O gerente-executivo da Consultoria LCFB, o sociólogo Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, esteve no gabinete do deputado federal, André Figueiredo (@andrepdt12), na manhã dessa quinta-feira (17/02). Na companhia do meu amigo e irmão: José Moaco.
O gerente-executivo da Consultoria LCFB, o sociólogo Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, esteve no gabinete do deputado federal, André Figueiredo (@andrepdt12), na manhã dessa quinta-feira (17/02). Na companhia do meu amigo e irmão: José Moaco.
Na manhã desta quarta-feira, 16, o diretor-executivo da consultoria LCFB, o sociólogo Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, realizou uma visita ao escritório do advogado e procurador do estado do Ceará, Damião Soares Tenório.
Na ocasião, os dois conversaram sobre assuntos relacionados a estrutura do judiciário cearense e brasileiro.
Também foi tema da conversa o cenário político-eleitoral para a disputa pela sucessão do governador Camilo Santana (PT).
“Com certeza teremos muitas surpresas nos bastidores da política cearense até o mês de março”, garante Luiz Cláudio.
Vale ressaltar que o sociólogo também atua na área de consultoria política e mantém seu bom trânsito entre os diversos grupos locais. Já o advogado e procurador Damião Soares é professor universitário e atual presidente do CAMES Ceará.
A filiação do presidente Jair Bolsonaro no Partido Liberal (PL) não significa um novo mandatário na legenda símbolo do Centrão, principalmente quando o dirigente nacional é nada menos que Valdemar Costa Neto, acostumado aos maiores embates políticos, sejam estratégicos ou escândalos de corrupção.
E é nesse estilo que Valdemar mandou recado aos bolsonaristas de que o partido tem "dono", ao renovar o mandato por mais dois anos do presidente estadual do PL no Ceará, o prefeito de Eusébio e médico Acilon Gonçalves.
A decisão da direção nacional frustra a manobra do deputado estadual André Fernandes, que já se promovia como o novo presidente do PL no Estado, com as bençãos de Bolsonaro.
A certidão da composição do comando do PL no Ceará, junto à Justiça Eleitoral, foi entregue ao Blog pelo sociólogo e consultor político Luis Cláudio Ferreira Barbosa, que acredita na permanência de Acilon Gonçalves no partido, apesar das conversações de ingresso ao PSDB do grupo liderado pelo prefeito de Eusébio. A chamada "janela partidária", que permite a parlamentares a mudança de legenda sem a perda do mandato, tem início no dia 3 de março.
Na composição, além da presidência de Acilon, consta o deputado federal Junior Mano na vice-presidência e ainda o bolsonarista e deputado federal Dr. Jaziel Pereira na secretaria-geral.
O presidente estadual do Republicanos, Ronaldo Martins, já começa o preparativo para participar de uma federação partidária a nível nacional pró-Planalto: Progressistas, Partido Liberal, Partido Trabalhista Brasileiro, Partido Social Cristão, Partido Republicano da Ordem Social e Avante. Ronaldo Martins vai seguir a orientação da direção nacional de sua agremiação partidária, no pleito eleitoral de 2022.
A seção cearense do Republicanos deve caminhar a nível estadual, com o Progressistas do deputado federal AJ Albuquerque e com o Partido Liberal do prefeito do Eusébio, Acilon Gonçalves, pois essas agremiações partidárias são aliadas ao presidente da Câmara, o deputado federal Arthur Lira (PP), e do ministro da Casa Civil, o senador Ciro Nogueira (PP). Com isso, temos a frente partidária governista a nível nacional, porém, ela não é totalmente bolsonarista.
O governador Camilo Santana (PT) mantém um bom relacionamento político-administrativo com as direções regionais do Progressista e do Partido Liberal, contudo, a direção local do Republicanos tem relação de independência, em relação ao Governo Estadual. A federação partidária dos partidos progressistas a nível nacional e a nível local, talvez, não tenha a participação do Republicanos nas seguintes esferas eleitorais: Brasil e Ceará
O deputado federal Capitão Wagner (PROS) vai assumir a direção estadual do União Brasil, com pouco tempo para organizar essa agremiação partidária, no pleito eleitoral de 2022. A direção nacional do União Brasil deve participar de alguma federação partidária, com duas agremiações ou mais. Os prováveis partidos aliados: Podemos, MDB, PSDB, Patriota e Cidadania. Não há perspectiva do Republicanos fazer parte de alguma federação partidária com a participação do Partido dos Trabalhadores ou da União Brasil.
