quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Vídeo do You Tube: Jair Bolsonaro e o Progressistas do Ceará

 

Jair Bolsonaro e o Progressistas do Ceará O futuro ministro da Casa Civil, o senador Ciro Nogueira (PI), vai fortalecer a direção cearense do Progressistas, na figura do deputado federal Antônio José Albuquerque ou AJ Albuquerque. O Progressistas secção do Ceará terá um grande acesso a Esplanada dos Ministérios. Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político.

segunda-feira, 19 de julho de 2021

Eunício Oliveira e o Neolulismo

 



O ex-presidente Lula está reconstruindo a sua base aliada política-institucional via o diretório nacional do Partido dos Trabalhadores, nos últimos três meses: abril, maio e junho. Lula mantém um diálogo pertinente e uma linha direta de ação política, com o presidente estadual do MDB cearense, o empresário Eunício Oliveira, em função da reorganização do palanque lulopetista a nível nacional, com rearranjos nos estados. A nova fase do lulismo local terá neste primeiro momento o Eunício Oliveira como principal organizador, com o aval do ex-presidente Lula, isso ocorre independentemente do diretório estadual do Partido dos Trabalhadores.

 

As últimas pesquisas de opinião pública na sucessão presidencial de 2022, sem dúvida colocam o ex-presidente Lula (PT), como a maior liderança política da região do Nordeste. Lula tem uma compreensão muito pragmática de reaproximação, com os seguintes diretórios emedebistas nordestinos: Alagoas, Pernambuco, Maranhão e Ceará. O ex-senador Eunício Oliveira é o ator emedebista responsável pela construção de várias pontes de diálogos, com os emedebistas não pró-Governo Federal, portanto, é um trabalho árduo, com o aval do diretório nacional do Partido dos Trabalhadores, sem nenhum empecilho da executiva nacional do MDB.

 


É necessária a compreensão de que o papel do ex-senador Eunício Oliveira (MDB), como articulador político-institucional da pré-candidatura presidencial petista, tem o aval do ex-presidente Lula (PT). O neolulismo deseja ser a principal força no campo democrático anti-bolsonarista, no Brasil e nos estados. Eunício Oliveira é a principal liderança neolulista não petista na região nordestina, com isso o diretório cearense do MDB vai fazer parte do palanque do ex-presidente Lula, em terra alencarina, contudo, o governador Camilo Santana (CE) é o aliado incontestável do terceiro mandato de presidente da República da maior liderança petista, no Brasil. 

 

A direção nacional do Partido dos Trabalhadores demonstra descontentamento, com o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) por sua postura agressiva ao ex-presidente Lula, nas suas entrevistas aos veículos tradicionais de comunicação, como também nas redes sociais. Ciro Gomes já avisou que não vai fazer nenhuma aliança política-eleitoral, com o ex-presidente Lula, em hipótese alguma, no pleito eleitoral de 2022, a nível nacional. Lula tem  Ciro Gomes como adversário e não é mais provável aliado, num eventual segundo turno contra a reeleição do presidente Jair Bolsonaro. 

 


O ex-presidente Lula vai defender uma candidatura própria, do Partido dos Trabalhadores, à sucessão do governador Camilo Santana no próximo ano, com o apoio do ex-senador Eunício Oliveira (MDB).Lula não vai reeditar aliança política-eleitoral com o senador Cid Gomes (PDT), no Ceará. O ex-senador Eunício Oliveira será o principal anfitrião da passagem do ex-presidente Lula, em terra alencarina,  nos próximos dias. O neolulismo tem o ex-senador Eunício Oliveira como uma grande liderança a nível nacional e a nível regional.

