quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Entrevista na TV Fortaleza - O Programa Pela Ordem

A minha entrevista ao Programa Pela Ordem do jornalista Carlos Frederico, na TV Fortaleza. No horário das 19:00 horas. Quinta - feira, 22 de Janeiro de 2015. Tema - Dilma Rousseff e a Nova Política Econômica | Avaliação do desempenho dos primeiros dias do governador Camilo Santana.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político

Artigo no Jornal O Estado - Dilma Rousseff e a Ortodoxia Econômica.

O artigo que foi publicado na Quinta - Feira, 22 de Janeiro de 2015, no Caderno Opinião do Jornal O Estado.Titulo: Dilma Rousseff e a Ortodoxia Econômica.
http://www.oestadoce.com.br/noticia/ajuste-politico


A presidente Dilma Rousseff (PT) prepara o maior ajuste fiscal da economia brasileira nos últimos vinte anos, somente para obter um aumento de receitas do Governo Federal na ordem de 70 bilhões. O corte de gastos e os aumentos dos tributos vão atingir o bolso do cidadão-contribuinte e do setor industrial da economia brasileira, este fato acarretará uma certa impopularidade à mandataria do Planalto.

O ministro da Fazenda, o economista Joaquim Levy, tem sido bem objetivo nas suas declarações sobre os ajustes fiscais e sobre os aumentos dos impostos. A retomada do CIDE sobre os preços dos combustíveis, uma medida que irá  arrecadar algo em torno de 22 bilhões de reais já nos próximos meses.  O novo decreto do Governo Federal tributará a gasolina em 0,22 centavos e o diesel em 0,15 centavos por litro no início de fevereiro via PIS/Cofins.

A presidente Dilma Rousseff (PT) deverá fazer alteração nos benefícios trabalhistas e previdenciários para gerar uma economia em torno de 18 bilhões aos cofres públicos. Dilma Rousseff vai cortar os subsídios ao setor elétrico no valor de 9 bilhões de reais  previstos no Orçamento de 2015. As medidas fiscais vão entrar em vigor num período de aumento dos índices de desemprego na Indústria brasileira e dos apagões elétricos.

O ministro da Casa Civil, o economista Aloizio Mercadante, procura acalmar uma base aliada preocupada com os desgastes  causados por esses ajustes ficais perante a opinião pública brasileira. O cotidiano do cidadão- contribuinte será atingido de uma maneira similar aos ajustes durante a implantação do Plano Real  e da Crise Econômica dos Tigres Asiáticos na segunda metade da década de 1990.  

O Planalto não tem saída, em relação às medidas adotadas para fazer o ajuste fiscal necessário, para equilibrar as contas públicas e o aumento das receitas financeiras da União. Os analistas financeiros defendem essas medidas  ortodoxas na economia brasileira, com efeito de curto prazo de crescimento do PIB de 0,38% nesse ano e 1,80% no ano de 2016. Os efeitos positivos dessas medidas econômicas serão de longo prazo na área política-eleitoral de 2018.

A presidente Dilma Rousseff (PT) tem noção do prejuízo em curto prazo de sua imagem de gestora perante a opinião pública brasileira. O Partido dos Trabalhadores muito pouco influenciará na área econômica do Planalto, mas deverá perder uma parte significativa do seu discurso político-eleitoral de antítese ao discurso do mercado financeiro, que sempre  atuava como um fortalecimento dos movimentos  populares, porém agora a presidente Dilma Rousseff (PT) faz o inverso do seu discurso de campanha na sua reeleição em 2014.  

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político.



quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Artigo no Jornal O Estado - Dilma Rousseff e a Política Pró - Mercado

O artigo que foi publicado na Quinta - Feira, 15 de Janeiro de 2015, no Caderno Opinião do Jornal O Estado.Titulo: Dilma Rousseff e a Política Pró - Mercado.
http://www.oestadoce.com.br/noticia/corte-politico


