quinta-feira, 16 de outubro de 2014

A Pesquisa DataFolha - Cid Gomes e o Terceiro Mandato (Informal)


A disputa pela governo do Ceará está empatada tecnicamente, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira, 16 de outubro de 2014. Camilo Santana (PT) tem 53% e Eunício Oliveira (PMDB) aparece com 47% dos votos válidos. Considerando os votos totais, Camilo tem 45% das intenções de voto e Eunício, 40%. Brancos e nulos somam 6% e indecisos, 9%.

O instituto também questionou em qual dos candidatos o eleitor não votaria de jeito nenhum. A taxa de rejeição a Camilo está em 37%. A de Eunício é de 35%.


O levantamento, realizado em parceria com o jornal O Povo, ouviu 1.293 eleitores em 52 municípios do Estado nesta quarta-feira, 15 de outubro de 2014. A margem de erro é de três pontos porcentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob os números CE-00032/2014 e BR-01098/2014.

O Programa Pela Ordem - TV Fortaleza

O sociólogo e consultor político Luiz Cláudio Ferreira Barbosa


A minha entrevista ao Programa Pela Ordem do jornalista Carlos Frederico na TV Fortaleza. No horário das 19:00 horas. Quinta - feira, 16 de Outubro de 2014. Tema - O segundo turno no Ceará: Eunício Oliveira (PMDB) e Camilo Santana (PT) | A sucessão nacional: Aécio Neves (PSDB) e Dilma Rousseff (PT).



terça-feira, 14 de outubro de 2014

Vídeo no Youtube - A onda azul na classe média cearense




As redes sociais continuam exercendo um papel fundamental na campanha de Aécio Neves (PSDB) e de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno, e a criatividade não tem limites na batalha pelos votos. A onda azul na classe média cearense, com os seus efeitos eleitorais no segundo turno: Eunício Oliveira (PMDB) e Camilo Santana (PT).

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Artigo no Jornal O Estado: Segundo Turno - Dilma Rousseff vs Aécio Neves- Marina Silva

O artigo que foi publicado na quinta - feira, 09 de Outubro de 2014, no Caderno Opinião do Jornal O Estado.Titulo:Segundo Turno - Dilma Rousseff vs Aécio Neves- Marina Silva.
http://www.oestadoce.com.br/noticia/segundo-turno-0

O final do primeiro turno da corrida presidencial  trouxe uma única certeza, para os analistas políticos: não há muito tempo para os postulantes se recriarem como novas personagens, para o cidadão-eleitor. A presidente Dilma Rousseff (PT) e o presidenciável Aécio Neves precisam do eleitorado da ex-candidata Marina Silva,  quem conseguir irá vencer o pleito eleitoral.

A presidente Dilma Rousseff (PT) vai reunir durante essa semana os seus principais auxiliares e aliados políticos, para reestruturar sua campanha, em todos os sentidos. O processo eleitoral, no primeiro turno da coligação partidária da mandataria do Planalto, foi todo direcionado, para demolir a postulante do PSB, nos programas de Televisão e Rádio, tendo na militância digital, uma força auxiliar.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deverá deixar de priorizar o estado de São Paulo, como fez no primeiro turno, para passar mais tempo na região do Nordeste, com o intuito de ampliar a votação da presidente Dilma Rousseff (PT), entre os nordestinos, no segundo turno. O governador petista da Bahia, Jaques Wagner, deverá ser o novo articulador político da campanha,  em função da vitória de seu grupo na política baiana, que vai para o terceiro mandato à frente do executivo estadual.

O presidenciável tucano Aécio Neves vai passar essa semana somente articulando o apoio da ex-candidata Marina Silva (PSB) e do seu grupo político ou Rede, para deixar, em segundo plano uma aliança, com o Partido Socialista Brasileiro em nível nacional. Aécio Neves precisa diminuir o seu próprio espaço no núcleo da campanha presidencial, para acomodar o tucanato paulista, que demostrou muita força no pleito eleitoral local, com duas lideranças cacifadas pelas urnas: Geraldo Alckmin e José Serra.

O Partido Socialista Brasileiro sofre um processo de guerra silenciosa interna, pois alguns setores são dilmistas e outros são fiéis ao diretório nacional. O PSB não esperava  ficar  fora do segundo turno, por isso não há um grupo socialista pró- Aécio Neves, mas apenas o desejo de negociar um espaço administrativo, em caso de vitória da coligação oposicionista sob a liderança do PSDB..

