sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Eunício Oliveira deverá fazer aliança eleitoral com Camilo Santana

O senador Eunício Oliveira (PMDB) já vem mantendo uma aliança administrativa, com o governador Camilo Santana (PT), nos últimos noventas dias. Eunício Oliveira é o grande responsável pela vinda de muitos recursos financeiros do Governo Federal para os cofres do Governo do Estado do Ceará. O PMDB cearense deverá fazer parte do novo arco de aliança do governador Camilo Santana (PT), nas eleições de 2018.

O senador Tasso Jereissati (PSDB)  não aceitou a candidatura ao cargo de governador do Estado do Ceará, numa chapa majoritária de agremiações partidárias oposicionistas (PMDB - PSDB - PR - SD - PSD), na minha avaliação esta fato funcionou com uma senha política-eleitoral, para o senador peemedebista, Eunício Oliveira, estreitar a sua aliança administrativa, com o governador Camilo Santana. Tasso Jereissati é adversário do presidente Michel Temer (PMDB). Camilo Santana não é adversário do Governo Federal.

O governador Camilo Santana (PT) tem feito muitos elogios ao senador Eunício Oliveira (PMDB) nos eventos conjuntos do Governo Estadual, com os recursos financeiros do Governo Federal. Camilo Santana irá convidar Eunício Oliveira para ocupar a vaga de candidato a reeleição ao Senado na chapa majoritária governista. Os futuros eventos públicos terão como principais estrelas nos palanques: Eunício Oliveira e Camilo Santana. 

O fim do bloco oposicionista do PMDB e do PSDB, em solo cearense, já havia acontecido quando o senador Tasso Jereissati saiu da base aliada do presidente Michel Temer. O senador Eunício Oliveira (PMDB) não encontrou resistência da parte do governador Camilo Santana (PT), em relação ao Governo Federal. Eunício Oliveira e Camilo Santana são aliados na esfera pública da área administrativa, existindo então um enorme potencial de serem aliados eleitorais. Assista o vídeo:



Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político 

Fortaleza, 03 de Novembro de 2017 


Jornal da Câmara - Segunda Edição


segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Lúcio Alcântara e o diálogo eleitoral com Camilo Santana

O governador Camilo Santana mantém um diálogo pertinente, com as três principais lideranças das oposições cearenses: Lúcio Alcântara, Tasso Jereissati e Eunício Oliveira. O presidente estadual do Partido da República, o ex-governador Lúcio Alcântara, já aparece como a primeira liderança oposicionista, que deverá iniciar uma negociação aberta de apoio a reeleição do atual chefe do executivo estadual. 

Os analistas políticos têm colocado em segundo plano nas suas crônicas, a capacidade do ex-governador Lúcio Alcântara (PR) que foi fundamental na construção das últimas três chapas majoritárias competitivas ao grupo dos Ferreiras Gomes: Elmano de Freitas (2012), Eunício Oliveira (2014) e Capitão Wagner (2016). Lúcio Alcântara como presidente estadual do PR é o principal interlocutor entre as lideranças oposicionistas cearenses, como uma espécie de elo político-eleitoral ou argamassa moral acima dos projetos pessoais do grupo anti-Ferreira Gomes.

O governador Camilo Santana (PT) mantém uma relação de negociação de  aliança eleitoral , com o senador Eunício Oliveira (PMDB), para as eleições de 2018. Camilo Santana procura estreitar a sua aliança administrativa, com o grupo político do senador Tasso Jereissati de olho na sua reeleição estadual. A negociação de aproximação do atual chefe do executivo, com a cúpula estadual do Partido da República tem como principal motivo, a força política-eleitoral dessa agremiação partidária na Região Metropolitana de Fortaleza: Capitão Wagner e Roberto Pessoa.

O presidente estadual do Partido da República, o ex-governador Lúcio Alcântara, tem capacidade de negociar a reeleição do governador Camilo Santana (PT), entre os seus pares no bloco das oposições cearenses. Lúcio Alcântara  se declarar apoio político-administrativo ao governador Camilo Santana (PT), nas eleições 2018, já classifica o Partido da República como o principal aliado do Governo do Estado do Ceará, para eleição municipal de 2020, em Fortaleza. Assista ao vídeo:



Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político

Fortaleza, 30 de Outubro de 2017




quinta-feira, 19 de outubro de 2017

O Futuro Núcleo Oposicionista Cearense: Genecias Noronha e Domingos Neto



Nos últimos dias os principais lideres oposicionistas cearenses estavam presos nas agendas negativas de Brasília: Tasso Jereissati (PSDB) e Eunício Oliveira (PMDB). Os senadores cearenses mantêm um bom diálogo, com o governador Camilo Santana (PT). O núcleo político - eleitoral anti-Camilo Santana virá das lideranças emergentes do cenário estadual.

O presidente estadual do Solidariedade, o deputado federal Genecias Noronha, já é considerado o provável candidato mais bem votado para a Câmara Federal, no próximo pleito eleitoral de 2018, na bancada cearense. Genecias Noronha teve 221 mil votos na sua reeleição de 2014, com perspectiva de quase 300 mil votos na sua segunda reeleição ou terceiro mandato. 

O presidente estadual do PSD, o deputado federal Domingos Neto, deverá ser o parlamentar ou liderança regional mais crítica ao governador Camilo Santana (PT) nos próximos dias. O bloco partidário liderado por Domingos Neto deverá construir uma série de estratégias eleitorais, com as seguintes agremiações partidárias: Solidariedade e Partido da República. 

