A gravação do programa Sociedade & Direito do apresentador e professor universitário, Hamilton Sobreira, no estúdio da TV Unigrande. Tema: Avaliação do presidente Jair Bolsonaro - Paulo Guedes e as Reformas na Área da Economia - A pré-candidatura de Geraldo Luciano (NOVO) a prefeito de Fortaleza.
terça-feira, 13 de agosto de 2019
quinta-feira, 8 de agosto de 2019
Os Contatos do Blog do Luiz Cláudio Ferreira Barbosa
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político. O meu Whatsapp: 85-991988196. O meu e-mail: consultorpolitico@outlook.com.br
Na companhia de queridos amigos: Eduardo Guerra (Sociólogo) e Gabriel Barbosa (Jornalista)
quarta-feira, 7 de agosto de 2019
Vídeo no Youtube: Ciro Gomes e o bloco partidário pró-reformas: PDT - PPS e Podemos
A participação do sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político, no Programa Pela Ordem do jornalista, Paulo Sérgio Cordeiro Feitosa, no estúdio da TV Fortaleza, com apresentação na TV Assembleia. Tema - Ciro Gomes e o bloco partidário pró-reformas: PDT - PPS e Podemos.
Café & Literatura. Na companhia do intelectual, Oscar d'Alva, na cafeteria Dona Xícara - Livraria Saraiva - Shopping Iguatemi
segunda-feira, 5 de agosto de 2019
Vídeo no Youtube - Jair Bolsonaro somente vai governar para 2/3 do eleitorado brasileiro
A participação do sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, no Programa Pela Ordem do jornalista, Paulo Sérgio Cordeiro Feitosa, no estúdio da TV Fortaleza, com apresentação na TV Assembleia. Tema - Jair Bolsonaro somente vai governar para 2/3 do eleitorado brasileiro.
sexta-feira, 2 de agosto de 2019
João Dória e o PSDB do Ceará
O governador paulista, o empresário João Dória, começa a reconstrução do PSDB nacional, sem a participação efetiva da velha guarda tucana: Fernando Henrique Cardoso, José Serra, Geraldo Alckmim, Beto Richa, Aécio Neves e outros. O PSDB sempre foi uma agremiação partidária, com o colegiado de líderes nas suas decisões internas, porém já existe uma mudança de comportamento interno. João Dória começa a impor um novo modelo personalista sobre as estâncias do diretório nacional do PSDB, sem encontrar nenhuma resistência entre os seus companheiros tucanos.
O PSDB nacional tem o pensamento focado em fazer do governador João Dória, o seu candidato presidencial, no pleito eleitoral de 2022. Não poderá haver nenhum diretório estadual, com a discordância do interesse eleitoral do governador paulista. O diretório tucano cearense deverá passar por um período de adaptação, em relação ao novo centralismo da direção nacional, sem direito à rebelião ou rebeldia, mas apenas com alinhamento incontestável ao governador João Dória, na política local. Constatamos então que a última palavra será da direção nacional sob a direção estadual, como no caso específico da aliança ou palanque, no município de Fortaleza.
O deputado federal, o ex-prefeito Roberto Pessoa, e o ex-deputado federal, Danilo Forte, já são aliados da nova agenda interna do PSDB nacional. A deputada estadual, Fernanda Pessoa, e o deputado estadual, Nelinho, sem dúvida irão seguir a orientação do diretório nacional tucano. O ex-governador Lúcio Alcântara deverá ser recebido pelo governador João Dória, nos próximos dias, na sede do Governo de São Paulo. O PSDB nacional é por natureza anti-Ciro Gomes (PSDB), com isso não há espaço para aliança no município de Fortaleza entre o PSDB e o PDT, no primeiro turno ou segundo turno.
A direção nacional do PSC na figura do governador carioca, Wilson Witzel, já sinalizou o apoio ao pré-candidato à prefeito de Fortaleza, o deputado federal Capitão Wagner (PROS), com isso o governador paulista, João Dória, poderá orientar o PSDB fortalezense a fazer parte dessa aliança partidária: PROS-PODE-PSC e PSDB. João Dória tem interesse numa futura aliança com o grupo político do deputado federal Capitão Wagner, na política cearense.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político
Fortaleza, 02 de Agosto de 2019
quarta-feira, 31 de julho de 2019
Jair Bolsonaro e o Inimigo Público (Político)
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) não tem interesse de construir o
consenso democrático, como desejaria a imprensa brasileira e a classe
intelectual. Jair Bolsonaro já deixou bem nítido o interesse da governança
plena para somente 1/3 do eleitorado brasileiro, assim como a governança
parcial, para outro 1/3 do eleitorado brasileiro via as reformas estruturais na
área econômica (Paulo Guedes). Em síntese 2/3 do eleitorado é o alvo
administrativo do Governo Federal.
O restante do 1/3 do eleitorado de perfil oposicionista é simplesmente
considerado pelo o presidente Jair Bolsonaro (PSL), como público descartável do
seu Governo Federal. O ex-presidente Lula e o Partido dos Trabalhadores
procuram manter a hegemonia desse contingente eleitoral não prioritário ao
bolsonarismo, assim como o ex-governador Ciro Gomes (PDT) procura também elo de
ligação, com esse eleitorado preso ao gueto eleitoral pró-Lula-PT-PC do B-
PSOL. Ciro Gomes poderia procurar o Cidadania e Podemos, para a construção do
novo polo partidário independente, com viés político e econômico pró- reformas.
