O ex-ministro Ciro Gomes tem muita dificuldade em manter a federação partidária regional entre o União Brasil e o Progressistas, no seu arco de influência política-eleitoral.
O sociólogo e consultor político, Luiz Cláudio Ferreira Barbosa, nos seus boletins aos clientes da Consultoria LCFB; já antecipou a não permanência do ex-deputado federal Capitão Wagner à frente do diretório estadual do União Brasil (UB). Luiz Cláudio Ferreira Barbosa identificou a formação de um triunvirato entre os seguintes deputados federais para controlar a federação partidária regional entre o União Brasil e o Progressistas:
Moses Rodrigues (UB)
Fernanda Pessoa (UB)
AJ Albuquerque (Progressistas)
O presidente nacional do União Brasil, o advogado Antônio Rueda, não tem interesse em perder a maioria dos prefeitos de sua agremiação partidária, como também três parlamentares na bancada cearense na Câmara. Antônio Rueda tem compreensão do diminuto poder político-eleitoral do ex-deputado federal Capitão Wagner perante o eleitorado direitista cearense.
A federação partidária regional entre o União Brasil e Progressistas não têm penetração no eleitorado conservador-liberal local. A vocação da frente partidária entre o União Brasil e o Progressistas é se tornar pró-Governo Estadual, no pleito eleitoral de 2026.
P. S - Esse artigo é um trecho do boletim aos clientes da Consultoria LCFB.
Luiz Cláudio Ferreira Barbosa é CEO da Consultoria LCFB