O deputado federal Genecias Noronha (SD) tem o maior grupo político (prefeito, ex-prefeito, vereador, ex-vereador e outras lideranças) fora do Governo Estadual, com isso se torna o maior fiador individual da política local. O deputado federal Domingos Neto tem o controle do maior partido de oposição ao governador, no caso específico o Partido Social Democrático, com muito tempo de televisão e rádio, como também fundo partidário.

Este assunto merece ser bem acompanhado, portanto deverei escrever a segunda parte desse artigo. Assista o vídeo:




Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político

Fortaleza, 19 de Outubro de 2017

Programa Pela Ordem


domingo, 15 de outubro de 2017

Camilo Santana e o realinhamento político dos não-aliados: Tasso Jereissati e Eunício Oliveira



O governador Camilo Santana (PT) caminha para a construção do seu próprio condomínio político-administrativo, com a participação de liderança das oposições cearenses: Danilo Forte (PSB), Lúcio Alcântara (PR), Tasso Jereissati (PSDB) e Eunício Oliveira (PMDB). Camilo Santana mantém os irmãos Gomes (Ciro - Cid) e o Partido dos Trabalhadores como seus principais aliados no aspecto político, porém na área administrativa existem alianças com os principais partidos do Governo Federal: PSDB, PMDB e outros.

O senador Eunício Oliveira (PMDB) procura construir uma enorme parceria na área administrativa, com o governador Camilo Santana ( PT). Eunício Oliveira consegue a liberação dos recursos financeiros ,via o Governo Federal, para os cofres do Governo do Estado do Ceará. O governador Camilo Santana (PT) tem acesso livre aos ministérios peemedebistas, assim como também aos ministros tucanos do Governo Federal.

Os senadores Tasso Jereissati (PSDB) e Eunício Oliveira (PMDB), este ano, não persistiram no comportamento de oposicionistas dos últimos dois anos (2015-2016), em relação ao governador Camilo Santana (PT). O líder tucano e o líder peemedebista já são aliados no campo administrativo e constituem um importante elo político do chefe do executivo cearense nos seus pleitos junto ao presidente Michel Temer (PMDB). O Palácio da Abolição necessita dos seus neo-aliados (PSDB-PMDB) para a manutenção financeira da sua gigantesca base aliada de prefeitos. 

O governador Camilo Santana (PT) vai tentar fazer uma aliança política-eleitoral, com os senadores Tasso Jereissati (PSDB) e Eunício Oliveira (PMDB), para não permitir que a sua administração entre em colapso econômico o que aconteceria  sem os recursos financeiros do Governo Federal. Os prefeitos tucanos, peemedebistas e republicanos não são discriminados pelo governador Camilo Santana (PT), essa atitude já conseguiu uma imensa pacificação na política cearense e representam um novo pacto administrativo. Assista o vídeo:




Luiz Cláudio Ferreira Barbosa sociólogo e consultor político 

Fortaleza, 15 de Outubro de 2017 



domingo, 3 de setembro de 2017

Camilo Santana e o cálculo político-eleitoral do ex-presidente Lula no Ceará



O governador Camilo Santana (PT) demonstra interesse em manter o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no seu palanque de reeleição, no próximo ano. Camilo Santana sabe do peso político-eleitoral do lulismo cearense nas pequenas cidades, onde há enorme sentimento de saudosismo da Era Lula (2003-2010) devido as políticas sociais e aos créditos financeiros. A candidatura presidencial do petista poderá ter entre 17% até 25% dos votos válidos, no pleito de 2018, em nosso estado.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa
O presidenciável Ciro Gomes (PDT) não recebeu a caravana do ex-presidente Lula, em terras cearenses. Ciro Gomes começa a trabalhar com a perspectiva de não receber apoio do Partido dos Trabalhadores a sua postulação política-eleitoral ao Governo Federal. O condomínio político-administrativo que era cirista-cidista-lulista (2003-2016) já não existe mais, com isso o governador Camilo Santana (PT) vai ser a ponte entre os antigos aliados nas eleições do Ceará.

O governador Camilo Santana (PT) ampliou o seu arco de aliança após o fim da Era Lula-Dilma (2003-2016) à frente do Palácio do Alvorada, em Brasília. Camilo Santana mantém um  bom relacionamento administrativo com o presidente Michel Temer (PMDB) através do deputado federal Danilo Forte (PSB) e do presidente nacional do PSDB, o senador Tasso Jereissati.  O chefe do executivo estadual também já começa uma reaproximação com o senador Eunício Oliveira (PMDB), para ajudá-lo nas liberações dos recursos financeiros do Governo Federal.

Eu acredito na saída do governador Camilo Santana dos quadros do Partido dos Trabalhadores. Camilo Santana deverá ir para o Podemos ou para o Partido Socialista Brasileiro no início do próximo ano, com a construção do seu palanque de reeleição, porém terá três palanques a nível presidencial: Ciro Gomes (PDT), Lula (PT) e o candidato nacional do PSDB. A lógica política do Palácio de Iracema é a garantia antecipada da reeleição do atual chefe do executivo do Governo Estadual, já o processo eleitoral a nível nacional, sem dúvida é questão secundaria. Assistam aos vídeos:


 

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político

Fortaleza, 03 de Setembro de 2017