quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Camilo Santana e o Danilo Forte - Novo Bloco Administrativo: PRTB, Podemos e DEM

O governador Camilo Santana (PT) trabalha junto ao senador Eunício Oliveira (PMDB), para a construção do palanque estadual do presidenciável Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O segundo palanque estadual do chefe de executivo estadual será do candidato à presidência da República do Partido Democrático Trabalhista, o cearense Ciro Gomes, com a principal liderança local o ex-governador Cid Gomes, como pré-candidato ao Senado. O terceiro palanque da reeleição do governador Camilo Santana (PT) será organizado em torno dos partidos não aliados às candidaturas presidenciais de Lula e Ciro Gomes, tendo como principal interlocutor político o deputado federal Danilo Forte (DEM). 

O governador Camilo Santana vai fazer a reforma do secretariado em função dos três palanques citados. Camilo Santana vai reacomodar o grupo político do senador Eunício Oliveira (PMDB) no primeiro escalão administrativo do Governo do Estado do Ceará, por esse motivo já inicia a redução do espaço administrativo do Partido dos Trabalhadores e do Partido Democrático Trabalhista nas secretarias estaduais. O deputado federal Danilo Forte (DEM)  tem processo de aproximação política-eleitoral, com o diretório estadual do Podemos, como também iniciou o processo de diálogo, com o diretório estadual do PRTB. O novo bloco político-administrativo (PRTB-Podemos e DEM) deverá ocupar alguma autarquia estadual no final do primeiro mandato do governador Camilo Santana (2015-2018).

As últimas três eleições estaduais (2006-2010-2014) foram marcadas pela predominância do condomínio político-administrativo do ex-presidente Lula (PT) e do ex-governador Cid Gomes (PDT), com as suas vitórias aos cargos dos executivos, em solo cearense: presidente (Lula-Dilma) e governador (Cid-Camilo). O Partido dos Trabalhadores secção cearense e o grupo político do ex-governador Cid Gomes (PDT), já não contam com acesso aos recursos financeiros do Governo Federal, isso por si só, já diminuiu o poder de permanência dos seus quadros administrativos no primeiro escalão do governador Camilo Santana, no período de tentativa de reeleição do mesmo.

O deputado federal Danilo Forte (DEM) e os seus aliados (PRTB-Podemos) têm noção da fragmentação política da base aliada do governador Camilo Santana. Danilo Forte é o único aliado do Governo Federal no palanque de reeleição do governador Camilo Santana (PT), com aval da direção nacional do Democrata, assim como os seus aliados têm sinalização positiva dos seus diretórios nacionais. Os principais partidos oposicionistas (PSDB, PR, PSD, SD e PROS) são aliados do presidente Michel Temer (PMDB), com os seus candidatos presidenciais, em solo alencarino. O governador Camilo Santana vai dialogar com o deputado federal Danilo Forte e aliados (PODE-PRTB), em relação à reforma do primeiro escalão do Governo Estadual e o seu palanque de reeleição nesse ano.

Observação: Nos próximos dias apresentarei a minha avaliação política do Partido Popular Socialista (PPS) e o Partido Pátria Livre (PPL) no palanque de reeleição do governador Camilo Santana (PT). 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político 

Fortaleza, 10 de Janeiro de 2018 



Prezado Luiz Cláudio Ferreira Barbosa

A respeito da matéria “Camilo Santana e o Danilo Forte – Novo Bloco Administrativo PRTB, PODEMOS e DEM”, veiculada no Blog do Farias, em 11 de janeiro de 2018, a Executiva Nacional do partido reafirma que o Podemos constrói seu próprio caminho, com independência, no Ceará.
 
O Podemos tem compromisso com o projeto político que propõe uma alternativa para o país, a partir da pré-candidatura do senador Alvaro Dias (PR) à Presidência da República. Qualquer composição, inclusive as de caráter regional, só poderá ser realizada ou autorizada pela Executiva Nacional.
 
Assessoria de Imprensa do Podemos




quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O Retorno da Aliança Eleitoral: Lúcio Alcântara e Tasso Jereissati

O ex-governador Lúcio Alcântara (PR) e o senador Tasso Jereissati (PSDB) mantêm um relacionamento político-eleitoral bem cordial, porém não há quase nenhum contato no campo pessoal. As duas principais lideranças das oposições têm mais de uma década de distanciamento físico, em fusão de decisões erradas nas eleições 2006, para o Governo do Estado do Ceará. Quando haverá o encontro político-eleitoral dessas lideranças oposicionistas? Em breve!