 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político






terça-feira, 13 de julho de 2021

Cid Gomes precisa do eleitorado do ex-presidente Lula

 



O senador Cid Gomes (PDT) sempre foi adepto da realidade política, pois o mesmo nunca trabalharia com ilusão de ótica. Cid Gomes compreendeu que  não teria o apoio do ex-presidente Lula (PT), para a sua terceira tentativa de ser governador do estado do Ceará. Lula não tem nenhum interesse em dar uma sobrevida política-eleitoral ao ex-ministro Ciro Gomes (PDT) ou grupo político-administrativo cirista-cididista à frente do poder executivo cearense. O diretório nacional do Partido dos Trabalhadores vai lançar uma candidatura própria à sucessão do governador, Camilo Santana, isso é independente da direção estadual dessa agremiação partidária.

 

As pesquisas eleitorais do Atlas - Valor Econômico e do Paraná Pesquisa, para presidente da República, em território cearense, confirmou a hegemonia política-eleitoral do ex-presidente Lula sobre o presidenciável local, o ex-ministro Ciro Gomes, em todos os cenários espontâneos e nos cenários estimulados. 

 


O senador Cid Gomes (PDT) já espera o divórcio político-eleitoral do lulopetismo, como também a criação de um núcleo ou frente partidária pró-Lula, em solo alencarino, por causa das direções nacionais dos seguintes partidos: PT, MDB, PSD, Solidariedade, PSB, PC do B e PCO. Cid Gomes não vai cobrar do governador, Camilo Santana (PT), um fidelidade no campo político, nesse momento de hegemonia lulista, na região do Nordeste, pois somente seria um suicídio coletivo, no campo político de cidistas e de camilistas não mais petistas. 

 

O deputado federal, Capitão Wagner (PROS), não vai atacar o ex-presidente Lula e o pré-candidato petista ao Governo Estadual, o deputado federal José Airton, contudo, esse papel de ser antipetista deve ser feito em solo cearense pelo o ex-ministro Ciro Gomes (PDT) e os seus auxiliares locais. Capitão Wagner não precisa do rótulo de ser adversário do ex-presidente Lula, pois na sua coligação, a sua agremiação partidária deverá a nível nacional está no palanque do Partido dos Trabalhadores. O PROS nacional é aliado do ex-presidente Lula (PT), porém, também tem a compreensão da possibilidade de eleger o governador do Ceará, com alguém dos seus quadros partidários. 

 


O governador cearense, Camilo Santana, não vai romper com o ex-presidente Lula e a direção nacional do Partido dos Trabalhadores, pois o mesmo vai marchar junto à candidatura petista presidencial, no próximo ano. Camilo Santana vai tentar lançar a pré-candidatura  de governador do ex-deputado estadual petista, Nelson Martins, com o interesse de fazer uma aliança branca, com o grupo político-eleitoral do senador Cid Gomes (PDT); e sem dúvida haverá a certeza da garantia da presidência da Assembleia Legislativa do Ceará (2023-2024). 

 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político 





quinta-feira, 1 de julho de 2021

Capitão Wagner e o Centro Democrático

 



O deputado federal Capitão Wagner (PROS) deve montar o maior grupo de oposição da política cearense, sem necessariamente precisar dos setores governistas dissidentes do condomínio político-administrativo do governador Camilo Santana (PT) e do senador Cid Gomes (PDT). Capitão Wagner montou um novo arco de alianças partidárias, com o controle do diretório estadual do PSL, como também conseguiu a consolidação da parceria local, com a direção nacional do Republicano.

 

O surgimento do bloco conservador na política cearense já é uma realidade política-partidária, fruto do trabalho, do deputado federal Capitão Wagner (PROS) e do senador Eduardo Girão (PODE), nos últimos dois anos. A frente partidária oposicionista cearense tem dois partidos matrizes o PROS e o Podemos, com três partidos satélites: PSL, Republicano e PTB. Os setores liberais não alinhados politicamente e administrativamente ao Governo Estadual e a prefeitura de Fortaleza, ainda não têm vínculo forte ou consistente com o grupo wagnerista-eduardista que poderia ser feito através de um ou dois partidos. Capitão Wagner poderia acomodar os atores sociais liberais, nos seguintes partidos: PTC e Democracia Cristã.

