sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Sem Serra, Alckmin busca acordo com DEM

Sem Serra, Alckmin busca acordo com DEM

Sem a entrada do ex-governador José Serra na disputa pela Prefeitura de São Paulo, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) investirá na aliança com o DEM para não se tornar refém do acordo eleitoral proposto aos tucanos pelo prefeito Gilberto Kassab (PSD). A proposta de lançar o vice-governador Guilherme Afif Domingos como candidato a prefeito pelo PSD, tendo um nome do PSDB na vice, ganhou força entre aliados de Serra. Ontem o Estado divulgou que o ex-governador já avisou à cúpula do partido que não será candidato na eleição. Até então nome mais forte na disputa, ele pretende disputar a Presidência em 2014.

Os aliados do ex-governador veem com bons olhos a candidatura do secretário da Cultura, Andrea Matarazzo, que quer disputar prévias no PSDB, mas trabalham ainda pelo acordo proposto por Kassab, que prevê também o apoio do prefeito à reeleição de Alckmin em 2014. A avaliação é que a aliança com o PSD dará discurso para o candidato tucano, qualquer que seja ele.O governador vê com desconfiança o acordo e quer garantir o apoio do DEM para não ficar dependente da aliança com o PSD. Segundo apurou o Estado, Alckmin avalia que, sem Serra e sem a aliança com o DEM, crescerá a pressão para que aceite os termos do acordo com Kassab.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

À construção da frente partidária: “Pela União das Oposições” na Cidade de Fortaleza.




À construção da frente partidária: “Pela União das Oposições” na Cidade de Fortaleza. Os partidos oposicionistas (PR – PTC – PPS – PP – PDT) abriram uma mesa de negociação que não fizeram no pleito eleitoral de 2008. O novo formato de diálogo entre às oposições nas Eleições de 2012.

O namoro insólito entre o PT e o PSD

As negociações da aliança política entre o PT e o PSD na capital paulista, tendo Fernando Haddad na cabeça de chapa e um pessedista como vice, estão mais adiantadas do que gostariam alguns setores do PT paulistano. Com o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente do diretório estadual do partido, Edinho Silva, e do diretório municipal, Antônio Donato, começam a trabalhar junto à militância e à base de vereadores a aproximação da legenda com o partido de Gilberto Kassab. “Já estamos juntos em São Bernardo do Campo, Osasco, São José do Rio Preto e São José dos Campos”, disse Edinho Silva. 
As primeiras negociações começaram há duas semanas, em um encontro entre o prefeito Gilberto Kassab e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em um primeiro momento, os petistas rejeitaram prontamente a proposta. Mas, na sexta-feira passada, Lula chamou Donato e dois vereadores do partido e avisou: “Pensem a respeito”. 

Haddad também iniciou uma aproximação com o prefeito, interessado em atrair para a sua coligação outras legendas aliadas do PSD na cidade, como o PR e o PTB. Edinho justificou a parceria lembrando que o PSD é aliado do governo Dilma. “Não podemos esquecer que a correlação de forças em São Paulo vai se refletir nas eleições de 2014. Temos que analisar a disputa municipal paulistana com os olhos na reeleição de Dilma”, completou o presidente do PT-SP. 

Entrevista do consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, para TV União - Ceará - Brasil.




Agradecimento para toda equipe da Rede União. Por outra oportunidade de entrevista em cadeia nacional. A minha querida amiga Ana Maria Villa Real, muito obrigado, como também, o grande amigo Leonardo Marques de Oliveira.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

PT promoverá encontro para discutir estratégias para as eleições de outubro

Diante de um calendário político apertado em razão das eleições municipais, o PT pretende colocar no papel no início do próximo mês a estratégia do partido até o fim da disputa, em outubro. Para isso, a legenda promoverá em 9 de fevereiro um encontro do Diretório Nacional e, no dia seguinte, o Encontro Nacional de Prefeitos e Deputados Estaduais do PT, em Brasília. Na mesma ocasião, será comemorado o 32º aniversário do partido. Além da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula, devem comparecer ao evento os ministros do partido e integrantes do Congresso Nacional.

Entre os principais objetivos petistas está a conquista da prefeitura da capital paulista, berço da legenda e onde o rival PSDB governa há 16 anos. O nome para a disputa é o do atual ministro da Educação, Fernando Haddad, que deve deixar a pasta até o fim do mês para se dedicar ao pleito.

O consultor Luiz Cláudio Ferreira Barbosa e o deputado federal Artur Bruno (PT-CE)



O consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, na manhã dessa quarta - feira (18/01). No Gabinete do deputado federal Artur Bruno (PT-CE) na cidade de Fortaleza - Ceará. 

Reforma restrita e tímida

Reforma restrita:
A presidente Dilma Rousseff avisou ontem que está determinada a fazer uma reforma ministerial restrita, apesar da pressão do PT e de partidos da base, como o PMDB, pela ampliação de espaço. Em conversa com o vice-presidente Michel Temer (PMDB), Dilma enfatizou que faria mexidas pontuais para atender a necessidades emergenciais. Argumentou que não faria mudança mais ampla para não desarranjar o desenho partidário atual da Esplanada dos Ministérios.
Para interlocutores diretos, Dilma foi ainda mais objetiva: disse que havia um equilíbrio entre as legendas da base no seu governo e que, se fizesse agora grandes mudanças para ampliar o espaço do PMDB e atender às cobranças petistas, poderia prejudicar essa harmonia. Segundo relatos de aliados, Temer teria dito à presidente que entendia a situação e pediu então para que ela “veja como compensar o partido ao longo do tempo”.