O presidente estadual do PSDB, o ex-deputado estadual Francini Guedes, terá a importante missão de promover o diálogo entre o ex-governador Lúcio Alcântara (PR) e o senador Tasso Jereissati (PSDB), para a construção da chapa majoritária das oposições: candidato a governador, candidato a vice-governador e os candidatos (dois) ao Senado. O bloco partidário PR-PSDB e os seus aliados marcam o início do novo núcleo oposicionista, sem a participação do senador Eunício Oliveira (PMDB). 


O presidente estadual do PSD, o deputado federal Domingos Neto e o presidente do Solidariedade, o deputado federal Genecias Noronha, formam um outro grupo das forças oposicionistas ao condomínio político-eleitoral do governador Camilo Santana (PT). A frente partidária (PR-PSDB-PSD-SD) das oposições precisa realinhar as principais lideranças, com isso é necessário o diálogo direto sem intermediários dos ex-governadores: Lúcio Alcântara e Tasso Jereissati. 

O palanque estadual contra a aliança PT e PMDB não pode manter esse distanciamento entre as suas lideranças mais experientes nas administrações públicas. O ex-governador Lúcio Alcântara e o senador Tasso Jereissati devem juntar forças e deste modo irão atuar como os principais articuladores políticos perante a sociedade civil cearense contra a hegemonia política-administrativa do governador Camilo Santana (PT) em parceria com o senador Eunício Oliveira (PMDB) que articulam um palanque pró-Lula no Ceará.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político 

Fortaleza, 03 de Janeiro de 2018 



terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Ciro Gomes e o vazio político da aliança PSDB e PMDB



O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso compreendeu e explicou o acaso do condomínio político-administrativo do presidente Michel Temer (MDB), que tem o PSDB como principal aliado. Fernando Henrique Cardoso procura reconstruir o bloco partidário (PSDB-MDB-PSD-PR-PP-DEM-PTB e outros) de centro-direita sem apoio da maioria da população brasileira, pois a rejeição do atual Governo Federal e do Partido da Social Democracia Brasileira não viabiliza nenhuma candidatura presidencial nesse ano. O presidenciável do Partido Democrático Trabalhista, o ex-ministro Ciro Gomes, deverá adotar agenda política-eleitoral de teor liberal na área econômica, nos próximos dias.


A executiva nacional do PDT deverá reavaliar o discurso trabalhista de defesa dos direitos sociais e da oposição radical ao presidente Michel Temer (MDB), que tem muita semelhança, com o ideário político-eleitoral do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O espectro ideológico centro-esquerda da política brasileira está sob o comando do presidenciável petista, em detrimento do pré-candidato à presidência da República do PDT: Ciro Gomes.




A primeira vez que o ex-governador Ciro Gomes foi candidato à presidência da República, obteve votação de 11% dos votos válidos ou oito milhões de votantes, no primeiro turno do pleito eleitoral de 1998. Ciro Gomes procurou ser a terceira via contra a polarização PSDB versus PT, porém o voto útil contra a reeleição do presidente Fernando Henrique Cardoso foi para o candidato petista (Lula). A inviabilidade política-eleitoral do provável presidenciável tucano, o governador Geraldo Alckmin, representa a grande chance do ex-ministro Ciro Gomes de reposicionamento no tabuleiro geopolítico da sucessão presidencial de 2018.

O PDT deverá dirigir a sua agenda econômica da pré-campanha presidencial, para os setores moderados da classe média brasileira que são favoráveis ao mercado (financeiro), em detrimento da intervenção estatal nas políticas públicas na área da indústria e do comércio. O presidenciável Ciro Gomes (PDT) deverá manter o seu atual contingente eleitoral, com a possibilidade de atrair o voto útil do eleitorado de centro-direita ou anti-populista na área econômica e social, nesse pleito eleitoral de 2018. O número de WhatsApp do Blog do Luiz Cláudio: 85-991988196.





Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político 



Fortaleza, 02 de Janeiro de 2018




quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Alexandre Pereira e o Reencantamento do Turismo de Fortaleza

A Prefeitura de Fortaleza iniciou um processo de recuperação da auto-estima do cidadão-contribuinte  por sua cidade. Este processo esta acontecendo através da ocupação dos principais pontos turísticos da capital cearense pela Secretaria de Turismo, tarefa executada pelo secretário municipal de Turismo, o empresário Alexandre Pereira, com ajuda do Governo do Estado do Ceará e dos principais setores empresariais da economia cearense: Parceria Pública e Privada.