O presidente estadual do Republicanos tem compreensão da necessidade de refazer o realinhamento político-eleitoral muito além da classificação regional de ser oposição ou ser governista. Ronaldo Martins tem noção da entrada de quadros eleitorais, nos próximos dias, no Republicanos, todavia, também teremos a possibilidade de quadros eleitorais saírem da sua agremiação partidária. No pleito eleitoral de 2018, na política cearense, Ronaldo Martins foi o parlamentar evangélico mais bem votado, em Fortaleza e no Estado.
A direção nacional do Republicanos deve fazer parte de alguma federação partidária sob uma coordenação conjunta, com os seguintes partidos nacionais: Progressistas e Partido Liberal. A direção regional do Republicanos deve estreitar as suas relações institucionais, com as direções locais do Partido Liberal e Progressistas, na política cearense. Ronaldo Martins é um competente dirigente do Republicanos seção cearense, assim não pode ser transformado num aliado do grupo A ou do grupo B, pois ele já transcende o senso comum de alguns analistas políticos locais.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e consultor político
O ex-ministro Sérgio Moro, pré-candidato presidencial pela agremiação partidária Podemos, tem o apoio dos setores organizados da classe média fortalezense e cearense. Moro tem uma grande aceitação entre os moradores dos bairros nobres da capital cearense: Aldeota, Meireles, Cidade dos Funcionários e outros, além de grandes corredores da cidade, a exemplo da Avenida Bezerra de Menezes. O cidadão da classe média tradicional é apoiador nato do lavajatismo e de candidatura nacional que represente o antilulismo.
O deputado estadual Heitor Férrer (Solidariedade) era a liderança natural do morismo cearense, porém, ele fez opção pela neutralidade político-eleitoral. É apenas uma questão de tempo a adesão do Heitor Férrer ao movimento cívico pró-Sérgio Moro na classe média, como aconteceu na sua postulação ao cargo de prefeito de Fortaleza, no pleito eleitoral de 2012.
O senador Eduardo Girão (Podemos) é o representante oficial e também institucional de Sérgio Moro, perante à sociedade civil fortalezense e cearense. Eduardo Girão irá se destacar no decorrer do processo eleitoral quando houver o crescimento político-eleitoral do presidenciável Moro, nos primeiros momentos do primeiro turno da sucessão presidencial de 2022, nos setores organizados da sociedade civil, quando sem dúvida, haverá a simbiose entre Girão e o eleitorado cearense pró-Sérgio Moro
O movimento cívico pró-Sérgio Moro da classe média fortalezense irá apoiar a candidatura do deputado federal Capitão Wagner (PROS), sem nenhum conflito com o eleitorado bolsonarista pró-Capitão Wagner.
O empresário Geraldo Luciano tem um papel muito importante entre os atores políticos da classe média alta cearense e entre as lideranças patronais, com vocação cívica-eleitoral de apoio à agenda econômica pós-liberal do presidenciável Sérgio Moro, nas eleições de 2022.
Geraldo Luciano representaria naturalmente a liderança do comitê cívico organizado pela seção estadual do Podemos, como também catalisador de debates públicos, nas seguintes instituições pró-mercado: FIEC, CIC, Fecomércio, CDL e outros.
A passagem do presidenciável Sérgio Moro (Podemos), no Ceará, na próxima segunda-feira, 7, sem nenhuma dúvida vai fortalecer as teses que apresentei neste artigo.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e consultor político
Houve um tempo em que ser filiado a um partido político representava o perfil ideológico de seus filiados. Socialistas, comunistas, democratas, liberais... todos bem definidos nas siglas partidárias. Claro que havia subdivisões nas bandeiras do próprio ideal partidário, diante daqueles que defendiam o capital, o trabalhador, a educação, a saúde, a cultura, o meio ambiente, o esporte, a juventude, os direitos humanos, a mulher, as minorias, a maioria... tudo de acordo com o viés partidário.
Mas a política há muito rompeu com a ideologia e virou um negócio rentável para os partidos. Quantidade se sobrepõe à qualidade, principalmente se vier com mandato. O fundo partidário passou a ditar regras, antes ditadas pela ética.
E muitos partidos políticos são atualmente verdadeiros balcões de negócios...
O Ceará é hoje uma das maiores escolas do país na formação do político mercador. Com mérito de uma “política autoempreendedora”, o grupo liderado pelos Ferreira Gomes mostra ao longo dos anos como se manter no poder, diante da hábil troca de partidos.
