LCFB

A Izolda Cela vai ficar ao lado do Lula - A saída do Partido Democrático Trabalhista (PDT)

 



A governadora Izolda Cela vai ficar ao lado do ex-presidente Lula, na sucessão presidencial de 2022. Izolda Cela não deve ficar no Partido Democrático Trabalhista (PDT), com a escolha do ex-prefeito fortalezense, Roberto Cláudio, como o candidato ao Governo do Estado do Ceará. Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB.

Artigo - Ceará Hollywood

 


https://mais.opovo.com.br/colunistas/eliomar-de-lima/2022/07/15/artigo-ceara-hollywood.html

Há quem pense que o drama e o suspense que envolvem a indicação do PDT ao governo do Ceará, não passaria de encenação. Em um roteiro de conspiração, digno de um premiado 007, a ideia seria manter a pauta diária da chapa governista, ao mesmo tempo que esvaziaria a agenda do opositor Capitão Wagner.


Acredite, Wagner é o menor dos problemas nessa história.


Prova que a crise no PDT é real seria o partido a maior escola qualificada no mundo na formação de atores, tudo “made in Ceará”. Estariam protagonistas, antagonistas, coadjuvantes e até figurantes nesse processo de escolha de candidatura ao Palácio da Abolição desperdiçando tempo com a política, ao invés de faturar milhões de dólares em Hollywood, com o direito da fama e de liderar qualquer causa social sem nenhuma rejeição.


O imaginário daqueles que acreditam na encenação é justificado na repetitiva estratégia eleitoral dos irmãos Ferreira Gomes, que sempre se dividem entre as duas maiores candidaturas aliadas em disputa.


Quem não lembra da eleição à Prefeitura de Fortaleza, em 2008, quando o então governador Cid Gomes manteve o apoio à reeleição de Luizianne Lins, enquanto Ciro debandou para a candidatura Patrícia Saboya? Sim, a então candidata pedetista é mãe de filhos de Ciro. Mas, quando foi mesmo que isso já contou alguma vez no frio jogo da política?


Mais recente, tivemos o aceno do eleito senador Cid Gomes a um possível apoio a Bolsonaro, no segundo turno, diante da declaração “Lula está preso, babaca”! Enquanto isso, seria natural Ciro anunciar o apoio ao professor Haddad. A indiferença de Bolsonaro teria resultado na ida de Ciro a Paris. Não haveria de arriscar tudo em um só cavalo.


Mas, os irmãos se dividiriam dentro do próprio partido? Há de se atentar para novos tempos...


No quadro atual, temos Ciro Gomes mergulhado na pré-candidatura de Roberto Cláudio, enquanto Cid se mantém em silêncio. Se o som do silêncio não ecoa entre os menos antenados, eis Ivo Gomes fazendo valer o apoio a Izolda Cela.


E, nesse arco de encenações, ficaria até difícil escolhermos o melhor filme, o melhor diretor, o melhor ator, a melhor atriz... Essa última estatueta não necessariamente caberia a Izolda Cela, apesar de única mulher na trama. E isso, talvez, explicaria uma possível escolha por Roberto Cláudio, ora melhor protagonista, ora melhor “meu malvado favorito”.


Apesar de se colocar protagonista na escolha da candidatura do PDT ao governo do Ceará, Ciro Gomes terá que escolher entre melhor roteiro ou coadjuvante nesse processo. Por certo, o homem que já foi deputado estadual, deputado federal (o mais votado no país), prefeito de Fortaleza, governador, ministro da Fazenda, ministro da Integração Nacional e candidato a presidente do Brasil, em três eleições, relutaria em abrir mão do protagonismo para um mero papel de coadjuvante. Esquece, porém, que a estatueta não é uma das mais menosprezadas, pois já foi disputada por Robert De Niro, Anthony Hopkins, Paul Newman, Robin Williams, Denzel Washington, George Clooney, Tom Hanks, Brad Pitt, Tom Cruise, Sylvester Stallone, Jack Nicholson e Al Pacino, todos um dia já protagonistas.


Assustador é o papel de figurante do prefeito Sarto nesse processo. Pior, sem chance de estatueta.


Não fosse o roteiro de drama e suspense do próprio processo de escolha da candidatura do PDT, o melhor filme poderia ficar mesmo com a trama de Cid Gomes: “Sujeito Oculto”.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e gerente-executivo da Consultoria LCFB

Roberto Cláudio é o candidato pedetista-cirista ao Governo Estadual

 



O comentário do gerente-executivo da Consultoria LCFB, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, em relação a candidatura pedetista ao Governo do Estado do Ceará. O ex-prefeito fortalezense, Roberto Cláudio, é o candidato oficial da direção nacional do PDT, para a sucessão da governadora, Izolda Cela, no Ceará.

Artigo - Tasso, o fiel da balança

 


https://mais.opovo.com.br/colunistas/eliomar-de-lima/2022/07/10/artigo-tasso-o-fiel-da-balanca.html

Desde 1986, Tasso Jereissati tem se constituído como uma referência na política brasileira, em especial no Ceará. Sua trajetória de sucesso na vida empresarial, refletida na atuação pública é reconhecida pela firmeza nos propósitos, coerência, zelo pela coisa pública e a habilidade de articular. Basta resgatar que a história comprova suas relações com os mais diversos segmentos na política e no mundo da economia. Em tempos de escassez de grandes líderes no Brasil, acompanhar as manifestações sensatas do senador cearense parece-nos uma luz no fim do túnel.


Nos últimos dias, temos acompanhado um turbilhão de fatos que estão agitando a base governista cearense, em momento de definição. Em meio ao aumento de temperatura e pressão, é em Tasso Jereissati que se concentram as atenções, e articulações. A última envolveu diretamente Roberto Cláudio, que se reuniu com o senador, segundo relatos de aliados do pedetista, há alguns dias. No encontro, ambos teriam conversado sobre a realidade conflituosa (PDT x PT) e os próximos passos. Em seguida, Tasso manifestou-se de forma equilibrada, como sempre, relatando sua posição - "de não tomar partido por nenhum dos lados", e posicionou-se pela discussão do que chama de projeto para o Ceará.


O peso político do tassismo é inquestionável e esse aspecto é bem identificado tanto por ciristas como por camilistas, que identificam nele um referencial. Por isso, há os que veem nele "o fiel da balança" nesse momento de instabilidade política governista. E ele tem sido apontado como o articulador credenciado para encaminhar a definição em torno da participação do tucanato na eventual composição. Além de Tasso, outro tucano que tem se inserido no debate é o ex-secretário de saúde, Dr. Cabeto, que é visto por lideranças governistas como um quadro importante numa eventual aliança com a presença do tucanato.


No PSDB tudo está no seu lugar. Sob a liderança e respaldo político de Tasso, os tucanos devem aguardar a definição da candidatura governistas e com um amplo debate interno definir qual o tamanho da participação da sigla na composição. Definitivamente, Tasso está se consolidando como o fiel da balança.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e gerente-executivo da Consultoria LCFB