A distribuição do tempo no Horário Eleitoral Gratuito é de 10 minutos para cada uma das duas coligações que concorrem ao cargo de presidente da República, no segundo turno. A responsabilidade de definição do início da propaganda está a cargo do TSE e dos representantes das duas coligações. Os horários de exibição dos programas : no rádio às 7h  e às 12h, na televisão às 13h:00 e 20h:30min.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, Sociólogo e Consultor Político.

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, Sociólogo e Consultor Político



sábado, 4 de outubro de 2014

Tasso Jereissati vai eleger o Eunício Oliveira

O ex-senador Tasso Jereissati (PSDB) pode eleger o próximo governador do Estado do Ceará, o mesmo é companheiro da chapa majoritária do governamentável peemedebista Eunício Oliveira, na vaga de candidato ao Senado. O movimento cívico político-eleitoral EuniTasso conseguiu funcionar na última semana do pleito eleitoral, por isso evitou o crescimento da onda laranja da coligação PT- PROS.

O governador Cid Gomes (PROS) não esperava a votação espetacular do candidato tucano Tasso Jereissati para a única vaga do Congresso Alto (Senado), com expectativa de 70% dos votos válidos de acordo com as pesquisas estimuladas do Ibope- Diário do Nordeste e do Datafolha-O Povo.

O Candidato Eunício Oliveira (PMDB) manteve os seus índices de preferência eleitoral durante todo o processo do primeiro turno, para o Governo do Estado do Ceará. Eunício Oliveira tem em média 49% dos votos válidos nas pesquisas de opinião pública (Ibope-Datafolha). O governamentável Camilo Santana (PT) demonstra que houve o ponto de inflexão ou seu teto máximo de 44% dos votos válidos nas consultas de opinião pública.


O cidadão-eleitor não fez a escolha do seu voto pela influência dos tradicionais atores políticos: candidatos, parlamentares, partidos, militantes,etc. O eleitor tassista é maioria no universo de votantes do Estado do Ceará, por isso num movimento lento e gradual tem feito transferência de votos para o candidato ao Governo do Estado do Ceará, o senador Eunício Oliveira, que poderá ser eleito, como o próximo chefe do executivo da onda azul feita pelo futuro senador do Ceará, o empresário Tasso Jereissati (PSDB).  

                 Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor politico

Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor politico


quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Artigo no Jornal O Estado: Surpresa Eleitoral - Aécio Neves poderá ir ao segundo turno?

O artigo que foi publicado na quinta - feira, 02 de Outubro de 2014, no Caderno Opinião do Jornal O Estado.Titulo: Surpresa Eleitoral - Aécio Neves poderá ir ao segundo turno?
A sucessão presidencial de 2014 foi uma caixa de surpresas para a maioria dos analistas políticos. O início do processo eleitoral tinha script tão bem definido, que não havia erro no diagnóstico do segundo turno, como também o papel de cada candidatura no espetáculo midiático. A presidente Dilma Rousseff (PT) como principal presidenciável na defensiva em relação aos ataques dos seus principais concorrentes da oposição: Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).
Pela primeira vez na história do maior partido de oposição ao governo federal, no caso especifico do Partido da Social Democracia Brasileiro, foi feita a escolha antecipada de uma candidatura para Presidência da República. O presidenciável Aécio Neves (PSDB) construiu uma coligação partidária oposicionista com ramificações em vários palanques regionais da própria base governista (PMDB-PSD-PP).
A construção de uma candidatura de centro-esquerda, após quase doze anos de administração do Partido dos Trabalhadores, sob a liderança do ex-governador Eduardo Campos (PSB), surgiu como uma proposta de ser a terceira via, como força auxiliar ao PSDB, em caso de segundo turno, contra a presidente Dilma Rousseff (PT). Na construção de uma frente partidária oposicionista informal durante todo processo político-eleitoral. A colaboração entre o PSDB e o PSB em vários palanques regionais.
A morte do presidenciável Eduardo Campos (PSB) no mês de agosto, mudou o cenário com a entrada de sua substituta, que era a sua companheira de chapa majoritária, a ex-senadora Marina Silva (PSB), isso pôs fim à aliança informal, com o PSDB. A campanha da presidente Dilma Rousseff (PT) saiu do discurso defensivo e foi para o ataque visando desconstruir a nova postulação socialista, com ajuda da campanha do presidenciável tucano, por isso ocorreu a suspensão do antigo duelo PT versus PSDB.
A presidenciável Marina Silva (PSB) manteve imenso poder de resistência em relação a esse processo de desconstrução da sua postulação à Presidência da República feita pelas duas maiores coligações partidárias. Os últimos dez dias da sucessão presidencial já mostraram uma queda nos índices dos votos válidos da candidatura socialista, que foi causada pelas campanhas negativas tucanas e petistas nos meses de agosto e setembro.
As últimas pesquisas de opinião pública dos principais institutos (Datafolha, Ibope, Vox Populi, MDA e Sensus) já sinalizaram um cenário quase comum entre  os três principais presidenciáveis: Dilma Rousseff (PT) 40%, Marina Silva (PSB) 25% e Aécio Neves (PSDB) com 20% dos votos válidos. O segundo turno terá a participação da presidente Dilma Rousseff. A nova surpresa poderá ser o seu outro protagonista: Marina Silva ou Aécio Neves.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político



quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Artigo no Blog do Eliomar de Lima: O real duelo da política cearense: Tasso Jereissati X Cid Gomes

Com o título “O real duelo da política cearense: Tasso Jereissati X Cid Gomes”, eis artigo de Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, sociólogo e consultor político. Ele avalia o cenário eleitoral nessa arrancada e comenta uma peleja de caciques e seus candidatos ao Governo. Confira:

O final do primeiro turno do pleito eleitoral do Ceará, já definiu o duelo entre o ex-senador Tasso Jereissati (PSDB) e o governador Cid Gomes (PROS), para decidir quem vai eleger o seu candidato a governador. Eunício Oliveira (PMDB) e Camilo Santana (PT) os dois principais concorrentes ao Governo estadual são reféns da transferência de votos de seus principais cabos eleitorais.

A pesquisa DataFolha-O Povo trouxe um cenário de equilíbrio entre os dois principais postulantes à sucessão estadual, com o candidato peemedebista, o senador Eunício Oliveira,obtendo na pesquisa estimulada índice de 39% dos votos válidos, e o seu principal concorrente, o candidato petista, Camilo Santana, com índice de 37% de preferencia eleitoral. O ex-senador Tasso Jereissati (PSDB) tem índice de 58% dos votos válidos na pesquisa estimulada, em relação aos seus adversários, com enorme margem de poder de transferência de capital político- eleitoral para o seu companheiro de chapa majoritária (Eunício Oliveira). Nesta fase o principal papel do governador Cid Gomes (PROS) será o de tentar trazer parte do eleitorado tassista para o seu candidato ao Governo do Estado do Ceará.

O ex-senador Tasso Jereissati (PSDB) praticamente tornou esta eleição para uma única vaga do Senado, numa espécie de plebiscito informal. Tasso Jereissati não esperava a rápida consolidação do seu capital político-eleitoral, em todos os segmentos sociais do eleitorado cearense. O voto tassista é responsável pela manutenção da liderança do governamentável peemedebista Eunício Oliveira nas últimas pesquisas de opinião pública: Ibope e DataFolha.

O governador Cid Gomes (PROS) não esperava o fracasso de parte da campanha eleitoral da sua chapa majoritária, com Camilo Santana (PT) para Governador e Mauro Filho (PROS) para Senador. A candidatura Camilo Santana respondeu bem a campanha política-eleitoral na televisão e rádio, com reflexo positivo nas redes sociais. A candidatura Mauro Filho não respondeu no mesmo nível de seu companheiro de chapa, com isso se tornou inviável na reta final do primeiro turno.

O ex-senador Tasso Jereissati (PSDB) pode ser o principal cabo eleitoral do governamentável Eunício Oliveira (PMDB) nos próximos dias, com possiblidade de temos um novo governador sob a égide do tassismo na política cearense. O governador Cid Gomes (PROS) tentará eleger o primeiro chefe do executivo sem ligação nenhuma com a corrente política do ex-governador Tasso Jereissati, para consolidação do cidismo-cirista, como a principal força política– administrativa do Ceará.

 * Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, Sociólogo e Consultor Político