Atualmente no PDT, o grupo já teve o partido como principal adversário. O mesmo ocorreu com o PPS, PSB e o PROS, esse último sendo o atual adversário. O grupo também já esteve no PMDB e no PSDB, mas então no campo ideológico.
Com quase duas décadas no poder, o grupo se reinventa a cada ciclo. A última grande estratégia foi abrir uma espécie de filial, que atualmente subjuga o Partido dos Trabalhadores (PT), tendo como “gerente” o governador Camilo Santana.
Não é preciso ser economista ou administrador de empresas para entender que o PT no Ceará é um “puxadinho” do PDT. Basta conferir a pouca representatividade do partido no Governo do Estado, além da perda de prefeituras, mesmo Camilo na condição de governador em duas eleições municipais.
Apesar de nunca ter se destacado como liderança, Camilo sabe “estar liderança”. E não mede consequências para se valer do cargo maior no Estado.
Prestes a apresentar contas com o PT nacional, Camilo colocou em prática o seu perfil de “mercador” e filiou 12 prefeitos ao partido. O governador levará à direção nacional um total de 29 prefeituras, entre peixes pescados e peixes comprados. E daí, se 41% das prefeituras não foram conquistadas pelo PT por meio do voto? O que vale é o cardume.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é sociólogo e consultor político
O ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador paulista, o médico Geraldo Alckmin, sem dúvida irão formar uma chapa majoritária, para a sucessão presidencial de 2022. A Nova Frente Liberal que foi construída por Lula e pelo Geraldo Alckmin tem como principal objetivo nesse momento, com certeza, a diminuição da rejeição do lulopetismo entre as classes médias brasileiras. Geraldo Alckmin, em minha opinião, vai ser uma filial no Solidariedade, pois nessa agremiação partidária, o mesmo teria o controle da direção nacional.
O ex-presidente Lula tem teto político-eleitoral de aproximadamente 40 % dos votos válidos, nas pesquisas estimuladas, para a presidência da República. Lula precisa diminuir a sua rejeição nas classes médias tradicionais brasileiras, pois o antilulopetismo é tão forte como o antibolsonarismo nesses setores organizados da sociedade civil, porém, este é o espaço natural do surgimento do eleitorado pró-Sérgio Moro. O ex-governador Geraldo Alckmin (SP) vai ser a segunda carta ao Povo Brasileiro do ex-presidente Lula (PT), para o setor financeiro e o setor do agronegócio, contudo, é também garantia de governabilidade perante essas agremiações partidárias: Solidariedade, PV e PSD.
O governador Camilo Santana (PT) vai liderar a federação partidária pró-Lula, em solo cearense. Camilo Santana tem a compreensão da alta popularidade do ex-presidente Lula entre os eleitores locais, um fato que é algo muito impressionante na região metropolitana de Fortaleza, representando algo próximo a 50% da perspectiva eleitoral, nas pesquisas estimuladas de opinião pública. A estimativa eleitoral favorável ao presidenciável petista nos pequenos e médios municípios alencarinos, já é algo aproximadamente de 65% dos votos válidos, nas pesquisas estimuladas encomendadas nos veículos de comunicação.
O relatório da Consultoria LCFB aos seus clientes, já fez a previsão da criação de duas federações partidárias anti-Lula: Jair Bolsonaro (PL) e Sérgio Moro (PODE). A federação partidária pró-Jair Bolsonaro tem as seguintes agremiações: PL, PTB, PSC, PROS e Avante. Existe a possibilidade da entrada do partido Progressista e Republicano após a reforma ministerial, no Governo Federal. Os prováveis partidos da federação partidária pró-Sérgio Moro: Podemos e União Brasil. O PSDB e o Cidadania vão esperar um pouco mais, até a primeira quinzena de fevereiro, para saber a viabilidade eleitoral do presidenciável tucano, João Doria, pois poderão abrir canal de negociação, com o presidenciável do Podemos.
O presidenciável pedetista, o ex-ministro Ciro Gomes (PDT), ainda não construiu nenhuma perspectiva de Federação Partidária, no pleito eleitoral deste ano. Os pequenos partidos vão compor uma federação partidária sem definição de candidatura presidencial: PMN-PRTB-Agir 36-DC e Patriota. O governador Camilo Santana será candidato ao Senado, porém, ainda temos a possibilidade de uma candidatura ao cargo de chefe do executivo estadual oriundo da federação partidária a nível nacional pró-Lula. Camilo Santana é o representante local da futura chapa majoritária presidencial entre Lula e Geraldo Alckmin, pois é algo bem maior do que as alianças pessoas, na política cearense.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é consultor político