A presidente Dilma Rousseff (PT) teve uma primeira semana de segundo mandato marcada pelo diálogo com o setor produtivo da economia brasileira. A reforma ministerial produziu bons resultados nos representantes dos bancos e das grandes empresas privadas nas posses dos novos ministros da área econômica. O ministro da Fazenda, o economista Joaquim Levy, já deixou bem nítido, a essa seleta plateia, o desejo da União em fazer superávit de 1,2% do PIB em 2015.
O Planalto procura demonstrar, nesses primeiros quinze dias, a necessidade do equilíbrio fiscal nos seus gastos públicos, por isso o corte orçamentário de despesas internas nas autarquias públicas. O populismo fiscal da era Lula já não faz parte da nova agenda administrativa do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) o exemplo maior é que o Tesouro Nacional não continuará bancando o aumento dos custos de energia elétrica, que serão repassados para os preços.
O crescimento esperado do PIB é de 0,8%, e a inflação que fechou 2014 em 6,41% deve ficar próxima de 6,5% nesse ano. A presidente Dilma Rousseff (PT) necessita de novas fontes de arrecadações tributárias para equilibrar as contas internas da União. O Planalto necessita cobrar a Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico (Cide) sobre a gasolina, que teve alíquota zerada em 2012.
A presidente Dilma Rousseff (PT) enfrenta uma onda de demissões nas principais  montadoras automobilística do Brasil, que vem ocorrendo de mês a mês, com o fechamento de 15 mil postos de trabalho desde novembro de 2013. Dilma Rousseff começa a enfrentar uma pressão dos setores sindicais e dos movimentos sociais que são contrários às novas políticas públicas na macroeconomia, que são interpretadas como sinônimos de desemprego e arrocho salarial.
O ministro da Fazenda, o economista Joaquim Levy, não poupa esforço para agradar ao setor financeiro e às entidades patronais em relação a sua nova política fiscal nas contas da União. O Planalto começa a temer o abandono das antigas bandeiras sociais durante os últimos doze anos de gestão petista em relação à nova classe média, que deverá passar por um período de arrocho salarial que sinaliza  o fim da expectativa do emprego pleno em alguns setores da economia brasileira.
A presidente Dilma Rousseff (PT) deverá fazer um corte político na sua base aliada nos setores dos movimentos populares no ano de 2015, em função do seu ajuste fiscal nas contas públicas do governo federal. O Partido dos Trabalhadores talvez não funcione como ator político de negociação pró-Planalto, mas como ator de pressão pró-movimentos sociais.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, Sociólogo e Consultor Político.



quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

Artigo no Jornal O Estado - Dilma Rousseff e o Circulo de Ministros Fieis (Gaúchos)

O artigo que foi publicado na Quinta - Feira, 08 de Janeiro de 2015, no Caderno Opinião do Jornal O Estado.Titulo: Dilma Rousseff e o Circulo de Ministros Fieis (Gaúchos).
http://www.oestadoce.com.br/noticia/nucleo-politico


A presidente Dilma Rousseff (PT) tomou posse do segundo mandato à frente do Planalto, com um núcleo político, mais próximo do seu ideário ideológico, com indicações de membros do Partido dos Trabalhadores do Rio Grande do Sul. Dilma Rousseff é mineira de nascença, mas fez militância política nos pampas gaúchos, por isso a indicação de ministros desse período: Pepe Vargas e Miguel Rossetto.
O novo núcleo político é petista na sua origem, mas não é lulista na sua essência, pois o ministro das Relações Institucionais, o deputado federal licenciado Pepe Vargas (PT-RS), e o novo titular da Secretaria-Geral da Presidência, com status de ministério, o ex-prefeito de Porto Alegre Miguel Rossetto, são membros das alas petistas de esquerda; que são menos alinhados à influência do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT).
O ministro da Casa Civil, o ex-senador Aloizio Mercadante (PT), sem dúvida, vai ser o líder natural desse novo núcleo político, com a criação de um triunvirato ministerial ao redor da presidente Dilma Rousseff (PT). Aloizio Mercadante é a principal liderança dilmista no Partido dos Trabalhadores, mas deverá ceder espaço para atuação dos ministros Miguel Rossetto e Pepe Vargas nas negociações internas da agremiação partidária.
A presidente Dilma Rousseff (PT) não tem interesse de ficar refém do comando nacional do Partido dos Trabalhadores que tem o ex-deputado estadual paulista, Rui Falcão, na sua presidência; por isso a necessidade da criação da ala petista dilmista a partir do seu estado de origem política, no caso, o Rio Grande do Sul. O ministro de Articulação Institucional, Pepe Vargas, tem trânsito livre nas bancadas parlamentares petistas (Senado| Câmara), para diminuição das zonas de atritos; já o ministro Miguel Rossetto deverá ser o homem mais próximo das principais decisões na área político-administrava da presidente Dilma Rousseff (PT).
O novo núcleo político do Planalto foi criação da própria chefe do executivo do governo federal, sem consulta ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e ao diretório nacional do Partido dos Trabalhadores. A presidente Dilma Rousseff (PT) começa a construir o seu próprio grupo político-partidário para as prévias internas de sua agremiação partidária, que irá escolher seu sucessor, para o pleito eleitoral de 2018. O governador petista de Minas Gerais, o ex-ministro Fernando Pimentel, deverá ser outra peça importante nesse novo núcleo político da presidente Dilma Rousseff (PT).