A imprensa privada brasileira é um pária político-empresarial, para o
presidente Jair Bolsonaro (PSL) por causa das suas redes sociais. Jair Bolsonaro
procura destruir o grupo O Globo e o grupo UOL entre outros (Jornal Estadão),
com um ponto muito interessante que é o fato de não colocar nada no seu lugar,
pois o grupo Record e o grupo SBT são apenas auxiliares midiáticos das
plataformas das redes sociais do Governo Federal. Os veículos de comunicação
não terão êxito na tentativa de pautar o presidente Jair Bolsonaro (PSL) na sua
conduta pessoal e na sua conduta administrativa. O bolsonarismo institucional
tem a imprensa brasileira como o seu principal inimigo público, já o seu
principal inimigo político ainda é o lulismo.
O discurso raivoso do presidente Jair Bolsonaro (PSL) contra os seus
desafetos internos, como o presidente da Câmara e as cúpulas partidárias. É
também estendido aos seus inimigos das oposições. Jair Bolsonaro manterá o tom
agressivo nas redes sociais, para consumo do seu eleitorado mais fiel, assim
como as medidas econômicas da equipe de Paulo Guedes, Mansueto de Almeida,
Rogerio Marinho e outros têm o interesse de atender as classes médias
tradicionais, porém a imprensa brasileira é aliada mercadológica das reformas:
Previdência, Tributaria e Trabalhista. Os intelectuais brasileiros são
pregadores no deserto da falta de bom senso dos atores políticos da sociedade
civil.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político
Fortaleza, 31 de Julho de 2019
terça-feira, 30 de julho de 2019
Camilo Santana e o afastamento político-administrativo de Ciro Gomes
O governador Camilo Santana (PT) sempre foi a simbiose político-administrativo entre o senador Cid Gomes (PDT) e o ex-presidente Lula (PT), com isso nunca houve identificação por parte do chefe do executivo estadual, com o ex-governador Ciro Gomes (PDT). Camilo Santana fez da sua visita ao cárcere de Lula; o seu principal movimento abrupto na política cearense. Ciro Gomes foi aliado (2003-2018) do Lula e do Partido dos Trabalhadores até o primeiro semestre do ano passado.
O ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) não teve grande vitória eleitoral no primeiro turno da sucessão presidencial de 2018, na sua terra natal (Ceará). Ciro Gomes teve 41% dos votos válidos dos cearenses, no primeiro turno da sucessão presidencial, já o ex-presidenciável Fernando Haddad (PT) teve o sufrágio de 33% dos eleitores alencarinos, no mesmo pleito eleitoral. O governador Camilo Santana (PT) não fez campanha, para o seu companheiro partidário na primeira etapa da eleição para presidente, em solo cearense. A campanha de reeleição do senador Eunício de Oliveira (MDB) foi responsável por fazer a campanha do candidato petista a presidente da República, no Estado do Ceará, nessa etapa eleitoral. Eunício de Oliveira tinha o aval de Camilo Santana e do ex-presidente Lula.
O grupo político do ex-governador Ciro Gomes (PDT) não fez campanha favorável a candidatura à reeleição de Eunício de Oliveira ao Congresso Alto (Senado), pois o mesmo era aliado do ex-presidente Lula e do candidato petista (Fernando Haddad) a presidente da República. A não recondução do senador Eunício de Oliveira ao seu cargo parlamentar, acendeu a luz amarela no grupo político do governador Camilo Santana, que no período do segundo turno da sucessão presidencial, não poupou nenhum esforço pró-Fernando Haddad entre os eleitores cearenses. Destaco o importante detalhe de que essa foi a primeira eleição majoritária de Camilo Santana na política cearense, sem a participação do grupo do ex-presidenciável Ciro Gomes, no mesmo palanque. A ação conjunta do triunvirato Camilo Santana - Lula - Fernando Haddad foi responsável pela votação recorde de 71% dos votos válidos, no segundo turno da sucessão presidencial, em solo cearense.
O governador Camilo Santana (PT) deverá lançar uma candidatura petista a sucessão municipal do prefeito, Roberto Cláudio (PDT), ou fazer aliança informal, com o pré-candidato Capitão Wagner (PROS), na sucessão municipal da capital cearense. O ex-governador Ciro Gomes (PDT) tentará fazer aliança com o senador Tasso Jereissati que deverá sair do PSDB, para ir ao partido Democrata, com isso teremos a reedição da aliança política-administrativa entre PDT e DEM, em síntese antipetista, no pleito eleitoral de Fortaleza. O senador Cid Gomes (PDT) manterá a sua aliança política-administrativa, com o governador Camilo Santana (PT). Cid Gomes é o único pedetista que teria o apoio de Camilo Santana, para sucedê-lo no comando do executivo do Governo Estadual.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político
Fortaleza, 30 de Julho de 2019
Assinar:
Postagens (Atom)

















