segunda-feira, 17 de outubro de 2022

André Fernandes e o Bolsonarismo Cearense

 




A Consultoria LCFB foi muito procurada nos últimos dias, em função do interesse de vários empresários e também de vários políticos ciristas, com grande interesse em apoiar o presidente Jair Bolsonaro (PL), neste segundo turno, no Ceará. A nossa principal dica é procurar o comitê do deputado federal eleito, André Fernandes, pois é também o principal ponto de apoio escolhido pelo próprio Jair Bolsonaro, como local aglutinador de novos aliados locais.

É preciso reconhecer a estatura política conquistada pelo atual deputado estadual, André Fernandes (PL), perante o eleitorado cativo bolsonarista cearense, hoje é o núcleo da campanha do presidente Jair Bolsonaro, pois o próprio se tornou o seu principal interlocutor, na política local. É preciso frisar o belíssimo trabalho do atual presidente estadual do Partido Liberal, o médico Acilon Gonçalves, e o deputado federal, Júnior Mano (PL), junto aos correligionários partidários e das adesões de ex-ciristas, na campanha de reeleição do atual presidente da República.

O núcleo bolsonarista do União Brasil literalmente encontrou no comitê do deputado estadual André Fernandes e do presidente Jair Bolsonaro (PL), o seu novo ancoradouro político - eleitoral. É sem dúvida algo quase espontâneo. O deputado federal Capitão Wagner (UB) e a advogada e ativista social, Kamila Cardoso (Avante), vão ter espaço de fala e participação nas últimas duas semanas do segundo turno, da campanha majoritária local pró - Jair Bolsonaro (PL).

A Consultoria LCFB acredita no papel do deputado federal, Doutor Jaziel (PL), e da deputada estadual, Doutora Silvana (PL), como grandes interlocutores junto à classe média tradicional cearense. A dica da Consultoria LCFB seria uma carta assinada de próprio punho pelo casal Jaziel e Silvana ao setor produtivo da economia cearense, com a participação do empresário Tadeu Oliveira, em defesa da reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), pois com certeza abriria um novo canal de interlocução, em relação ao eleitorado moderado, com vontade de participar efetivamente da campanha do atual chefe do Governo Federal, em solo cearense.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB


Denis Bezerra e o Lulismo Liberal

 


https://mais.opovo.com.br/colunistas/eliomar-de-lima/2022/10/13/artigo-denis-bezerra-e-o-lulismo-liberal.html


O ex-governador paulista e candidato a vice-presidente ao lado do ex-presidente Lula, o médico Geraldo Alckmin (PSB), tem sido o grande responsável pela reorganização da campanha presidencial do PT e do PSB, neste segundo turno. Geraldo Alckmin literalmente trouxe o PSDB de Fernando Henrique Cardoso e José Serra para a campanha lulopetista, assim como se tornou o principal interlocutor entre a ex-presidenciável Simone Tebet (MDB) e o ex-presidente Lula.


O núcleo da equipe econômica do Plano Real, nas figuras dos economistas Pedro Malan e Arminio Fraga, somente veio fazer parte da campanha de segundo turno do presidenciável Lula, com a anuência ou interferência do seu companheiro de chapa majoritária, Alckmin.


O tamanho do Geraldo Alckmin e do PSB na campanha de segundo turno de Lula é algo nada fácil de dimensiona


O deputado federal Denis Bezerra vai acompanhar a direção nacional do PSB e o candidato Alckmin no tangente à criação de um comitê local, propício aos lulistas não petistas. É preciso frisar que não é um concorrente do comitê lulopetista do senador eleito Camilo Santana (PT) e do governador eleito Elmano de Freitas (PT), neste período de segundo turno. É na realidade um grande comitê com duas sedes.


A senadora Simone Tebet já lançou uma campanha política-eleitoral do lulismo sem o tom vermelho tradicional, em seu lugar, o tom branco. O comitê pró-Lula da direção estadual do PSB poderia encampar essa proposta de campanha lulista de teor mais liberal de Geraldo Alckmin, Fernando Henrique Cardoso e Simone Tebet.


O deputado federal Denis Bezerra deveria convidar o presidente estadual do Cidadania, Alexandre Pereira, assim como o presidente estadual do PROS, Adilson Pinho, para ambos visitarem o comitê local do PSB - Lula - Geraldo Alckmin.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e gerente-executivo da Consultoria LCFB



Elmano de Freitas e a marca da hegemonia petista no Ceará

 



O governador eleito do Ceará, o deputado estadual Elmano de Freitas, já começa impor discretamente a marca da hegemonia política-administrativa do Partido dos Trabalhadores (PT).


O lulopetismo cearense vai ocupar o lugar do condomínio político e administrativo do camilismo-izoldista, com a pouca presença de outros aliados: PDT, MDB, PP e outros.


Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB

segunda-feira, 10 de outubro de 2022

O Crescimento Eleitoral do Jair Bolsonaro

 




O comentário da Consultoria LCFB na coluna do Erivaldo de Carvalho - Jornal O Otimista 


A Gongorra de Bolsonaro


A primeira semana do segundo turno trouxe boas e preocupantes notícias para o candidato à reeleição. A positiva: o IPEC mostra que melhorou a avaliação do Governo Federal. O consultor político Luiz Cláudio Ferreira Barbosa crava: "é muito provável um crescimento eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL), não identificado na pesquisa". Outro lado: com a redução da produção internacional de petróleo, o preço tende a subir. A Petrobrás está sendo pressionada pelo Planalto para segurar. E se a pressão não funcionar?



sexta-feira, 7 de outubro de 2022

Jair Bolsonaro e a Grande Fortaleza

 




O núcleo da campanha do presidenciável, Jair Bolsonaro (PL), no Ceará, com toda certeza vai centralizar os seus principais esforços nos municípios da Região Metropolitana de Fortaleza. Essa é a única estratégia viável para a direção regional do Partido Liberal, na figura do seu presidente estadual e prefeito do Eusébio: Acilon Gonçalves.