 


Os liberais cearenses oposicionistas ao grupo do ex-ministro, Ciro Gomes (PDT), têm feito alinhamento político-eleitoral com as candidaturas majoritárias do Capitão Wagner, contudo, nunca houve um alinhamento de adesão definitiva através de uma agremiação partidária. Capitão Wagner necessita de um campo democrático na sua coligação partidária, no próximo ano, com candidaturas competitivas ao Congresso e a Assembleia Legislativa do Ceará. O momento é propício para fazer à regionalização da sua candidatura a sucessão do governador, Camilo Santana (PT), em detrimento da nacionalização do pleito eleitoral; é a única saída do deputado federal Capitão Wagner (PROS). 

 

O governador Camilo Santana (PT) precisa reorganizar a sua base política-eleitoral nos setores organizados da sociedade civil, porém, através de agremiações partidárias. O Cidadania (PPS) e o Novo 30 são as principais opções partidárias de acomodação de aliados do setor liberal cearense, numa eventual frente partidária pró-situação ou pólo governista. O Solidariedade deve ser procurado nos próximos dias pelo governador Camilo Santana (PT) e o deputado federal, Capitão Wagner (PROS), como a principal agremiação partidária independente da política cearense, no pleito eleitoral do próximo ano.

 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político






sexta-feira, 25 de junho de 2021

A Polarização Política no Ceará: Capitão Wagner (PROS) versus José Airton (PT)

 



A polarização política-eleitoral a nível nacional entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-presidente Lula, já começou a ser replicada nos estados brasileiros. Na região do Nordeste esse confronto entre essas duas  forças,  de perfil popular, está bem definido nos seguintes estados: Maranhão, Piauí, Pernambuco, Bahia e Alagoas. A política cearense caminha para uma polarização financiada pelos dois principais blocos partidários brasileiros.

 

O deputado federal, Capitão Wagner (PROS), e o senador Eduardo Girão (PODE) montaram um consistente bloco partidário oposicionista, na política cearense: PROS, PODE, PSC e Republicano. Capitão Wagner faz uma adesão gradual ao Governo Federal, contudo, esse movimento político-administrativo, já trouxe um novo arco de agremiações partidárias ao grupo oposicionista conservador social cearense: PSL, PTB e em breve o Patriota. A pré-candidatura do Capitão Wagner à sucessão do governador, Camilo Santana (PT), no próximo ano, sem dúvida potencializa a chapa majoritária oposicionista entre os cearenses, principalmente na Região Metropolitana de Fortaleza. 

 

O ex-presidente Lula (PT) já sinalizou ao deputado federal, José Airton, que vai lançar o mesmo, para a sucessão do governador Camilo Santana, através da direção nacional do Partido dos Trabalhadores (PT). Lula montou um pré-palanque na política cearense, com a parceria histórica do MDB do senador Eunício Oliveira e do PC do B, com a possibilidade de trazer num futuro próximo o PSD seção local via o diretório nacional ou Gilberto Kassab. O lulopetismo dificilmente vai fazer uma aliança eleitoral, com o grupo político-administrativo do senador Cid Gomes (PDT), à margem dos interesses da maior liderança petista cearense: Camilo Santana. 

 


O diretório estadual do Progressista mantém uma excelente relação política-administrativa, com o governador cearense, Camilo Santana (PT), porém, não tem a mesma relação institucional, com o grupo do senador Cid Gomes (PDT), em função da direção nacional do Progressista se tornar pró-Jair Bolsonaro. O Progressista seção cearense vai consultar a direção nacional antes de fazer parte de algum palanque local. O Progressista pode ser parte da coligação partidária das oposições, na sucessão do Governo Estadual, em 2022.

 

O diretório estadual do Partido Liberal mantém uma ótima relação política-administrativa, com o governador Camilo Santana (PT), assim como também faz parte da base aliada do Governo Federal. A direção nacional do Partido Liberal tem uma tendência momentânea de apoiar a reeleição do atual presidente da República, porém, a situação da política cearense tem uma candidatura presidencial anti-Jair Bolsonaro, com isso é muito difícil o PL seção local (Ceará) ainda fazer parte do condomínio político-institucional do governador Camilo Santana e do senador Cid Gomes (PDT), no pleito eleitoral de 2022. O deputado federal cearense, Doutor Jaziel, não vai sair do Partido Liberal, pois a direção nacional dessa agremiação partidária pode lhe entregar a direção estadual do Partido Liberal. 