Os principais municípios brasileiros diminuíram a verba orçamentária da área de turismo. A maior cidade brasileira (São Paulo) quase que literalmente abandonou o setor de eventos e entretenimento a própria sorte. A cidade do Rio de Janeiro fez enorme corte no orçamento da secretaria municipal turismo, com isso o setor hoteleiro e de serviços não contrataram os funcionários temporários necessários nas festas de final de ano e de verão. O município de Fortaleza vai na contramão das capitais citadas, apresentando um quadro mais positivo, da ocupação hoteleira e contratação de mão-de-obra nos bares e restaurantes, o que não acontece em cidades similares na área de turismo na região do Nordeste: Salvador (BA) e Recife (PE).



A Secretaria Municipal de Turismo teve repasse de verba pública do poder executivo bem menor do que nos últimos anos. O secretário municipal de turismo, o empresário Alexandre Pereira, com trânsito intenso ou livre no Governo Federal e no Governo do Estado do Ceará, já foi o incentivador pelo realinhamento das políticas públicas das três estâncias governamentais. Alexandre Pereira compreendeu a necessidade da ocupação pública, em parceria, com os empresários dos principais pontos turísticos da orla marítima de Fortaleza. O Mercado do Peixe e a região próximo a Ponte do Inglês (Metálica) não foram locais escolhidos aleatoriamente, pois tivemos vários eventos culturais feitos pela Prefeitura de Fortaleza durante o ano de 2017, com isso aumento do fluxo de visitantes locais e turistas, assim como a contratação de mão-de-obra no setor turístico privado.



A festa de final de ano na cidade de Fortaleza, com certeza contribuiu para a ocupação hoteleira de 95% dos quartos . O universo de 650 mil turistas na capital cearense, com quase o dobro disso, em toda Região Metropolitana de Fortaleza. O reencantamento do turismo fortalezense é motivo de comemoração, pois aumentará a arrecadação local dos cofres públicos da PMFORT e do Governo do Estado do Ceará, como também aumenta os ganhos financeiros dos setores de eventos e entretenimentos e do setor hoteleiro. Os shoppings, táxis e os transportes privados de passageiros deverão ter rendimentos econômicos recordes em relação aos últimos dois anos.



Feliz Ano Novo aos leitores do Blog.
 
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político

Fortaleza, 28 de Dezembro de 2017


quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Camilo Santana é dono do seu futuro político-eleitoral em 2018

O governador Camilo Santana (PT) é pré-candidato à sua reeleição ao governo do Estado do Ceará. Camilo Santana tem índice de aprovação de sua gestão pública, em torno de 68%, na pesquisa estimulada do Instituto Paraná Pesquisas. O período prolongado de estiagem ou seca e os números alarmantes de mortes e furtos na área de Segurança Pública, são os grandes responsáveis pela desaprovação da atual administração pública estadual,  segundo 30% dos entrevistados do Instituto Paraná Pesquisas. 



O fim da polarização política-eleitoral entre o grupo cidista e o grupo anti-cidista é fato confirmado nas pesquisas estimuladas do Instituto Paraná Pesquisas, para a sucessão estadual do próximo ano. O novo cenário é a continuação ou não do governador Camilo Santana (PT), à frente do Palácio da Abolição. A grande novidade é a reorganização , dos grupos políticos cearenses, independemente de serem da situação e da oposição, em torno do futuro do chefe executivo do Governo Estadual. 

O governador Camilo Santana (PT) tem noção e compreensão da excelente perspectiva de inverno, no início do próximo ano. O estado do Ceará é quase todo na região semi-árida da região Nordeste. O fim do período de estiagem e o aumento do volume de água dos açudes, irão ser os maiores aliados de Camilo Santana perante uma parte do cidadão-eleitor descontente, com a sua atual gestão pública. A chegada da transposição do Rio São Francisco no Eixão das Águas é simplesmente o coroamento do mandato do atual chefe do executivo do Governo do Estado do Ceará.



Os altos índices da violência na sociedade cearense é a grande macula na administração pública do governador Camilo Santana (PT). O Governador deverá fazer mea-culpa perante a opinião pública, nos próximos dias, com isso deverá diminuir o nível de rejeição de boa parte dos cidadãos cearenses. O chefe do executivo do Governo Estadual tem um estilo franciscano de dialogar com os setores sociais radicais que desejam o endurecimento do combate ao crime e o narcotráfico, procura sempre com bom senso  diminuir as zonas de atritos, nessa área tão problemática.



Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político 


Fortaleza, 21 de Dezembro de 2017