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, Sociólogo e Consultor Político


quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

Artigo no Jornal O Estado - Dilma Rousseff e a Perspectiva do Segundo Mandato

O artigo que foi publicado na Sexta - Feira, 19 de Dezembro de 2014, no Caderno Opinião do Jornal O Estado.Titulo: Dilma Rousseff e a Perspectiva do Segundo Mandato.
http://www.oestadoce.com.br/noticia/retrospectiva-politica


A presidente Dilma Rousseff (PT) não tem muitos motivos para estar animada com a comemoração pela passagem do seu primeiro mandato para o segundo mandato. Na história recente da República os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva tiveram essa mesma experiência de transição de governo, ao iniciarem um segundo mandato. Dilma Rousseff não terá um cenário de continuísmo tão tranquilo como os dois  ex-presidentes.
O advento da reeleição criou uma espécie de condição do chefe do executivo do Palácio do Planalto, para exercer uma administração pública de oito anos, com o direito de fazer o seu sucessor. O ex-presidente tucano FHC não teve muito dificuldade para ser eleito (1994) e reeleito (1998), em ambos os pleitos foi vitorioso no primeiro turno, já o ex-presidente petista Lula não teve tanta facilidade, pois o seu primeiro mandato (2002) e segundo mandato (2006) foram vencidos apenas no segundo turno.
O início do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT) não será marcado pelo continuísmo administrativo, como foram as transições dos governos de seus antecessores. O ex-presidente FHC passava por problemas similares na área econômica no início do seu segundo mandato, mas apenas fez mudanças pontuais entre os seus ministros; já a atual chefe do executivo praticamente vai mudar os principais postos da Esplanada dos Ministérios. O ex-presidente Lula praticamente não fez mudança profunda na composição dos seus ministros no seu segundo mandato.
A presidente Dilma Rousseff (PT) vai entrar na história política brasileira por fazer no início de seu segundo mandato uma série de mudanças de ministros, em áreas importantes, sob o signo político da renovação administrativa. Dilma Rousseff praticamente mudará os seus auxiliares mais próximos nas pastas dos setores de economia e política. O Planalto nunca esperava não aproveitar quase nada do  seu primeiro escalão para o segundo mandato.
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) procura interferir na construção do novo núcleo político-administrativo do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff (PT). Lula não mede esforço para fazer uma reviravolta nas expectativas que, no momento, não são nada positivas do segundo mandato da atual chefe do executivo do Planalto. A retrospectiva política do final do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff é marcada somente pela necessidade de uma profunda mudança administrativa, sem nada lembrar um governo reeleito sob o signo político do continuísmo.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, Sociólogo e Consultor Político.


Artigo no Jornal O Estado - Dilma Rousseff e os Aumentos de Impostos?

O artigo que foi publicado na quinta - feira, 11 de Dezembro de 2014, no Caderno Opinião do Jornal O Estado.Titulo: Dilma Rousseff e os Aumentos de Impostos?
http://www.oestadoce.com.br/noticia/imposto-politico