 

O senador Cid Gomes (PDT) sempre foi candidato ao cargo executivo municipal (Sobral) e ao cargo executivo estadual, com apoio do Partido dos Trabalhadores: Sobral (1996), Sobral (2000), Ceará (2006) e Ceará (2010). Cid Gomes mantém uma relação política-administrativa de vinte e cinco anos, com o Partido dos Trabalhadores, todavia, o seu subgrupo cirista vai sair para uma disputa eleitoral, em campo oposto ao lulopetismo. O governador Camilo Santana não tem condição de manter a coligação entre o PT e o PDT por causa da agressividade verbal do ministro Ciro Gomes contra o ex-presidente Lula.

 

O ex-ministro Ciro Gomes não vai reproduzir o protocolo ou expediente da escolha do candidato a governador do seu grupo político-administrativo, no final da pré-campanha, para as eleições 2022. Ciro Gomes deve receber nos próximos dias várias pesquisas eleitorais, com a consolidação da polarização nacional, na política cearense. O bloco partidário wagnerista-bolsonarista vai avançar eleitoralmente nos grandes centros urbanos cearenses, já o bloco partidário lulopetista-eunicista vai avançar nos médios e pequenos municípios cearenses, nesse período de pré-campanha, para a eleição estadual de 2022. 

 


O diretório estadual do PDT deve lançar uma candidatura ao Governo Estadual, com o perfil antilulista e pró-mercado financeiro, numa espécie de liberalismo social. O pré-candidato pedetista, o deputado federal Mauro Filho, tem o perfil ideal nesse cenário de rompimento do PDT com o PT, pois é necessário atrair um novo tipo de eleitorado conservador social de perfil moderado que poderia votar na reeleição do presidente e na candidatura pedetista ao Governo Estadual. O ex-prefeito fortalezense, o médico Roberto Cláudio, perdeu a capacidade de convencimento interno, na direção estadual do PDT, nos últimos meses. Roberto Cláudio pode ir para o Partido Socialista Brasileiro (PSB), com a finalidade de montar o seu grupo político-institucional, para o pleito eleitoral de 2024, em Fortaleza.

 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político 




segunda-feira, 21 de junho de 2021

O PSB Cearense é Pró-Ciro Gomes? Sim!

 



O diretório estadual do Partido Socialista Brasileiro (PSB) é aliado do senador Cid Gomes (PDT), como também tem a simpatia da candidatura presidencial do pedetista, Ciro Gomes, no próximo ano. O PSB local (Ceará) mantém uma parceria política-administrativa, no município de Fortaleza, onde os socialistas ocupam a vice-prefeitura, como alguns órgãos, no primeiro escalão e segundo escalão da capital cearense. Os socialistas são próximos do cirismo-trabalhista; com quase nenhuma ligação ao lulopetismo local. 

 

O presidente estadual do PSB e deputado federal, Denis Bezerra, mantém uma relação excepcional com a direção nacional socialista. Denis Bezerra procura seguir a orientação do comando nacional do Partido Socialista Brasileiro (PSB), no tocante a sucessão presidencial do próximo ano, sem dúvida o parlamentar cearense vai seguir a orientação de sua agremiação partidária. O PSB nacional, nos últimos meses, tem aumentado a sua parceira política-eleitoral, com o presidenciável petista, Lula, em alguns estados brasileiros: Pernambuco, Paraíba, Bahia, Piauí, Maranhão e Rio de Janeiro. Os socialistas nordestinos são lulistas por pragmatismo político-eleitoral, em função das eleições regionais de 2022. 