A estratégia vitoriosa da campanha majoritária lulopetista do Elmano de Freitas (Governador) e do Camilo Santana (Senador) consistiu em realizar uma campanha concentrada nas comunidades periféricas da Grande Fortaleza, com certeza será bem reeditada no segundo turno. O prefeito de Fortaleza, José Sarto (PDT), e o presidente da Câmara Municipal de Fortaleza, o vereador Antônio Henrique (PDT), irão investir numa segunda frente política-eleitoral pró-Lula, na capital cearense.

O presidente estadual do Partido Liberal, Acilon Gonçalves, com certeza, precisa concentrar a campanha de reeleição do atual presidente da República, na Grande Fortaleza. Acilon Gonçalves precisa construir um núcleo de sociedade civil no principal comitê de reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), pois os arranjos de partidos tradicionais, não é o principal ancoradouro do bolsonarismo cearense. O PL cearense deixaria de ser a nave mãe para ser simplesmente um figurante.

A Consultoria LCFB faz a indicação do ex-vereador, Marcelo Mendes, como um bom conhecedor de campanha, para o segundo turno do pleito eleitoral presidencial, para a executiva estadual do Partido Liberal. Marcelo Mendes tem bom trânsito entre as correntes moderadas bolsonaristas da classe média, e como também tem um bom conhecimento dos grupos político-eleitorais nos partidos tradicionais pró-Jair Bolsonaro (PL).

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB


quarta-feira, 5 de outubro de 2022

Jair Bolsonaro e a sua Bala de Prata ( Segundo Turno)

 



A não vitória do ex-presidente Lula (PT), no primeiro turno da sucessão presidencial, sem dúvida criou um novo ânimo político-eleitoral à reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL), no início do segundo tempo do pleito eleitoral de 2022.

A maioria das pesquisas eleitorais sempre apontava a aprovação do Governo Federal, no patamar de 45%, nas consultas estimuladas. É o mesmo resultado eleitoral do presidente Jair Bolsonaro (PL) no resultado final do primeiro turno da sucessão presidencial: 45 % dos votos válidos. É uma base sólida independente do alto índice de rejeição do chefe do executivo do Governo Federal.

As vitórias dos candidatos bolsonaristas oriundos da burocracia e da tecnocracia do Governo Federal, é fato político-eleitoral comprovado nas seguintes regiões: Sul, Sudeste e Centro-Oeste. O eleitorado conservador nos costumes, porém, é muito favorável a uma agenda liberal na área administrativo-econômica das políticas públicas do Governo Federal.

As próximas pesquisas eleitorais vão trazer o crescimento da aprovação do Governo Federal, pois é o índice mais importante de ser avaliado, do que a rejeição do presidente Jair Bolsonaro (PL). A reprovação do presidente Jair Bolsonaro pode continuar alta, contudo, o eleitor de classe média tradicional brasileira vai votar em função da avaliação administrativa do Governo Federal.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB


A Polarização Afetiva: Jair Bolsonaro vs Lula

 



A polarização afetiva já é um termo da ciência política, para traduzir o embate político-eleitoral entre o lulismo versus o bolsonarismo, na sucessão presidencial de 2022. O fim do período de dois blocos partidários antagônicos, na política brasileira, sem dúvida terminou no segundo turno da sucessão presidencial entre o petista Fernando Haddad e o conservador Jair Bolsonaro, no pleito eleitoral de 2018. A maioria dos partidos brasileiros ficaram ausentes do restante do processo eleitoral. O afeto do eleitor é mais importante do que a preferência partidária ou até ideológica.

O eleitor repudia uma determinada candidatura majoritária ao cargo de presidente ou governador, pois a sua maior demanda cidadã é retirar algum grupo político do poder nacional ou do poder regional. No pleito eleitoral de 2018 nós tivemos esse quadro de retirada de várias elites locais do poder, e a saída da presidência da República do controle de uma agremiação partidária tradicional da Nova República: o MDB ( Sarney e Michel Temer), o PSDB (Fernando Henrique Cardoso) e o PT ( Lula e Dilma Rousseff).

O presidente Jair Bolsonaro (PL) é fruto da negação da classe política tradicional, como o principal candidato do afeto, no pleito eleitoral de 2018. Jair Bolsonaro não necessitava nem do apoio da máquina administrativa e nem do sistema partidário vigente da época. O eleitor anti-sistema de 2018 virou o eleitor pós - sistema de 2022. O afeto agora é positivo para a manutenção do grupo que está no poder central de Brasília, em relação ao eleitorado bolsonarista. O principal problema do atual presidente da República é não atrair o afeto eleitoral da maioria dos pobres brasileiros. O grande ativo do chefe do Governo Federal, é sem dúvida o apoio da maioria da classe média tradicional.

O ex-presidente Lula (PT) procura atrair o eleitorado de afeto negativo ao chefe do executivo do Governo Federal, no primeiro turno do pleito eleitoral de 2022. O lulismo deseja retirar o bolsonarismo do Palácio do Planalto, como um movimento idêntico da direita radical, a exatamente quatro anos atrás. É uma campanha presidencial alimentada pelo desejo político - institucional de retorno do lulopetismo como a principal força da política brasileira. É preciso frisar que não há uma exaltação das qualidades administrativas do ex-presidente Lula, mas, sim a exaltação das qualidades negativas do atual presidente da República, o ex-deputado federal Jair Bolsonaro, na reta final do primeiro turno de 2022.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é gerente-executivo da Consultoria LCFB