A presidente Dilma Rousseff (PT) não poupou esforços para aprovação da nova Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) na última terça-feira (9), no Congresso Nacional. O final do primeiro mandato da atual chefe do executivo do Planalto é marcado pelo pragmatismo da aprovação da nova LDO, pois, na prática, esse ato inicia uma série de novos impostos para o próximo ano: CIDE e CPMF.
O novo ministro da Fazenda, o economista Joaquim Levy, já é de fato o novo comandante da economia brasileira, com o apoio do novo ministro do Planejamento, o economista Nelson Barbosa e com apoio incondicional do presidente Alexandre Tombini do Banco Central. O novo núcleo econômico do Planalto deve estar por trás da medida de aumento dos juros, feito pelo Banco Central, na semana passada, com a nova taxa básica da Selic de 11,75%.
A presidente Dilma Rousseff (PT) reconhece a necessidade dos cortes de gastos no orçamento do governo federal, mas também pretende aumentar a carga tributaria, para obter uma arrecadação recorde para os cofres públicos, nos próximos quatro anos. A nova equipe econômica tem noção da necessidade do Planalto de reajustar a sua agenda política para uma nova Reforma Tributaria, com aprovação nas duas casas (Câmara e Senado) do Congresso.
O ministro da Casa Civil, o economista Aloizio Mercadante, já é outra peça importante no auxilio à nova equipe de ministros da área econômica, pois é de sua responsabilidade a conquista da aprovação dos novos impostos no legislativo brasileiro. Aloizio Mercadante tem formação na área econômica, mas próxima dos ideais do Partido dos Trabalhadores: sendo a favor da manutenção dos altos gastos públicos da União e da inflação acima da meta de 4,5% ao ano.
 A presidente Dilma Rousseff (PT) demonstra nova aptidão para o diálogo com a sua base aliada no Congresso, pois negociou pessoalmente, com as principais cúpulas partidárias (PMDB-PR-PRB-PSD-PP) para aprovação da nova Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). O PMDB demonstra ser o principal aliado na arena do Congresso, por isso a necessidade de realinhamento dos seus quadros na nova reforma ministerial, que acontecerá até o final de dezembro.
O Planalto começa a impor uma nova marca administrativa para os próximos quatro anos, com certo pragmatismo político na aprovação de certas medidas de aumento de imposto na área econômica, com aval do Congresso. A presidente Dilma Rousseff (PT) vai fazer da nova reforma ministerial, a sua nova base aliada no Congresso, com a finalidade de restruturação da economia brasileira no próximo ano.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, Sociólogo e Consultor Político.




Artigo no Jornal O Estado - Dilma Rousseff e o Ministro Oculto ( Antônio Palocci)

O artigo que foi publicado na quinta - feira, 04 de Dezembro de 2014, no Caderno Opinião do Jornal O Estado.Titulo: Política Econômica - Dilma Rousseff e o Ministro Oculto ( Antônio Palocci). 
http://www.oestadoce.com.br/noticia/politica-economica


A presidente Dilma Rousseff (PT) fez a indicação do economista Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda, com auxilio do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ex-ministro, Antonio Palocci (PT), para o seu segundo mandato à frente da Presidência da República (2015-18).  Dilma Rousseff retorna à política econômica de restrição dos gastos públicos do início da Era Lula-PT.
A indicação do novo ministro da Fazenda pode ser um indicativo da construção de um novo triunvirato informal ou conselho político dentro do Planalto, para o novo mandato da chefe do Executivo. A presidente Dilma Rousseff (PT) não decidirá sobre as políticas públicas do Planalto sem consultas prévias aos petistas Luiz Inácio Lula da Silva na área de política e Antônio Palocci na área econômica. Os três atores políticos já trabalharam em conjunto no primeiro mandato petista (2003-2006) a frente do governo federal.
O ex-ministro Antônio Palocci foi importante na indicação da nova equipe da área econômica do Planalto, para os ministérios da Fazenda e do Planejamento. Antônio Palocci já trabalhou na época que foi ministro da Fazenda com o economista Nelson Barbosa, por isso foi o principal articulador político da sua indicação ao Ministério do Planejamento. Os setores organizados do mercado financeiro têm no ex-ministro Antônio Palocci o seu principal interlocutor das suas demandas de políticas públicas junto à presidente Dilma Rousseff (PT).
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o pleito eleitoral de 2014 para presidente da República, já era o principal articulador político da campanha de reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT), porém, no contato com os empresários, delegou ao médico Antônio Palocci, seu homem de confiança, essa função de acalmar os ânimos do mercado financeiro em relação a um segundo governo da atual mandataria do Planalto.
O atual ministro da Fazenda, o economista Guida Mantega, sempre representou um contraponto às políticas econômicas do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci nos doze anos da administração petista no Planalto. O futuro ministro da Fazenda, o economista Joaquim Levy e o novo ministro do Planejamento, o economista Nelson Barbosa, são adeptos do controle fiscal dos gastos públicos da União, com isso, temos um retorno informal do próprio ex-ministro Antônio Palocci como um mentor intelectual da área de política econômica do Planalto nos próximos quatro anos.
A presidente Dilma Rousseff (PT) nunca escondeu o seu desejo de manutenção do atual ministro da Fazenda, o economista Guido Mantega, a frente dessa importante pasta do Planalto, mas o baixo crescimento econômico e a taxa da inflação acima das expectativas negativas do mercado financeiro e dos setores da indústria nacional, são considerados os principais motivos para o retorno de uma política econômica de corte dos gastos públicos ao estilo administrativo-econômico do período de Antônio Palocci no primeiro mandato (2003-2006) do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, Sociólogo e Consultor Político.

Entrevista para equipe de jornalismo da TV Fortaleza