 


O governador petista, Camilo Santana, já fez parte dos quadros do PSB do Ceará, porém, saiu dessa agremiação partidária, no ano de 2003. Camilo Santana tem dezoito anos de filiação ao Partido dos Trabalhadores cearense. O chefe do executivo do Governo Estadual não vai sair do PT para o PSB, pois essa transferência partidária, somente  iria diminuir o capital político do grupo camilista, na política local e na política nacional. O lulopetismo cearense é maior do que o cirismo-cidista, como também é maior do que o wagnarismo-bolsonarista, no cenário eleitoral regional. O ex-presidente Lula tem noção da fidelidade do governador cearense, Camilo Santana, ao projeto presidencial do Partido dos Trabalhadores.

 

A consolidação da polarização política-eleitoral entre bolsonarismo e antibolsonarismo (lulopetista), na política cearense, é algo muito plausível nos próximos meses. O PSB do Ceará vai tentar manter a sua aliança política-administrativa, com o grupo cirista-cidista, contudo, a direção nacional do PSB não vai colocar nenhum empecilho, a manutenção dessa parceria eleitoral, na política regional, em 2022. O deputado federal Denis Bezerra, independente do cenário nacional, acredita que o diretório estadual do PSB, já tem uma chapa de candidatos a deputado federal, com a possibilidade de eleger dois parlamentares.

 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político. 







segunda-feira, 7 de junho de 2021

Fecomércio como Termômetro Político-Eleitoral

 



O setor do comércio da economia cearense passa por uma enorme crise financeira, em função da crise sanitária do Covid-19. Os pequenos e médios empresários da área do comércio não estão num momento favorável às suas empresas, pelo contrário, pois tivemos várias lojas e pequenos comércios fechados nesse biênio (2020-2021). As classes político-econômicas dos comerciantes se sentiram sub-representadas no poder legislativo e no poder executivo, no estado do Ceará. À Fecomércio compreendeu esse momento de crise econômica e a crise de representatividade dos comerciantes perante o poder público estadual.


Os microempreendedores, assim como os pequenos e médios empresários  vinham atuando num movimento horizontal ou paralelo aos seus representantes institucionais: CDL, CIC, FIEC, Fecomércio e outros. As entidades citadas ,na sua grande maioria, se tornaram apenas clubes sociais, para os setores mais abastados na área do comércio cearense. A crise sanitária do Covid-19 foi o grande responsável pela consciência coletiva dos comerciantes, para a reorganização de um novo movimento vertical de defesa dos interesses políticos e dos seus interesses econômicos. 

Luiz Gastão


A Fecomércio sempre manteve um posicionamento atípico na sua estratégia de defesa do comércio, pois colocava na mesma mesa os patrões e os empregados, como bloco de interesse conjunto na área comercial. Os trinta e quatro sindicatos ligados à Fecomércio, sem dúvida adaptaram as suas estruturas na área de comunicação, para interagir com os novos associados acostumados somente na linguagem do mundo digital, em outras palavras não tiveram nenhuma dificuldade de saírem do movimento horizontal não institucional, para o retorno ao movimento vertical institucional. 


A Fecomércio mantém um excelente banco de dados referentes ao endividamento das famílias cearenses. A diminuição do poder de compra do consumidor local, sempre foi objeto de estudo da Fecomércio, como também objeto de preocupação desta entidade nos fóruns governamentais. Os fechamentos consecutivos, nos horários comerciais, feitos pelo Governo Estadual, por causa da primeira onda (2020) e na segunda onda (2021) de Coronavírus, sem dúvida foi um teste de representatividade da Fecomércio, como entidade de representação coletiva (Patrão e Trabalhador) perante o Governo do Estado do Ceará. 

Cláudia Brilhante


A politização do fechamento do comércio nunca foi pautado pela Fecomércio, pois essa entidade compreendia a crise sanitária, porém, não era favorável aos longos períodos de confinamento vertical (2020) e de confinamento horizontal (2021) impostas pelo poder público estadual e os executivos municipais. Fecomércio terá um papel muito importante como fórum de discussão político-econômica para a reorganização dos setores produtivos do comércio cearense, no pleito eleitoral de 2022. 


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político